Poemas Góticos de Amor

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Tacamos uma pedra
não pra acertar alguém
mas pra ver até onde o silêncio aguenta.

Stephanie


Ela é de Capricórnio.
Não nasce.. se constrói.
Pedra sobre pedra, silêncio sobre silêncio.
Independente
porque aprendeu cedo
que promessas quebram
e quem segura o mundo
é quem não o larga das próprias mãos.
Fiel de poucos amigos —
não por frieza,
mas por profundidade.
Raiz não se espalha na superfície,
raiz escolhe onde fincar.
Ela parece inverno,
mas quem atravessa o frio
descobre abrigo.
Ama sem espetáculo.
Cuida sem anúncio.
Fica.. quando decide ficar.
E quando escolhe alguém,
não é impulso.
É destino assinado em rocha.

Criança não entende orgulho,
não entende briga de adulto,
não entende silêncio imposto.

Ela só sente falta.

Sente no vazio da pergunta que ninguém responde,
no “cadê?” que vira rotina,
no abraço que simplesmente parou de existir.

E quem afasta…
acha que tá vencendo.

Mas não percebe que tá ensinando abandono,
plantando insegurança onde só devia ter amor,
e deixando marcas que o tempo não apaga.

Porque criança cresce…
mas o que faltou nela
não cresce junto.

Fica.

E grita em silêncio pro resto da vida.

No conflito,
o silêncio
às vezes
é cansaço.
Não cura —
pausa.
E quando for possível,
permanecer.

Há janelas que não obedecem ao vidro.
Às vezes deixam o mundo entrar em silêncio, como quem abre cortinas para um sol tímido que ainda não sabe se é manhã ou memória. Outras vezes, sem aviso, devolvem o olhar com força: viram espelho e mostram aquilo que a gente tenta fingir que não vê.
E há dias piores, em que a mesma abertura se desfaz em abismo — não por maldade, mas por profundidade. Como se a paisagem tivesse desistido de ser paisagem e resolvesse encarar de volta.
Talvez não seja a janela que muda. Talvez seja o olhar que aprende, ou se perde, no que ela decide refletir.

Nem todo silêncio é paz,
às vezes é só o coração cansado
de insistir onde nunca foi casa.

Em silêncio mas ouço uma canção...
Recolhendo frutos desta destruição.


Hoje eu sei que aquilo era uma última oportunidade...
Mesmo que todos tenham insistindo bastante.


Mas veja, os meus amigos estão seguindo por mim...
Eles conseguem bem manter aquela chama...
Que por um tempo nos fez pensar que éramos mais fortes.


E eu sei que, no agora talvez,
eles tenham uma vida tranquila
Ou apenas fingem ter momentâneas felicidades...


Cara, por um tempo eu achei aquilo tudo incrível...
mas algo verdadeiro também se foi...
E junto com isso algumas possibilidades...


Ok! Vou criar um silêncio dentro de mim...
Enquanto grito pra todos, o que eles tanto querem ouvir...


Yeah...yeah...🎸🎶

30 dias, 720 horas, 43200 minutos do maior silêncio que já encarei. O barulho de Rubens preenchia a casa, a rua, os dias e meu coração.
Hoje o silêncio da sua ausência me faz viver na pausa. A pressa por viver, amar, fazer e acontecer era a principal face de Rubens e por 4 anos tive pressa também.
Dono do "deixa que eu faço", o marrento não perdia um instante.
Me pego pensando como é difícil encarar a solidão da vida sem Rubens e dó demais.
Me entorpeço da minhas memórias e a dor passa.
Ainda é cedo pra falar de saudade boa, mas a gente ri lembrando dos "shows da Xuxa" deles.
No espetáculo da vida ele foi o protagonista do amor.
Mala, cara amarrada mas sem limites para amar.
Não teve adeus, nem choro porque não era o fim.
A vida continua e as cores aos poucos vão tornando o recomeço mais fácil.
As noites fico na sala por horas imaginando como estará seu Rubens no céu? Imagino ele chegando ansioso e querendo fazer obras, mudando nuvem de lugar, juntando estrelas pra esquerda, querendo mudar o sol de lugar, e até botando os anjos para trabalhar e organizar tudo kkk
Hoje dia 30 do meu segundo recomeço, me ouso apertar o play as vezes e ouvir novas canções.
É seu Rubens, você partiu e partiu meu coração.
Seguirei sentinela desse amor que mora dentro de mim. Te amo meu pai! 15/04/2026

Líderes fracassam em silêncio todos os dias.


E o motivo é sempre o mesmo.


A falta de conhecimento real dos seus colaboradores!


E isso tem solução: Heteroconhecimento!

No fundo da cova que eu mesma cavei,
onde a fé já não tinha voz
e o silêncio gritava mais alto que tudo,
eu me perdi de mim.
Por muito tempo carreguei culpas como correntes,
dias sem cor,
noites sem sono.
E um vazio que eu não sabia explicar.
Eu me olhava
e não me reconhecia.
Era como existir sem estar viva,
respirar sem sentir.
E foi la, no pior de mim
que o nome de Jesus ainda vivia.
Fraco… quase apagado,
mas o suficiente pra me alcançar.
Eu não sabia pedir ajuda direito,
não soube orar bonito,
minhas palavras saíam quebradas,
assim como eu.
E mesmo assim
Ele veio.
Não esperou eu me reconstruir,
não exigiu que eu fosse forte.
Me tirou do lugar
Onde eu já tinha aceitado morrer por dentro.
Me levou do escuro
que eu já chamava de casa.
Mas não houve julgamento.
Não houve rejeição.
Somente braços abertos
pra alguém que já não se achava digna.
Me acolheu.
Não como quem sente pena,
mas como quem ama de verdade,
como quem vê além das minhas falhas.
E quando eu desabei de vez,
quando não sobrou nada em mim,
foi nos braços dEle
que eu caí.
Pela primeira vez,
não doeu.
No meio daquilo que parecia fim,
eu encontrei descanso.
Jesus não me encontrou forte.
Me encontrou quebrada…
e mesmo assim,
me quis.

@Por_tras_de_uma_mente

Apenas vou…

O adeus é o silêncio
Discreto, cifrado em sinais.
O adeus sorri irônico..
apresenta-se na Ausência, dormência e demência.
O adeus soa em notas separadas,
Escreve-se tímido. Letra por letra..
O adeus é percebido…
O adeus está na falta…
Do não estar daquilo que era..
apenas uma sombra..
apenas uma sobra…
e depois, nem isso..
(Júlio Raizer)

A cada dia...


A cada dia nos
distanciamos mais,
de Silêncio em silêncio...

És verso
Há o barulho do silêncio, na tépida madrugada.
A chuva que rola solta pela areia seca de uma duna em movimento.
O brilho do sol por trás da noite enluarada,
A cantiga nova repelida do firmamento,
As vozes de uma multidão numa cabeça já cansada.
A fantasia na realidade digerida
Transforma em cantos o redondo dessa vida.
Sem fome num banquete já servido,
Gritaria aos milhares se pelo menos um tivesse ouvido.
Indaga-se a renúncia da pena quando faltam letras,
Procura-se a poesia no campo já florido.
Num alarido majestoso colheu a flor solitária de um buquê róseo,

Há um pouco de tudo em tudo que vemos.
Há o barulho do silêncio, na tépida madrugada.
A chuva que rola solta pela areia seca de uma duna em movimento.

O brilho do sol por trás da noite enluarada,
A cantiga nova repelida do firmamento,
As vozes de uma multidão numa cabeça já cansada.

A fantasia na realidade digerida
Transforma em cantos o redondo dessa vida.
Sem fome num banquete já servido,

Gritaria aos milhares se pelo menos um tivesse ouvido.
Indaga-se a renúncia da pena quando faltam letras,
Procura-se a poesia no campo já florido.

Em sílabas mortas o guardião fez moradia.
Trancou a porta e se afogou na água fria.
Sentiu-se imponente sob o sol da manhã

Gotejou lampejos de suplício na tarde vã.
Lutando contra o mundo, soldado único se fazia.
Num alarido majestoso colheu a flor solitária de um buquê róseo,

e presenteou suas lembranças no esquecimento da sua história... (Júlio Raizer)

"Se todos soubessem o peso das palavras, darias mais valor ao silêncio.Quem sabe assim ouviria mais a voz de Deus e quando falassem seria com a voz do Espírito."

—By Coelhinha

"Que eu entenda Deus que o Teu silêncio não é abandono, mas um momento de fortalecer a minha fé, ter confiança e amadurecimento espiritual em Ti. Traga sempre a minha memória que estáis ao meu lado segurando minha mão e não permitindo que eu caía. Como diz em Tua palavra: 'Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus' (Salmos 46:10). Que esse versículo se aplique cada dia no meu espírito me trazendo paz porque eu sei que este silêncio é o Teu convite para entrar na sala do Trono; confiar e orar, pois o silêncio do Senhor é cuidado, jamais negligência. Amém!"


—By Coelhinha

Fiz uma aliança
com a paciência e o silêncio,
eles são imbatíveis
no decorrer do tempo.


Fiz uma aliança solene
com a paciência e o silêncio.
Eles não se apressam,
não se ferem
e não se desgastam
apenas atravessam o tempo
com a força indestrutível das coisas
que sabem esperar.


Eu, que já fui tempestade,
aprendi com eles
que nada vence aquilo
que permanece firme
no seu próprio ritmo de eternidade.


Fiz uma aliança mansa
com a paciência e o silêncio.
São meus companheiros antigos,
guardiões do instante.
No decorrer do tempo,
descubro que eles vencem tudo...
o ruído das urgências,
o peso das inquietações
e das horas que tentam me arrancar
de mim mesma.
Com eles, aprendi a respirar o mundo
no sopro suave do que não pressiona,
mas floresce...
✍©️@MiriamDaCosta

Se eu tivesse sido concebida
pela brisa do silêncio,
eu não teria brotado
um furacão de palavras ...


e não teria espargido pétalas de poesia
nas estrofes do vento da minha existência,
que sussurra versos gritantes de vida
entre as linhas do tsunami da minh'alma ...


Um'alma poética
ama o silêncio
mas não pode
ser silenciosa ...


ela não é silente
e nem faz ruído
ela escreve...
✍©️@MiriamDaCosta

Toda lagartinha
traz em silêncio
um segredo guardado...


o vôo
que ainda não nasceu
as asas
que dormem dobradas
a beleza
que o tempo amadurece...


Ela rasteja devagar
mas dentro dela
há um céu
esperando para se abrir...


✍©️@MiriamDaCosta

Os sonhos não dormem e nem morrem,
apenas aguardam, em silêncio,
o instante em que a tua alma desperte
e teus passos os chamem para dançar...


Eles se escondem nas frestas do tempo,
respiram dentro do teu peito,
sussurram na tua sombra,
esperando que a tua coragem
lhes devolva o corpo da vida...


Porque sonhos são sementes eternas,
que mesmo soterrados e esquecidos,
guardam em si a fúria da primavera....


✍©️@MiriamDaCosta