Poemas Góticos de Amor
Tantos gênios que acham que não são gênios porque alguém disse "você não é capaz";
As palavras são armas, que não deveriam ser manuseadas por qualquer um.
A vida e um fio de linha muito frágil, hoje estamos aqui,com nossos sonhos, metas e objetivos, amanha podemos ser só lembranças
Uma vida humana dura em média oitenta anos terráqueos ou cerca de trinta mil dias terráqueos. O que significa que eles nascem, fazem alguns amigos, comem muitas refeições, casam-se, ou não se casam, têm um filho ou dois, ou não, bebem muitas taças de vinho, têm certo número de relações sexuais, descobrem um caroço em algum lugar, sentem um pouco de arrependimento, imaginando para onde foi aquele tempo todo, sabendo que deveriam ter feito tudo diferente, percebendo que teriam feito tudo do mesmo jeito, e então morrem. Caem na grande escuridão do nada.
Palavras vazias não expressam a vontade de um sonhador, decepções não estragam o que na vida têm valor e a dor sempre haverá, mas no ardor de uma mente sofrida e no anseio de uma palavra não dita, o que importa é o amor.
Fico imaginando o que é uma pessoa morando no seu país e não sabendo ler, não entendendo essa quantidade gigantesca de informação que a cerca, que nos bombardeia o tempo inteiro. Deve ser a coisa mais triste do mundo.
E lá estava, inerte, apático, imparcial...Era nada mais que um abismo, convidativo, suplicando miseravelmente que fosse possuído, consumido, perpetuado. As frias teclas do piano velho sendo delicadamente acariciadas realçavam sua magnitude, seu perfume, sua legítima grandiosidade. Éramos apenas um, em harmonia. Notas musicais e ruídos se colidiam pelo quarto. Sua apatia era esmagadora para mim, como um encantamento, profundo e soturno. Sua imagem inflexível evocava tristeza, solidão.
Eu penso na finitude, porque está perto. Tenho menos tempo adiante do que aquele que já passou. E isso não é uma festa. Na hora de ir, eu vou ter pena. Eu gosto muito da vida, o que eu vou fazer?
Você já teve aquela sensação de que se você estando ali ou não, tanto faz para os outros? Que por mais que você tente ser legal, ninguém liga? Que mesmo você rodeado de pessoas, você se sente sozinho? Eu sinto isso toda hora...
Era o primeiro dia do fim da minha vida. Claro que eu não sabia disso quando abri os olhos pela manhã e vi que estava atrasada.
E nesses momentos de desespero já não sei quem sou, minha essência foge de mim e dar lugar ao que não sou eu, me adormeço e espero a tempestade passar. mas no fim ela sempre deixa rastros...
Se quiserdes saber por que isto acontece, digo-vos que o motivo é que tudo me desagrada, detesto o vulgo, a multidão não me contenta. Somente uma coisa me fascina: aquela em virtude da qual me sinto livre na sujeição, contente no sofrimento, rico na indigência e vivo na morte. Aquela em virtude da qual não invejo os que são servos na liberdade, sofrem no prazer, são pobres nas riquezas e mortos em vida, porque trazem no próprio corpo os grilhões que os prendem, no espírito o inferno que os oprime, na alma o erro que os debilita, na mente o letargo que os mata. Não há, por isso, magnanimidade que os liberte nem longanimidade que os eleve, nem esplendor que os abrilhante, nem ciência que os avive.
Minha alma está cansada de olhar pela janela dos meus olhos e ver tudo escuro, sem graça. Ela se entristece com o barulho agonizante que entra pelos meus ouvidos e ecoam dentro do vazio que há em mim. Ela quer fugir
Eu não tenho nenhuma dignidade. Eu quero ser a única pessoa que não morreu com dignidade. Eu vivi a minha vida inteira com vergonha. Por que eu deveria morrer com dignidade?
(George Costanza)
Manter os olhos bem abertos é uma questão de sobrevivência. Curioso observar os que fazem o contrário. Sobrevivem às custas de manter os olhos bem fechados.
Nunca diminua o sofrimento de ninguém só para que você se sinta forte e poderoso. A dor do outro importa, sim!
