Poemas Góticos de Amor
Eu vi.
Vi a morte, o fim.
Ela se parecia com algo que não se pode tocar.
Com algo que não se pode amar, mais.
Com alguém que não pode mais estar.
Eu procurei e achei a morte na dor e no sofrimento.
e na morte, encontrei... paz.
Carne rasgada
O povo brasileiro
Com fama de hospitaleiro,
guerreiro,
Não se importa com a morte de um negro
nascido e crescido
Na pátria amada brasil
Mas se importa com armamento
Acredita em fake news
Agride adversários
E acha que é lixo
Quem luta por igualdade
A carne rasgada e ferida,
atrocidade maldita,
Mostra racismo e violência
Na terra do deus acima de todos,
Desnudo de caridade e cheio de maldade
Na patria amada, sangrada
Onde a mentira e tirania
escancara o brasil
Que se desfaz para uns e previlegia os demais
Uma dor inexplicável ,um sentimento latente , uma montanha de medos , um lago de tristezas e meu silencio…
Há uma ponte que me separa do gosto de sentir, gostaria de atravessá-la mas não consigo ,embora você a veja ,eu não consigo enxergá-la .Perdi minha visão quando cai ,eu só não sei em qual das minhas quedas parei de ver-vi. Seria como tentar andar na agua , nada consegue me segurar , sempre estou me afundando.
Ainda lembro de como nadar ,só que minhas forças se estão esgotando.
Socorro ! Tem alguém aí ? Grito dentro de mim. Mas ninguém vai me ouvir Por mais que eu queira. O ultimo barco que passou pelas minhas aguas não ouviu minha voz.
Eu me pergunto. Vou sobreviver... viva ?
Feiura é tão triste quanto belo.
Tristeza é tão belo quanto feio.
Beleza é tão feio quanto triste.
Amor é tão alegre quanto o ódio.
Ódio é tão triste quanto o Amor.
A morte é tão triste quanto a vida
A vida é tão alegre quanto a morte.
Sonho é tão amargo quanto a realidade.
A realidade é tão doce quanto o sonho.
O sol é tão ruim quanto a chuva.
A chuva é tão boa quanto o sol.
A dúvida é tão deprimente quanto a certeza.
A certeza é tão nobre quanto a dúvida.
diante de tantos contrastes, o equilíbrio é um desastre.
Diante de tanta harmonia ao som de uma sinfonia, aspira-se o ar da hegemonia no qual resulta de uma disfonia oriunda de uma alegoria.....
Navegante destemido
Eu não temo a morte
Eu não temo a vida
Tenho arte atrevida
Não posso negar
Eu sou homem de sorte
E eu vivo sem norte
Navego sozinho
Por todo lugar
A pior morte, é aquela em que sepultamos nossas virtudes em "vida" por não darmos o devido valor merecido e sim, ter valorizado mais à vaidade egoísta, superficialidade de relacionamentos, atitudes medíocres e a mentira.
Não existe uma única verdade por serem várias, o que existe, é um pensamento que determina o que ele mais valoriza.
Nnão devemos lamentar a morte,
já que é um destino inexorável,
mas ao mesmo tempo é difícil justificar.
A morte de mim mesmo...
Cada momento vivido é um
exibicionismo, onde narciso acha
feio o que não é espelho,
Cada momento vivido é um preparo
para a morte,
cada segundo expirado é um
questionamento sofrido.
Quanto tempo me resta?
Quando na verdade tempo não existe,
morte é transcendência para o fato de
simplesmente SER!!!
O objetivo da vida,
é a morte.
Existem duas maneiras
de alcança-lo,
por acidente, ou por mérito,
cabe a você,
tentar evitar a primeira.
Na vida mesmo com a Ansiedade,Medo,Insegurança,
Indisposição,tristeza e Solidão, a luz nunca sumirá, basta acreditar e lutar que ela voltará.
Mesmo que seja difícil persista, se uma tempestade surgir, permaneça forte e não deixe ela te puxar, pois com fé e persistência a paz você alcançará ✨😉
Do infinito surgiu o princípio. A luz e a sombra dançavam sem forma, enquanto o tempo começava a traçar seu caminho. O homem e a mulher nasceram sem saber de onde vieram, sem compreender o propósito da existência. Tudo era passagem, transformação, mas ninguém se dava conta.
As estrelas brilhavam no céu, cumprindo silenciosamente seu papel. A lua observava, testemunha dos ciclos que nunca se interrompem. O vento sussurrava verdades esquecidas, enquanto o mar, imenso e profundo, guardava mistérios que ninguém ousava decifrar.
Pensaram que sabiam. Construíram certezas onde só havia dúvidas, repetiram ensinamentos que nunca foram completos. O que terminava, na verdade, não acabava, e o fim era apenas uma ilusão. Tudo se movia em uma dança que poucos percebiam. Mas agora, algo muda.
A fase racional chega, como um novo horizonte que se abre para aqueles que desejam enxergar. O que antes era vazio se torna compreensão. O universo, antes desencantado, começa a revelar seu brilho real. As portas se abrem para quem busca, para quem entende que nada está perdido, apenas oculto, esperando ser revelado.
Agora é o momento. O chamado ecoa no tempo. É para já, é para agora. Aqueles que despertam sabem que não existem verdades absolutas, apenas caminhos, apenas pistas. E quem as segue, finalmente, começa a ver.
O Ciclo da Doença: Reflexão sobre Vida, Lucro e Morte
A vida moderna parece girar em torno de hábitos que nos aprisionam: vícios, consumos excessivos, distrações digitais. Não são apenas escolhas individuais, mas engrenagens de um sistema que conhece nossas fragilidades e as transforma em lucro.
Planos de saúde prosperam com a manutenção da doença, reajustando valores enquanto a população se torna dependente de consultas e exames. A indústria farmacêutica sustenta sua riqueza em medicamentos contínuos, que não curam, mas mantêm o corpo em funcionamento. O SUS, mesmo essencial, reforça essa lógica ao garantir acesso universal ao tratamento, mas não à reversão.
E quando o corpo finalmente cede, o ciclo não se encerra: funerárias transformam o luto em negócio, oferecendo pacotes caros e associando amor e respeito a cerimônias luxuosas.
O percurso é claro:
Hábitos nocivos → doenças crônicas → tratamento contínuo → manutenção da doença → morte precoce → lucro funerário.
Assim, o sistema não cria os vícios, mas deles se alimenta. A saúde se torna mercadoria, a doença, fonte de renda, e até a morte é explorada como oportunidade. O que se revela é um ciclo perverso, em que viver e morrer se confundem com consumir.
No Reflexo do Outro
Nas sombras da dor escondida, No vazio de mentiras guardadas, Reside a alma ferida, De solidão, traumas, desamparadas.
Se a injúria vem à tona, Olhe para o sofrimento oculto, No desprezo, há uma pessoa Cuja miséria é profundo tumulto.
Inveja é frustração disfarçada, A raiva é ferida não curada. Não se ofenda com o alheio mal, Corrija-se, como um ritual.
Nutra a alma, ao ego deixe de lado, Se precisar partir, vá sem rancor. O amor é chave, prece e recado, Deixe para trás toda dor.
Seja gentil, bondoso, como estrela-guia, Na jornada do coração, encontre paz, harmonia.
Em um campo de batalhas travadas, Ergueu-se um coração de coragem forjada. Nas sombras frias de noites sem fim, Uma vencedora nasceu, firme até o fim.
Na angústia profunda, a dor enfrentou, Jamais desistiu, mesmo quando o mundo tremeu. Sua fé, viva como chama eterna, Rochosa e inabalável, sempre serena.
Entre as cruzes que a vida lançou, Seu espírito se manteve, nunca vacilou. Decepções vieram, mas não a abalaram, Sua calma resoluta, as tempestades desarmaram.
Com a cabeça erguida, seguiu sua jornada, Cada passo firme, em direção à alvorada. Uma nova vencedora, história escrita na luta, Uma vida de fé, que nada machuca.
Que seu exemplo ilumine os corações, De todos que enfrentam as mais duras provações. Que a vitória de uma, seja a esperança para muitos, E que a fé, como guia para outro mundo faça a travessia.
Dissipando as Sombras da Ignorância Através da Meditação
Enquanto a ignorância persistir como uma sombra teimosa no horizonte da consciência, a jornada diante de ti será marcada por incontáveis reencarnações.
Há aqueles que, ao longo de muitas vidas, inadvertidamente cultivaram a semente da ira, permitindo que suas raízes se aprofundassem no solo fértil de seus corações. Sem perceber, alimentaram o hábito da raiva, tornando-se prisioneiros de suas próprias emoções inflamadas.
Outros, escravos dos instintos mais básicos, foram enredados nas tramas do desejo sexual, consequência de hábitos arraigados em múltiplas existências. A sabedoria sussurra que não há momento mais propício do que o presente para travar a batalha contra esses hábitos debilitantes.
A libertação está na prática serena da meditação. A meditação é o melhor caminho para a alma encontrar a saída da roda de sansara. Cada instante de meditação é uma lâmina afiada que corta os grilhões invisíveis que mantêm a alma acorrentada. Assim, a mente, como um jardim outrora negligenciado, começa a desabrochar sob o cuidado amoroso da atenção plena.
Dessa maneira, a luz do autoconhecimento dispersa as trevas da ignorância, revelando um caminho de serenidade e clareza. A jornada, antes penosa e interminável, transforma-se em uma dança graciosa de redenção e despertar.
A morte, para muitos, é vista como um momento de perda profunda e dor insuportável. No entanto, aqueles que compreendem a verdadeira natureza da espiritualidade enxergam-na sob uma luz totalmente diferente. A morte não é uma despedida definitiva, mas sim uma viagem para o mundo astral, um reino de existência que transcende o plano físico.
Esse conceito de morte e perda, tão intrínseco àqueles que investem suas vidas no material e no ego, é apenas uma ilusão. É uma perspectiva limitada, incapaz de compreender a vasta riqueza da experiência espiritual. Para os que nunca vivenciaram a espiritualidade na prática, a morte parece ser um fim, uma separação irreparável. Mas, para aqueles que se conectam com sua consciência espiritual, a realidade é muito mais grandiosa e inspiradora.
Através da visão mediúnica, temos a capacidade de ver e ouvir naturalmente aqueles que já deixaram o plano material. A barreira que separa o mundo espiritual do físico começa a se dissipar, revelando um universo de comunhão eterna e entendimento profundo. Nessa jornada de descoberta, percebemos que nunca estamos verdadeiramente sozinhos.
No dia em que despertarmos para a verdadeira essência de nossas almas, a separação entre o espiritual e o físico deixará de existir. Seremos capazes de navegar entre esses reinos com a mesma facilidade com que respiramos. A verdadeira conexão, aquela que transcende a morte, será finalmente revelada, e entenderemos que a vida é uma continuidade infinita de amor e consciência.
Sempre estás
Se estou nas mais altas montanhas
Lá tu estás
Se estou triste e sem forças
De lá tu me tiras
Se a aflição me visita
Lá tu estás
Quando a fé me falta
Tu me levas a descansar.
Quando penso que o fim chegou
Uma canção de louvor me sai dos lábios!
Perfeito e pleno amor
Encontro todos os dias em Jesus meu Salvador.
Eu prefiro a morte e não aceitei morrer,
Pois as pessoas precisam de mim.
Pois, embora seja nobre viver pelos outros,
É injusto para mim,
Deveria desejar a vida para mim,
Não para o outro.
Na dança suave da vida, um fotógrafo a caminhar,
Entre luzes e sombras, o coração a palpitar.
Um capítulo encerra, um amor que se desfez,
Mas na resiliência encontro força outra vez.
Nas lentes da vida, capturo a superação,
Cada clique, um passo em direção à redenção.
A separação, qual negativo a revelar,
Mas na revelação, a força a desabrochar.
O obturador da dor, em meu peito pulsante,
Cada lágrima caída, uma cena marcante.
A separação, um foco desajustado,
Mas na resiliência, um novo olhar é forjado.
As fotos do passado, um álbum a fechar,
Memórias que persistem, mas o futuro a esculpir.
No estúdio da alma, moldo a minha trajetória,
A resiliência é a luz, a guiar-me com glória.
Entre poses de tristeza, sorrisos ressurgem,
A cada revelação, mais forte me ergo.
O coração, como câmera, guarda o aprendizado,
Na força da resiliência, o amor é renovado.
No tripé da esperança, firmo meus passos,
Como um fotógrafo que encontra em seus traços,
A beleza da vida, mesmo após despedidas,
Na resiliência, a alma se refaz e se desdobra.
Assim, eu sigo, um fotógrafo resiliente,
Clicando a alegria que emerge, mesmo após o lamento.
A separação, uma paisagem no meu caminhar,
Mas na resiliência, um novo horizonte a se revelar.
