Poemas Nao quero dizer Adeus

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Escrevo para ser livre.

Escrevo sentimentos, emoções, transcrevo.
Escrevo não apenas por escrever, mas sim por transmitir aquilo que eu observo ou até mesmo tudo àquilo que contém dentro de mim.
Se paro de escrever explodo, mas se escrevo me liberto, como se fosse um belo pássaro saindo de uma pequena gaiola.

Inserida por lariariane

Eu sem voce sou medade,
eu sem voce sou nada,
eu sem voce nao sou ninguém,
eu sem voce não existo,
eu sem voce sou apenas campo vazio que vai e vem,
eu sem voce me sinto estrangeiro de meu proprio país.

Inserida por Josefelicianodelalaua

Gosto de sonhar com você, pois assim posso te encontrar, estar perto de você.
Não durmo, porque o sono me atormenta a permanecer acordada agonizando na presença desta ausência forçada.
Sinto teu cheiro e me assusto, e percebo que estou só, e só.

Inserida por AlmeidaNatali

ESTOU TRISTE,
TRISTE POR ESTAR LONGE DE VOCÊ,
TODAS ÀS VEZES CHORO POR NÃO VER VOCÊ,
LEMBRO QUANDO CHORARMOS , SORRIMOS, SOFREMOS E FICAMOS ALEGRE JUNTOS.
LEMBRO DAQUELA VEZ NO MOTEL
QUE ESTÁVAMOS DANDO UMA ULTIMA CHANCE PARA NOS MESMOS
TRANSAMOS COMO FOSSE O ULTIMO DIA DE NOSSAS VIDAS.
DAVAMOS DE TUDO, COMO NÃO SE EXISTISSE O AMANHA,
MAS NO FINAL DE TUDO TOCOU A NOSSA MUSICA,
AI ACALMOU O ÓDIO QUE ESTAVA GUARDADO NO NOSSO CORAÇÃO,
DE UMA TEMPESTADE VEIO O VERÃO QUE FEZ DE NOSSOS CORAÇÕES
SECAR A LAGRIMAS E MUCHAR
E NO OUTRO DIA SE ACALMAMOS E DA LAGRIMA DE TRISTEZA,
VEIO A FELICIDADE QUE É ESTAR UM DO LADO DO OUTRO,
E DIZER QUE AMAMOS UM AO OUTRO,
SEI QUE NÃO TENHO NO MOMENTO BENS MATERIAL PARA TE OFERECER
MAS TENHO O CÉU, A LUA, AS ESTRELAS E A CONSTELAÇÃO PARA VER AO SEU LADO E VIVER CADA MOMENTO JUNTO COM VOCÊ
SEI QUE NÃO SOU O HOMEM PERFEITO,
MAS POR VOCÊ VOU FAZER DE TUDO PRA CHEGAR PERTO DA PERFEIÇÃO,
SEGURO MINHAS LAGRIMAS E CHORO NESTA CARTA PRA DIZER QUE EU TE AMO
SE POSSÍVEL TIRARIA MINHA PRÓPRIA VIDA PRA VER VOCÊ DO CÉU OU DO INFERNO, VENDO VOCÊ SORRINDO NÃO IMPORTA COM QUEM, O QUE IMPORTA PARA MIM É SOMENTE SUA FELICIDADE.
SAUDADES DE VOCÊ BEZINHA

Inserida por daferreira10

você não precisar de um elevador pra subir
também não precisar ser um jogo pra passar de fase
pra você mudar você precisa ser você mesmo !

Inserida por kempes

Que coisa
mais linda
é o amor.
Ele não e meu,
não é teu,
é de ninguém,
é de todo mundo,
é de alguém.
que coisa mais
triste é a dor,
não é minha,
não é tua,
é de ninguém,
é de todo mundo,
é por alguém.

Inserida por andresaut

E, daí se alguém errou.

É melhor ter ERRADO e APRENDIDO. Do que ter MÃOS LIMPAS , e não chegar a PLENITUDE da SABEDORIA.

Inserida por JulianaCollato

não á nada nessa vida que me agrade,
pois tudo já amei morreu,
estou tentando amar mais uma vez,
mais não a comparação,
só vivo um dia de cada vez,
toda esperança que tenho,
está em algum lugar, que eu não sei,
sei que um dia vou te encontra,
sinto que meu coração estará completo,
quando teu coração encontrar o seu coração,
minha vida só tem sentido se você está na minha vida,
tudo que penso tem você no meio,
meu coração é uma pequena gota no mar do seu ser,
a profundidade de nossas vidas nosso amor,
estava escrito em linhas de solidão,
sempre penso vejo a luz do olha refletindo o teu bem querer,
vejo sem o luar e clamo meu amor.
por celso roberto nadilo

Inserida por celsonadilo

AMOR...
Vai buscando, quem sabe você encontra a perfeição...
O amor é saber que você não muda ao longo do tempo, nem com as tempestades, nem com os invernos.
Pode ser que sim, pode ser que não desse maneira, quem sabe, de outra maneira, tentando paciêntemente...
Você pensa que o amor você pode encontrar assim: na rua, no boteco, na esquina, na danceteria, no caixa do supermercado, na livraria, no aeroporto, no facebook, no farol, no trânsito...
jamais vais encontrar o amor de sua vida...
porque o amor não se encontra,
o amor...se constrói!

...

Inserida por ssolsevilha

Tu não vês teu mau
Do inocente toque e destrutivo
O respirar solitario em um quarto sobrio
E quando venho, é teu suspiro

Transeuntes demonstravam mais afeto
Falso, desgostoso e praticado
Ei de ser feliz com tuas migalhas
Que sem exigência as tomo em meus braços.

Ao se esvair leva os pedaços
Desse corpo sofrido violentado
Gerará dos calos de uma falta
Desprezo frio e doloroso

Palavras são ditas ao relento
Umedece a rara seda que fora dada
Recordam antigos sentimentos
Pondo-me ao desamparo de um sentimento

Inserida por amicha

O vazio vai me consumindo
Porque estou vivendo mesmo?
Eu estou aqui, mas Ele não está comigo
Porque? Me sinto traída e abandonada

Estou em desespero
Quero ser forte,mais forte!!
Me pergunto porque eu não choro mais
Mesmo eu tendo vontade

Volte para mim amor!
Apareça para mim, vamos quebrar nossa maldição!!
Aquela que Deus lanço em nós
Ficaremos juntos e separados pela eternidade

Sofrendo calados,
Procurando um pelo outro no breu
Sem poder nos ver
O pior castigo de todos

Sangue do meu sangue
Jogam pedras em mim
Enquanto sou presa em uma cruz
Sendo sacrificada, como um cordeiro
Sofrer Calados

Sendo soterrada
Talvez se eu morrer eu lhe encontre
Mas se morrer não poderei ter minha estrela da manhã
Pois mortos não geram vidas

O que nos resta é sofrer calados!

Inserida por YukiDatenshi

Poema do que não posso poetizar
Ó, mas que belas tardes resplandecem no Rio de Janeiro!
E as cortinas de fumaça que embaçam a vista da Cidade Maravilhosa?!
Os edifícios tão premeditados, tão exatos, a extorquir melancolias... Melodramáticas, fugidias, o Banzo...
Mas há o que se destituir de vida tão praieira! Teus coqueiros, teus fúlgidos palmares e palmeiras, hei de rezar uma noite inteira por teus oceanos!

Tuas vistas, teus espetáculos desordeiros! Teus acessos ribeiros, maremotos e frios serenos! Eras tu, ó Rio de Janeiro!

Teus ensaios de despedida a arrefecer tuas avenidas, tuas recaídas, tuas desunidas brechas a velar o sono de uma vida!
Quero mais veias aguerridas!
Quero mais de ti, atrevida metrópole, a quem de mim duvida, a quem hei de reivindicar tuas luas ferinas, feridas!

Laudas da paz que desemboca em teus verdes vestígios de primitivas matas, evasivas!
Permissivas pautas a desmerecer tuas bravas eras de bravata, abrasivas!
Meses e mais vezes, estupefata, a encarar tua negativa... E tão idílica ilha...


Tão bela... Paradisíaca, de olhares faceiros, ó meu, só meu, tão meu Rio de Janeiro,
Porque fostes me lançar teu olhar maré – cheio,
Ó breve
E não menos célebre,
Ó Rio de Janeiro?

Inserida por natyparreiras

Efêmero Esmero Feminino
Te amei
No curto-circuito tempo-espaço
Imensidão
Amar-te-ia se não
Houvesse o amor cegado ao são.

Sangue bêbado de licores azul-gregos
Crepitados no porão
Amar-me-ias então,
Se não sugasse minha cripta
Criptonita atônita
Afeição.

Amar-te-fui
Não mais voltei
Pisei ao chão
Se amar-me-ias
Não mais me rias
Amar-me eis quão!

Inserida por natyparreiras

UL_TRAJE
O amor é terno
Gravata
Compromisso
Mas deve ser ternura,
quando não eternidade.

Inserida por natyparreiras

Poema de Ninguém
Vivo um caso crônico de desuso cardíaco... E dos graves. Antes não fossem tão agudas as palpitações eminentes de pseudo-enfarte! Sinto-me um mártir qualquer que enfim descartou a catarse de prover a dor de si nos outros. Sinto-me um sopro, tanto mais e vento ainda... Sinto-me infinda, etérea, mas absurdamente alheia à massa poética que me permeia... À estratosfera de minhas veias cor de branco...
Me deu branco! No papel só um poema sem dono, o primeiro e único santo, imaculado na concepção de vocábulos tão hiatos, tão estranhos!
A quem doar, a quem doer a sangria de um poema enfermo tamanho pulso fraco, condenado ao lábaro de meu próprio esquecimento?
Aquém... Amém! Além do mais já amei demais Ninguém faz tempo.

Inserida por natyparreiras

Unilateral
Triste o fazer do poeta
Quando a dor se projeta
Para aquém da poesia...

Não alcança
Não seduz
nem mantra
Não varre a luz que arde em cria.

Triste o fazer do poeta que jaz no vão em que alumia.

Inserida por natyparreiras

Versificado
Na abstrata caligrafia dos poetas não se inscrevem mesuras de direito, espasmos de amargura ou indulgentes sopros de discórdia, apenas jorra-se ímpeto, delírio, fruição. Mas o que dizer-te então, diante da afronta santa de tua astuta rejeição?
...
Entre mortos e feridos versificaram-se todos os tolos frágeis deste duelo, eram eu e meu martelo ponta-de-prego, martelando, martelando, uns poemas brandos ou uma centena!
Sentenças e mais se pensas na dor intensa do cotovelo...
Cotovias vaiam nossas avarias
Todavia repousam seu zelo em alardeadas notas, notaria
Não fossem tantos versos verificados de apatia, quem diria
Não fosse tantos restos esgoelados do que eu vivia.

Inserida por natyparreiras

À NOITECE
Trêmula minha noite se rasga
E compõe - se em manto teu.
Não se parte
Se agrega
Numa simetria cega
Num reparo que anoiteceu.

Teceu ...
A púrpura poente
Dos entre - olhos luminosos
Nas entre - nuvens recorrentes
Viram- se tristes raios olhos.

Estrelas têm as noites
Noites sempre telhas
Ainda que sem tê - las
Às centenas posso vê - las
Tão estrelas.

E trelas as trevas torpes tão
Inteiras
E treme os tórridos tormentos
Na fogueira
Fagueira
A noite foge - me às teias
Ao torpor teu
De cadeia
Incendeia
Queima a areia...

À noite teceu
Anoiteceu
A nós teceu
Tão seu
O sonho
Maré cheia.

Escureceu...
Lindo noite uivo
Bravo raio ruivo
Breve manto teu.

Inserida por natyparreiras

Negação
A dignidade dos meus versos é posta à prova
Não hei de merecer que meus pecados sejam documentados
Tão pouco disfarçados nas hipócritas brechas do lirismo.

Inserida por natyparreiras

Súplicas à Pérola
À Maria Rita

Eis que surge ela
A não espera árdua de ser ela
E grita a Cinderela
Quem dera-me ser ela
Rita, Maria, Séria

Quisera minha súplica poder-te tão sincera
Quisera-me Maria ser-te Rita
Ser-te rítmica minha súplica
Ser-te-me tão lúcida a tua música
Que grita
Pondera
A dor da Cinderela
Que era ela
Antes do debruçar de tuas querelas

Querê-las querem às bélicas
Belas ao bálsamo de Rita, Maria, Séria.
Eis que surge ela...

Eis que surge o grito
O medo assombra-se do mito
O mito apodera-se do grito
E grita
Rita, Maria, Séria.
Quisera-me ser lúdica a empírica tua quimera
Quisera-me ser mito tua afronta mais sincera
Quisera-me ser grito, o debruçar mais bonito
No ímpeto que vocifera, algoz
Quisera-me a Cinderela silenciar em tua voz.

Eis que surge o tempo
Assombra, assopra-nos tão lento
Prende o ar, faz ciumento
Herda telepático o tormento.
Eis que surge ela
Eis que se apodera
Já não era mais sem tempo.

Seu tempo
Tempestuosa
Rita, rima, rasgo e prosa
Ela rasga, ela arrasta, sinuosa
A esfera de argila
Que no palmo de seus aplausos
Desfibrila
Se desbota
Ao embevecer-se com suas notas
Pudera...era ela
Rita, Maria, Séria.

Cinderela trapos d'alma
Pedaços fugidios
Do meu eu tão tardio
Que derrama
Quando grita
Quando Rita, Maria, grita
Esvaí-se em delírio
Bonita
E inflama
A flâmula escarlate que aprisiona
Acústica
O meu eu
O meu erro
De angústia
De não ser lúdica
A tua música
De ser flauta no frio
De tua astúcia...
Bonita
Regenera
Rita, Maria, Séria.

Quem dera-me ser ela
Quem dera-me, Cinderela
Sentir-te pés lúcidos n'água, aguarela
Translúcida em teu timbre que suplica
Pela pérola
Que supera...
Mas a pérola
Era ela...

Rita, Maria, Séria

Inserida por natyparreiras