Poemas Góticos de Amor
As vezes o silêncio é necessário como uma estratégia de sobrevivência.
Mas, Nunca abaixe a cabeça diante de uma dificuldade ou derrota.
Sempre busque o bom senso para seguir em frente.
“Silêncio não significa omissão,
ou talvez tudo em todo lugar ao mesmo tempo,
e não esteja apto a entender a outra versão.”
“Não subestime quem concatena em silêncio.
Cuidado e muita ponderação.
São pessoas que excessivamente observa e pensa.”
"O silêncio ensinou-me a proteger,
e não perca o que não existe.
Simplesmente seja imparável.
E deixe que pense que
sua alma já cansou de explicar.
Então, cuide do seu mundo físico,
emocional, espiritual
e da sua própria energia."
Minha inspiração viajou,
sumiu enquanto eu dormia.
Fiquei em silêncio, calada e vazia,
sobre mim, as nuvens do céu me olhou
e caiu em prantos, choveu em mim lágrimas,
de solidão, em naufrágio espero ser resgatada...
Memória presente...
Silencio na noite cálida a luz da lua
entrava pela janela
Iluminando a minha solidão e saudade
E eu me debruçava nos sonhos
Numa descuidada harmonia com a brisa que toca
Meu rosto... Quais afagos de outrora
Dos dias inesquecíveis em que nos
Amamos intensamente...
Felicidade feita de momentos encantadores!
E eu continuei sorvendo a beleza da
Memória presente tatuada em meu corpo
E no meu coração...
Desse grande amor que me eterniza a alma !
VERSOS LENTOS...
Amo o silêncio por que tu nele habitas
Trago comigo as dores desta paixão... Breve... E pura...
Murmuro versos lentos... Compondo a minha solidão...
Onde cabe um poema para te sentir e ver?
Escondo os júbilos na lembrança do que um dia fomos
Eu acordo todos os dias lentamente com o aroma da alucinação...
Deste passado... Tão recente...
É tão difícil acordar num vazio assim tão profundo
E uma caricia serena de amor... Separa-me da solidão!
Sei que me alcanças mesmo não me sabendo...
É que a memória não esquece... Deste amor que devaneio
Todos os dias...
O silêncio fala...
Às vezes invado as madrugadas
Olhando o mar de minha janela...
O que seria o mundo sem mar
Sem a imensidão dessas ondas em fúria
Que se quebram na areia... Sem este verde esmeralda...
Da cor dos olhos teus...
Conto os sorrisos de um júbilo entorpecido...
E nestas noites de luar onde o meu silêncio fala
Na inquieta prece... Palavras que me saem do coração...
E em silêncio sussurro um poema... e passeio a alma
Sentindo o aroma das flores... Das montanhas...
Dos campos e da brisa que vem do mar...
Nos meus lábios o
Verbo... Amar!
NÃO SEI SE VIRÁS... MAS EU TE ESPERO!
Foram tantas as palavras trocadas durante o nosso silencio...!
Tu foste a historia que escrevi em versos durante toda a minha vida
Paginas e páginas escritas... Falando deste amor e desta dor...
Mas aprendi nas tuas ausências que cresci... Com essas lembranças...
E evolui com toda esta saudade que senti...
Descobri então que não sei se eram de ti ou de mim...
De como eu me amava o suficiente para não deixar que a paixão
Fosse maior que a minha vida!
Desisto de mim quando me envolves e esqueço-me da dor...
Morre em meus lábios uma lágrima de amor...
Fecho os olhos e o meu pensamento voa até ti
Aguardo-te...
E volto a te esperar...
Não sei se virás... Mas eu te espero!
UM ETERNO DIA...
Presa ao encanto do silêncio
Viajo em noites e madrugadas frias...
Fugindo da agonia...
Na procura de um doce instante...
Procurando a rota de um sol brilhante
Talvez... Um eterno dia...!
Pássaro que sou pousado em teu coração
Ou uma pétala de flor voando sem destino...
Aonde a saudade vem consumindo...!
Hoje respiro o silencio...
No relento da noite...
Adornada de princesa... Para deixar transparecer minha alma
Para que a vejas... Qual me viste em sonhos...
Deste-me as mãos e percorremos oceanos inteiros e
Viajamos nas ondas... No marulhar das águas...
Fizeste-me promessas... Nunca mais saudades ausentes...
E, deixei-me sonhar. ...
Escutando uma doce melodia até o amanhecer...
Poemas foram ensejados para ti...
Vem precisamos sorrir... Vamos atirar ao mar nossas dores...
A partir de hoje...
Espero-te!
Numa lua de Jaci...
Meus olhos te seguem ternamente
neste silêncio de um anoitecer lento....luminoso...
Refletido nas aguas deste rio ...
Num tempo de anseios...E sentires...
No aroma desta selva ...num céu estelar...
Numa lua de Jaci...
Segue a constelação do meu olhar. Toma meu coração..
Abraça a minha alma....consola-me em teu peito...
Abriga-te em meu ventre...e te vislumbrarei em todas as noites
De luar...
E te contemplarei sempre e eternamente!
Sou um cais sem barcos...
E nesta solidão...
Um acaso de amargos presentes
E neste silêncio que assola o coração
Sou o tempo
Escondendo o mistério das penumbras
Sou a mentira cruel que afogou a verdade
Sou um par de pérolas
Na amnésia do mar brincando de vida...
Nestas lágrimas de dor e alegria
Sou um amor guardado em soluços
Sou tantas dores, e tanto perdão!
Sou um violino tocando notas musicais...
Imitando as marés e os gritos de uma gaivota!
Sou um trovador apaixonado ... Meu nome é melancolia!
A SEREIA
A madrugada acordou com o Canto da Sereia
Todo silencio tinha a exaltação das tormentas
Trovoes e relâmpagos rasgavam os céus
Iluminando aquela noite escura... E
Eu ansiava pelas manhãs de primavera...
E eu colhia pérolas na aurora
. E eu chorava mares...
Atravessando os rios...Encantada ...!
Nunca mais...
Nunca mais quero entender
O que o silêncio da tua voz
Faz nos meus ouvidos ausentes de tuas
Palavras de amor... São gritos de desamor**
Ensurdecedores...***
** Iguais a um termino de festa
De dias carnavalescos... ***
**Chega-me a doer este grito mudo
Enquanto lágrimas rolam nas faces sem cessarem...
E com minhas mãos carentes de ti... ***As enxugo e
Junto-as a mágoa antiga das dores...***
Ah! Doce são os sentires da alma...desenhados em noites
De temporais... nas vidraças de minha janela!
Perdoe-me...
Minha poesia magnifica qual o silencio
De teu terno sorriso... A canção que ouço tocar...
Este crepúsculo que chega lentamente
Avermelhando o céu antes tão azul
Cânticos do ângelus... O vento e a musica buscando
Um porto... O canto secreto de um sonho findo...
É um poema... Versos vindos da alma...
Tenho no rosto uma tristeza infinda...
Um choro de uma angustia que trago no peito...
Vêm à noite onde estrelas caem no mar...
Iluminando a escuridão e rasgando o silencio...!
Traga-me de volta o teu olhar ....o teu amor...
Peço-te mais uma chance...
Do fundo do meu coração... Perdoe-me!
O silencio da minha alma!
Tenho um grito de pássaro que vem da alma
Sou uma gaivota perdida no espaço
Muitas vezes exalto o amor
Noutras carrego nos meus voos uma grande dor...
Neste momento me visto de poeta só para escrever versos...
São palavras que vem no torpor dos sons...
Um poema delirante
Onde escuto melodias silentes... No final das tardes...
E vou tingindo os céus e o horizonte com pincéis
- de uma cor dourada -
E sorrio ao recordar o teu sorriso num lento entardecer ...
E viajo batendo as asas... Hesitante... Para depois deixar chegar à escuridão...
E guardar este momento dentro do silencio da minha alma!
O teu silencio...
Este pensar em ti a cada segundo
Quais anseios de alento infindo e de
Um ultimo beijo que te dei...
Nossos segredos ficaram ocultados nas noites
De esse amar com ares antigos... E nostálgicos
E entre ritmo febril da essência
Onde o pranto não dilacera a saudade...
Tua voz calou-se... Então eu te perdi...
Vou amargando os temores do silencio
- murmúrio secreto e indivisível -
E assim o sonho se perde na lembrança do tempo!
Sou eu...quem te ama!
Tu és um poema magnifico escrito no silencio
Das minhas noites insones...
Um anjo que os meus olhos seduz
Meu mais belo sonho... Minha eterna espera...
A mais linda canção...
É qual o volitar de uma gaivota varrendo o horizonte
Em manhãs primaveris... E neste delírio constante em te ter
Anseio por ti... Amo-te
E te penso...e te tenho...
Sou eu quem te ama...
Nas minhas mais profundas fantasias...!
