Poemas para uma Pessoa Alegre
(...)Eu estava fazendo uma lista, mas resolvi deixar pra lá quando percebi que eu sofria um pouco mais a cada item. (...)Ultimamente eu tenho tentado cometer meus erros por mim mesma. Antes cada passo que eu dava era pensando em você, mesmo que em alguma vingança. Agora me lembrei que uma das coisas da lista era que sinto falta de fazer as coisas por você.
Ela, que o pecado no olhar já era sedução.
Uma boca, um feitiço. E um beijo já seria crime, a menos que a vida deixasse.
Eu, que sempre tinha uma palavra pronta, morri no silêncio.
Sobrou profundo ressentimento, por jamais saber como seria...
Nós entendemos o quanto uma máscara pode ser perigosa. Todos nos transformamos naquilo que fingimos ser.
O Futuro é uma consequêcia das suas atitudes e decisões no presente influênciadas pelas lições vividas no passado.
"(…) Nunca vou me entender por inteiro. A gente é uma mistura de interrogação com reticências: estamos sempre questionando e fazendo a nossa história."
Schopenhauer me fez ver que estamos condenados a girar sempre na roda da vontade: desejamos uma coisa, conseguimos, desfrutamos um instante de satisfação que logo passa a tédio e seguimos para o próximo "eu quero". O desejo não acaba, seria preciso pular da roda da vontade.
A vida, que parece uma linha reta, não o é. Construímos somente uns cinco por cento da nossa vida, o resto fazem os outros, porque vivemos com os outros e às vezes contra os outros.
Um olhar bonito encanta os olhos, mas uma personalidade interessante encanta o coração. Você é abençoada com os dois. Linda e Ecantadora...
Mais uma vez to aqui sem você... livre e triste
Até quando eu vou ter que fingir que eu tô feliz sem você do meu lado aqui?
A amizade não é como uma onda que ao longo do tempo ela se desfaz, é como o vento que as vezes perde a intensidade mas está sempre ali.
Cada novo pensamento constrói uma mudança interior. Quando nos dispomos ao tratamento interior, vamos aos poucos reconstruindo nossa maneira de pensar, de sentir e de viver.
Lá está ela, mais uma vez. Não sei, não vou saber, não dá pra entender como ela não se cansa disso. Sabe que tudo acontece como um jogo, se é de azar ou se sorte, não dá pra prever. Ou melhor, até se pode prever, mas ela dispensa. [...]E se ela se afogar, se recupera. [...]E assim, aos poucos, ela se esquece dos socos, pontapés, golpes baixos que a vida lhe deu, lhe dará. A moça - que não era Capitu, mas também tem olhos de ressaca - levanta e segue em frente.
