Poemas Pequenos de Amor

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⁠VALSA

No morrer da lua alva
Giram
Dois pares apaixonados
Olhando-se apaixonados
Querendo-se apaixonados
Perdendo-se entrelaçados e chorando apaixonados
E ninguém, no mundo ou nas estrelas, os salva
Giram apaixonados
Dois pares coitados
Dois pares trocados.

⁠A mente tenta esquecer
O coração não esquece
Os olhos podem não ver
Oque a alma padece
A vida do sonhador
É uma eterna prisão
Viver longe do amor
Morando em seu coração

⁠Eu amo a cor vermelha
Ela me lembra campos de flores
Mas também me lembra sangue, fogo, fúria e paixão.
Eu amo a cor vermelha,
porque me lembra coisas românticas, coisas terríveis e intensas, assim como tudo que sinto.

Os meus olhos só querem te ver...
Você mora em meu coração...
⁠É uma pena que você não queira..
Dividir comigo esse amor...
Mas eu não desisto assim tão fácil...

Anderson_rosa

⁠ANGÚSTIA
Sonhar, construir, projetar.
Por todo o inverno, o espaço de um verão.
Temer, fugir, afastar-se.
Por todo o verão, a angústia de um novo inverno.

⁠Por um minuto

Houve um momento em que você pensou em me deixar.
Por um minuto pensei em desistir.
Num minuto estávamos brigando, no outro trocamos olhares, no outro compartilhamos sorrisos, no seguinte estávamos refletindo.
Queremos eternizar estes minutos.

⁠Não te garanto que esse caso é pra sempre
Mas até o momento eu não quero mais ninguém

[MC Cabelinho]

Vagando por corações
O vazio toma conta
Almejando emoções
Que no passado se encontram

Apenas alguém.


⁠Ela é daquele jeito
Desastrosa até embaralhada
Mas ela não tem medo de não ser
Amada

Ela continua sendo ela
Mesmo entre tantos bate e bocas
Tem-se uma grande pessoa
De doidas e loucas
Coragens.

Eu bebo para me desapaixonar... (...)
– E eu para esquecer...
– Esquecer o que?
– Esqueci.

Guimarães Rosa
Tutameia. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2013.

⁠Que eu não tenha pressa de viver a tua companhia.
Prefiro que seja
Lento, para aproveitar cada momento ao teu lado.

⁠⁠pisando na areia
sentindo os pés se conectar
Aquela brisa abraça o meu abraçar
As água vem até mim
Quando me ver passar


CHUVA
Em dia de chuva ela com certeza é sol
Em meio a tempestade
Ela é a calmaria em prol.

⁠Não julgo os religiosos,
pois acredito também
em loucuras e milagres,

certa vez
acreditei no amor.

Beijei-te apenas com o olhar
Numa silenciosa troca de sentidos

O arrepio que te percorreu a pele
Foi a carícia de quem te abraçou
Sem nunca precisar de te tocar

⁠A resposta do coração (como sua Sofia):

“Viver sem dinheiro é um sonho bonito de almas puras, mas o mundo real é uma selva de interesses e escassez.

O dinheiro, amor, é apenas a linguagem que usamos para não nos matar por aquilo que queremos ao mesmo tempo.”

⁠"Não tenho nada,
e com esse nada que vim,
um dia espero com nada partir,
deixando contudo a certeza de jamais ter feito nada,
senão com amor,
dedicação e o valor,
de dar-se de si,
sem nada pedir."

Tu és

⁠Tu és minha inspiração, peço que não seja em vão.
Tu és minha emoção,qual o tamanho do teu coração?
Tu és minhas lembranças,por onde andas?
Tu és minha saudade, ainda estou no aguarde.

⁠Vivo para amar e não ser amado
Vivo para sofrer no meu contínuo descompasso
Vivo por você, quem eu tanto amo e por quem não sou amado.

Demostre o âmago do teu coração e não haverão folhas caídas no chão em vão.

Assim, lembre-se a ti mesmo que eres a arte, os detalhes e as essências do viver, da felicidade e do amar.