Poemas Melancólicos

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⁠Lembranças desusas potencialmente melancólicas

Continuo a ver no espelho da vida
Essa criança curiosa e cheia de sonhos
Perdida no passado, dissolvida
Junto com momentos felizes e risonhos

Nada mais importa sobre o ontem
Mas tudo se prevalece para o amanhã
Somos o que somos por escolhas
Escolhas estas escritas à tinta em vazias folhas

Mas o passado ainda me persegue
E não há cruz mais pesada em que eu carregue
Eu caminho entre memórias simbólicas
Pois essas são minhas lembranças desusas potencialmente melancólicas

Inserida por EduardoCGoncalves

⁠Sentimento melancólico
De um momento que passou
Uma pessoa que foi embora
E que nunca mais voltou
Seja pelo o vento no rosto
Ou uma lágrima a rolar
Um grande aperto no peito
Mas você sempre vai lembrar
Ela chega a qualquer momento
Não importa classe ou idade
Posso senti-la nesse momento
O nome dela é Saudade

Inserida por eduardolimal

⁠Ecoam meus,
latidos e Melancólias
Ciclo vicioso
acordar na sarjeta
Adultos se derramam no bar
Tá ai, amar e uma rua estreita!
Minha catuaba resseca o fígado
Talvez, uma pedra nos rins
justifique o termo
Amor e coisa de bêbado.

Inserida por solitudxnegrx

⁠Tenho em Mim

Eu tenho em mim o fogo das eras
Toda a melancolia das tristes feras
O amor e o remorso
Tenho em mim os mais desarmônicos destroços.

Inserida por gustavo_ribeiro_6

⁠“A vida começa aonde vocênão
sabee termina quando você
não quer, melancólicae
passageira comoo
sonhoquese
evapora
ao
amanhecer.”

Inserida por Barros-Silva

Outros Tempos da Velha Direita Nova

⁠Um doce
De melancolia
De tardes
De domingo
De antigamente

Na
Rua Direita
Mormaço
De sol poente

Com preguiça
De segunda
Pela frente

Inda ontem
Era sábado

Dia de banho
De corpo inteiro
Na bacia grande

À noite
Cinema
De Romeu

Coboiaço
E seriado

À saída,
Cafezinho
Com
Pão de queijo
No Dormival...

Eram tempos
De
Se ter tempo

Outros tempos!

Inserida por samuelfortes

As vezes deixo um pouco de melancolia maltratar meu coração...
Mas logo me lembro que a poesia nasce de corações quase sempre calejados...
Então recomeço de novo com um novo fôlego porém o eterno e tempestuoso amor a temperar meu coração...
Por favor abrande suas chamas querido amigo não sou aço ou espada a se forjar...
Apenas um enamorado de Tua Luz...⁠

Jeran Del'Luna - Gypsy Heart

Inserida por JeranDelLuna

Final de tarde chuvoso meus pensamentos se acinzentam.
Melancólia irrompe para fazer-me companhia.
O hoje, o ontem e o amanhã se retiram.
Só sinto o vazio da não existência prostrado não desisto!
contínuarei meu caminho!

Inserida por mayy_ramos

⁠Melancólica Servidão

A fragilidade
Existencial
Que assola
Nosso emocional

Tem
Nos levado
À busca
De lideranças

Que
Nos indiquem
O caminho

O
Que pensar

Q
Que fazer

Como
Agir

Perigoso
Comodismo

Melancólica
Submissão
À servidão
Voluntária

Inserida por samuelfortes

⁠Ar melancólico

Gastura
De
Balanço infantil
Sem criança

Olhar perdido
Mirando
Não sabe
O que

Resquício
De banzo
Talvez

Tinha
Disso

Depois
Passava

Inserida por samuelfortes

⁠#A #DAMA #PRATEADA

Em minha rua, ao anoitecer...
Há tal melancolia...
Que desperta em mim o desejo de sofrer...

Sentado à mesa em um bar devasso...
Lhe contemplo dama prateada...
Nas vertigens do vinho que me encontro...
Perco-me em qualquer abraço...

Nessa Babel em que sobrevivo...
Cantando os amores...
Escondendo os conflitos...
Em tudo o que sinto...
Sinto-me cada vez mais perdido...

Ergo o meu coração aos céus...
E lhe olho suspirando...
Não mais me reconheço...
Sou total abandono...

Tantos se foram...
E tão poucos chegaram...
Atrás de meu pálido sorriso me escondo...
Disfarçando meu embaraço...

Se fosse, por acaso, por ti contemplado...
Apenas um desejo eu queria...
Em poder mudar minha sorte...
Ter aqui ao meu lado...
Os muitos que amei...
E por quem muito fui amado...

Mas o tempo é ingrato...
E lentamente se esvai...
Amanhã já não mais estarás no céu...
E eu aqui continuarei com meus ais...

Sandrinho Chic Chic

facebook.com/conservatoria.poemas

⁠Cordas!
Quem são vocês?
Quem ?


Nos braços do meu violão, sinto a melancolia tomar conta e minha alma....
O coração, palpita, agitado, ondula nas emoções....
Quando o acomodo em meu colo.
A vontade é de pontilhar só com primeira de cima...
De repente, a segunda entra em ação, como desconvidada, se faz de santinha, e a terceira faz questão de entrar no cenário para derrubar minha inspiração....
O pontilhado é delicado, muito delicado...
E a quarta vê o espetáculo, e não aceita ficar de fora do refrão....
A quinta chega de mansinho, e implora para ser dedilhada pelo meu dedão...
O batuque começa pegar sentido, a melodia segue o fluxo...
A sexta?
Oh! corda fininha invejosa...
E não aceita ser excluída dessa composição...
Se fingindo de anjinha , ela estica, ela me leva, ela me consola e me põe a prova, numa orquestra nunca tocada e nunca ouvida por esse, violão...
Cordas!
Quem são vocês?
Quem?



Autor : Ricardo Melo
O Poeta que Voa

Inserida por JoseRicardo7

⁠Entre as sombras do adeus, o coração é um poço de melancolia,
Onde ecoam ecos de um amor que partiu, mas ainda se aninha.
No teatro da vida, a cortina caiu sobre o palco do afeto,
E a dor da separação se insinua como um frio inverno repleto.

Oh, homem de coração trespassado, teu peito é um relicário,
Guardando lembranças de um passado que se desfaz no calendário.
A mulher que partiu deixou rastros de saudade e desespero,
E o que resta são memórias que ardem, como brasas no fogueiro.

Ainda paira no ar o perfume da pele que um dia foi tua,
Mas agora, na solidão, a cama é um deserto que insinua
Que o calor humano se dissipou, deixando apenas o frio,
E o eco dos risos passados ressoa como um lamento sombrio.

As lágrimas, silenciosas testemunhas da tua dor,
Deslizam pela face, buscando alívio para a alma que chora.
A cada suspiro, ecoa a melodia triste da desilusão,
Enquanto o coração insiste em bater ao ritmo da solidão.

Mesmo assim, o amor persiste, como uma chama teimosa,
Que se recusa a extinguir-se, apesar da tempestade furiosa.
A mulher ainda vive nos recantos da tua mente,
Como uma sombra que te acompanha, constante e insistente.

Na escuridão da noite, o vazio se torna mais profundo,
E o eco do silêncio é a trilha sonora desse mundo.
Mas, oh homem que ainda ama e sofre na escuridão,
Lembre-se, o amanhã pode trazer consigo a luz da redenção.

Que o tempo cure as feridas e console tua alma aflita,
E que o amor renasça das cinzas, como a fênix bendita.
Pois, mesmo na dor da separação, há a promessa de um novo dia,
Onde o coração poderá encontrar a cura e a alegria.

Inserida por TchescoMarcondes

⁠A poesia faz parte da melancolia, vira fantasia ou maresia na cabeça de quem não tá na correria.

Eles tem dinheiro para guerras e para uma grande refinaria, mas não para alimentar os pobres. Isso não seria uma grande hipocrisia? E contra isso, qual seria a heresia?

Inserida por Abomin3V3L

⁠Melancolia

O frio da madrugada.
A escuridão que não me deixa ver nada.

Partiste e sozinha me deixaste.
Contigo toda a minha paz e alegria levaste.

Escrevo agora minha última poesia.
Sem rimas... sem métrica... sem nenhuma melodia.
Só uma nota triste que em toda ela persiste: a mais corrosiva melancolia.

Inserida por RosangelaCalza

⁠Esses dias me sinto tão tenebrosa
Sórdida, lúgubre, melancólica...
Preciso de uma lua
Que relumbreie e clareie meu negrume
Preciso de algo abnóxio e mavioso
Como posso ter algo assim?
Não sei amar alguém
Não sei ser mútua/recíproca
Sou sobejamente prolixa
E tenho uma vida monótona
Ninguém se predilecionaria por mim
Não mereço ninguém
Por isso vivo assim!

Inserida por derllanya3

com prioridade disse sem errar.
*
Sujeito passivo afogado em um copo de melancolia. Fervem tempestades dos teus olhos, chuvisca, sim, e pisca desatentamente ao lacrimejar eufórico. Disse pouco, mas, falou tudo o seu poema sem descrição. Alienígenas em sua porta, "e, da sacada sacou tudo ao seu redor.".
*
Ricardo Vitti⁠

Inserida por ricardo_vitti

⁠É preciso saber lidar
Em gênero, número e grau
Sobre as coisas melancólicas
Que abatem em nossa autoestima
Ser resiliente é uma alternativa
Para o encontro da paz
Acima de tudo
O formato do sorriso
É uma bomba mais profícua
Para abolição da ignorância.

Inserida por DiogoDenski

⁠Num abismo sombrio de desespero,
O transtorno de Borderline se abriga,
Um mar de melancolia, vazio e austero,
O amor e a intensidade numa dança intriga.

Na alma, um vendaval de emoções devastadoras,
Amor intenso, mas fugaz como a madrugada,
A valorização se esvai como sombras fugidias,
Enquanto a desvalorização inflama a ferida.

A autoestima se esvai em fragmentos dispersos,
Como um espelho partido, cacos em agonia,
A busca incessante por uma identidade.

Mas na melancolia, há um chamado de esperança,
Na aceitação e compreensão do sofrimento,
A luz tênue brilha na busca da bonança.

Inserida por Gamorim99

⁠O sabiá

Um sabiá canta no meu quintal.
Toda manhã ao pé da minha janela,
Um canto melancólico, ele parece contar
Uma história triste, porém singela.

Às vezes penso, que o sabiá que canta o dia inteiro
No meu pé de laranjeira é um lobo solitário,
Que vive entre as estações
E canta pra sobreviver, não porque é necessário.

Eu o vejo pela vidraça da Janela,
Por vezes embaçada de neve ou de poeira.
O sabiá, assim como eu,
Escolheu a solidão como companheira.

O sabiá sabe, assim como eu sei
Que o que era sublime e tão bonito
Ao mudar de estação se perde tudo
Seu canto fica mudo...Tudo cai no infinito.

Inserida por EvandoCarmo

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