Poemas Góticos de Amor
O que a morte leva por mais simples ou horrível que seja quando vivo, se torna dolorido pra quem o conhece.
Não sorria para mim ,se eu me apegar a você ficarei triste ,pois tenho medo de que um belo sorriso se transforme em lagrimas .Não tente nos prender na palavra "AMOR",porque é um desejo que não pode ser saciado ,A princípio tudo se divide em exitações e preocupações .
A espera inconsciente, a tristeza da perda, pode ser menos dolorosa quando se prende à boas lembranças.
Quando não tiver mesmo jeito de impedir que a tristeza entre, não ofereça-lhe assento, apenas um copo de esperança, e ela desistirá de se hospedar.
O corpo pode viver 100 anos ou até mais , porém no pior dia da sua vida é ali o dia da sua morte espiritual , o resto do seu tempo você vai viver morto por dentro
Na vida só se sabe o que a morte permitir e na morte só se sabe o que a vida permitir. O limite é só o bloqueio de distinção!
O Diabo é adotador da morte?Vivos julgam mortos com seus critérios vitais; os mortos jugam os vivos pelo mistérios da morte.
Existe beleza na tristeza, não pela dor, que é óbvio que machuca, mas pela profunda e íntima reflexão que ela nos provoca na alma.
O medo é a tristeza amarga que invade o nosso interior e destrói o nosso exterior.Mas, para que isso não aconteça,é convém estarmos sempre unidos de modo à não deixar que o lúcifer entre na nossa casa porque ele está sempre à espera de qualquer deslize para atacar.
Há algum tipo de doce inocência em ser humano - em não ter que ser apenas feliz ou apenas triste - na natureza de ser capaz de estar, ao mesmo tempo, quebrado e inteiro.
Não deixe que o problema de uma só coisa estrague todo o seu dia. A vida é curta já que a morte vem em grande parte das vezes sem nenhum aviso prévio, onde tudo pode acabar como num passe de mágica. Não se pode é claro ignorar um problema. E não se pode mais ainda viver em função dele.
O que me deixa triste não é a ingratidão das pessoas. O que me deixa triste é a incapacidade delas sentirem gratidão.
Triste daquele que: chegando ao final da vida, trocaria tudo que conquistou, pela chance de corrigir um erro que cometeu.
Ela tinha um sorriso meio que triste, meio sorriso, meio cepticismo, um olhar meio que determinado, meio cheio de duvidas, meio cheio de certezas, o jeito dela era meio tímido, meio «quero-me esconder», meio «eu mando nisto». Ela era feita de meios, de contrários, de meias incertezas e de certezas incertas. E era isso que a fazia tão diferente, porque a única certeza que se tinha com ela era que ela sempre estava por perto. Mesmo estando longe, meio que sempre presente, meio que inalcançável, meio que minha, meio que eu.
Não sinto fome ou sono. Não sinto vontade de falar ou de fazer algo. Sinto-me triste. Compro livros e não sinto vontade de lê-los. Sinto-me mal. Eu queria fazer algo, mas só em pensar nisso, sinto-me deprimida. Eu só queria ficar no meu quarto e chorar. Parece que tudo vai dar errado se eu sair, porque sempre dá. Eu sempre faço tudo errado. Eu sinto dores pelo meu corpo todo. Eu sinto minha alma chorar. Sinto meu espírito triste. Não sinto vontade de lutar.
