Poemas Lya Luft fim de Semana
E quem
disse que
uma dor,
uma desilusão,
uma decepção
é o fim?
Na verdade,
é recomeço,
prova de superação,
mas nunca fim!
É como estar no final do dia e aguentar o caos, euforia.
Um rio de nós se vai todo dia; o fim de nós dois.
O fim da noite depois.
Os projetos não morrem:
São anteriores ao tempo
Existem antes do nascimento
E fenecem depois do fim.
Com eles se pode viver,
Mas não facilmente sem.
Vez ou outra renascem fortuitamente
E então pensamos ouvir os passos distantes de um ser que nunca nos foi
Ouvir a voz que ora nos apazigua
Quando, em verdade, são eles dando-nos asas ilusórias
Que mal dadas, são cortadas rentes
E muito posteriormente dilaceradas
Com a amplitude de inúmeros decibéis.
É tudo tão célere que mal notamos,
Tornamo-nos ao seio da mediocridade e vileza humanas.
Os projetos não morrem:
Pulverizam-nos.
Você traz aquele ar de fim de tarde, de calmaria, de saudade também quando perto de ti não estou .
Você traz a leveza do ser, o sorriso da alma e o aroma do viver, do meu viver.
Assim encontrei o que mais amo nessa vida, a leveza, o aroma, o sorriso e o viver, só que o último só tem sentido se for em teus braços.
Carta de despedida
Estou indo embora, e não parto sem tristeza.
É tão difícil dar fim a uma história que começou com tanta beleza.
Ontem eu sabia, mas hoje já não tenho tanto certeza.
Se sou capaz de viver sem você, se consigo ser minha própria fortaleza.
Ocaso
No fim da tarde,
Sob a luz amarela do sol,
Os pequenos pássaros pulavam
Pelos galhos.
Ao fundo, as margens barrentas do rio
Alimentavam as massas verdes e,
Ainda mais ao fundo,
A cítara e a tabla
Contavam uma história
Que não tem fim.
A filosofia te dá paz de espírito pela verdade da história e pelo fim das estórias.
A vida só se justifica se for repleta de heroísmos.
Filósofo Nilo Deyson Monteiro
o ato reflexo é só um agente
um símbolo possesso manipula a mente
o apartheid sem um fim a todo dia, uma mentira na verdade repetida.
FIM DOS TEMPOS
Dia a dia, corre-corre
Vida em falta de momentos
Chega o dia que se morre
Sobra tempo, enfim, dos tempos.
Ton Jófer.
Vejo a chuva cair
Sinto ela molhar aqui
Lavando a alma sem fim
Só eu sei o que sentir
Quando ela caiu em mim....
Um Guerreiro de verdade não se intimida
Não teme a linha de frente
Mas luta até o fim com sede de vitória.
De uma maneira boba sei como os meus maiores heróis se sentem no fim de tudo, pois o Jiraya não pode ter a Tsunade, Obi-wan ficou sem a Satine e eu sem você.
Mas no fundo eu quero te eternizar em forma de versos, mesmo que esses versos não tenham rimas, eles são você e eles viveram para sempre aqui enquanto a arte existir, enquanto palavras existir e enquanto o tempo for o tempo, eu te vejo.
A maravilhosa
Início q nunca tem fim...
Sempre sorrindo, as vezes chorando
As vezes parece q td está desabando
Beleza q nunca se acaba
Estrela q nunca se apaga
Luz em todo caminho
Linda smp sorrindo
Em poucas palavras
Amor q não se compara
Mente de doida
Aliás ela é muito boba kk
Rastro de emoção
Alma q completa o meu coração
Verdades q não são passadas
Isabelle, vc é uma pessoa rara
Lerda, q eu amo de paixão
Honestamente, até dormindo eu admiro
Ouço sua respiração, até o seu coração
Sua risada é engraçada
A maravilhosa q em mim faltava 💓
Fim da revolução
E comeco de uma nova era
Era a revolução da ilusão passageira
Que passa de era em era
"Por cada instante serei grato,
de tal modo e sempre tanto,
que ao ocaso,
ao fim e ao cabo,
permaneçam só o olhar,
o abraço,
e todo encanto."
Motivos pra continuar
•Já andei demais pra chegar até aqui;
•Está mais perto do fim do que do começo;
•Marido, filhas, mãe e irmã;
•Pessoas precisam ouvir meu testemunho;
•Realizar sonhos antigos, que ainda sejam sonhos;
•Viajar para fora do país;
•Fazer um curso;
•Escrever meus livros;
•Fazer aula de canto;
•Cumprir meu chamado.
- Qual é sua lista?
que o fim me carregue.
*
"Instiga o intrigante verso surrupiado do pensamento. Faltas ditas, e o instinto é um atuar intuitivo e o mesmo que roubou a flor dos dedos, e, como uma fera alarmada denunciou as farpas jogadas. Pensa! Romperam os laços afetivos e na contramão só se vê abismos. Se encontram naquele diálogo, esperneiam, e saem em um descompasso obturado dos lábios que desfiguram o espaço pasmo.".
*
Ricardo Vitti
