Poemas para Homens

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Em todos os países vi sempre homens de três espécies: os poucos que comandam, a universalidade que serve e os muitos que armam intrigas.

O bem-estar na vida obtém-se com o aperfeiçoamento da convivência entre os homens.

A aptidão para a felicidade não é igual em todos os homens. Ela é mais forte nos medíocres, do que nos homens superiores ou imbecis.

Há muitos homens que se queixam da ingratidão humana para se inculcarem benfeitores infelizes ou se dispensarem de ser benfazentes e caridosos.

Os homens inventaram o destino para lhe atribuir as desordens do universo, que têm por dever governar.

Os homens têm geralmente saúde quando não a sabem apreciar, e riqueza quando a não podem gozar.

O que faz que os homens formem um povo é a lembrança das grandes coisas que fizeram juntos e a vontade de realizar outras.

Os homens desejam ser escravos em qualquer parte e colher aí a força para dominar noutro sítio.

Embora os homens se gabem dos seus grandes feitos, estes, muitas vezes, são consequência, não de um forte desígnio, mas do acaso.

Se dois homens no mesmo emprego concordam sempre entre si, então um é inútil. Se discordam sempre, então ambos são inúteis.

Para mim é um fato que, se todos os homens soubessem o que os outros dizem deles, não haveria quatro amigos no mundo. Isto resulta das contendas, que referências indiscretas ocasionalmente originam.

Para agradar aos homens é preciso professar o que cada um desses homens repudia e odeia na sua vida secreta.

O senso comum diz-nos que a terra é imóvel, que o sol gira à sua volta e que os homens que vivem nos antípodas andam de cabeça para baixo.

Nos homens, apenas há de bom os seus jovens sentimentos e os seus velhos pensamentos.

Se os homens soubessem como as mulheres passam o tempo quando estão sozinhas, nunca se casariam.

As acções dos homens são demasiado fortes. Mostrem-me um homem que não tenha sido vítima das suas próprias acções.

Os homens enganam-se miseravelmente quando esperam encontrar a sua felicidade, mais na forma dos seus governos que na reforma dos seus costumes.

Os homens sem mérito algum, brochados de insígnias e de ouro, são comparáveis aos maus livros ricamente encadernados.

A Natureza apenas concedeu aos homens a constância, enquanto às mulheres deu a obstinação.

Os homens, para não desagradarem aos maus de quem se temem, abandonam muitas vezes os bons, a quem respeitam.