Poemas Góticos de Amor
A felicidade é tão monótona, prefiro a tristeza. Ela sim me entende, ela sabe como me abraçar. A felicidade me soa estranha, algo novo. Tenho medo de coisas novas, o desconhecido.
A tristeza me entende, ela sabe que música eu gosto, quem eu amo e quem odeio.
Meu nome deveria ser Rafael Da Tristeza.
A felicidade me vem do nada. Domina-me, me faz feliz e depois se vai. Ela é passageira, odeio coisas passageiras. A felicidade me deixa triste.
Mais um dia está chegando ao fim. Aqui dentro uma tristeza atravessa minha alma como uma espada. Nas minhas mãos a decisão... Nos meus olhos o presente... Nos meus sonhos o futuro... No meu coração há um aperto profundo. Um mixto de medo, amor, saudade, sensatez... Nasci pro céu! Nasci pra conquistar! Nasci pra ir adiante... Além do que posso ver... Choro agora, mas sei que as lágrimas purificam meus olhos. Olho com clareza. Sinto que não tarda meu sorriso. Não é em vão! No meu coração há uma coragem abnegada, uma esperança imortal. Na minha alma um anseio blindado. No meu olhar uma luz que não se apaga. Cravada em mim está a lança da dor. Mas tenho calma... Tenho a certeza... Tenho a fé que é a mais preciosa armadura contra toda a tristeza. Sim, choro agora... Mas é um choro momentâneo. Choro da incompreensão... Choro amargo... É madrugada... Choro agora, mas minha vitória vem logo pela manhã!
By Dani Oliveira.
É triste olhar para si mesmo e perceber que você às vezes cultiva sentimentos ruins...
Todavia, só faça a colheita de sentimentos bons no arado da sua alma. O resto deixe apodrecer, secar e depois queime!
Você é humano, sente ódio, raiva, ciúmes e inveja. Não deixe esses sentimentos serem nutridos para que eles não criem vida!
Fiquei triste, mas não o suficiente pra me fazer pensar nisso o tempo todo. Não entendi o seu sarcasmo, mas agora também nem tenho mais interesse em saber.
Deixa assim.
Você não é o primeiro e nem o último a não entender minhas atitudes. Você disse uma vez: "As pessoas mudam conforme o tempo", mas parece que isso só pode acontecer com você, com suas atitudes e pensamentos. Eu também mudo. Eu mudei! Tirei um tempo pra mim, pra pensar em mim. Mas você parece não entender. Não entendi o sarcasmo.
Deixa assim.
Sombra e Luz
Nenhum espírito da comunidade terrestre possui tanta luz que não admita em si certa nesga de sombra, nem existe criatura com tanta sombra que não guarde consigo certa faixa de luz. Aprende a fixar o próximo com a claridade que há em ti. Não creias, porém, que semelhante trabalho se filie ao menor esforço porque, pelo peso das trevas que ainda imperam no mundo, a sombra que ainda nos envolve, na Terra, a cada instante, insinuar-se-nos-á no próprio entendimento, perturbando-nos as interpretações.
Se te demoras na obscuridade, não enxergarás senão os defeitos e as cicatrizes, as feridas e as nódoas que caracterizam a fisionomia do irmão infortunado, constrangendo-te ao medo e à usura, à incompreensão e à aspereza. E sabemos que quantos se detêm no cipoal ou no charco não encontram outros elementos, além da lama ou do espelho, para oferecer. Alça a lâmpada acesa do conhecimento superior e avança para a frente e, então, a ignorância e a delinqüência surgir-nos-ão aos olhos por enfermidades da alma, que é preciso extirpar, a benefício da felicidade comum.
"Não saiba a vossa mão esquerda o que deu a direita” – ensina-nos o Evangelho – e ousamos acrescentar:
”não saiba a nossa sombra o que fez a nossa luz”, porque, dessa forma, avançando, acima das tentações da vaidade e do desânimo, a chispa humilde de nossa fé no Bem Infinito poderá transformar-se em chama viva e redentora para o caminho de todos os que nos cercam.
A metástase da carne tem início na alma. O vírus do câncer é quântico. Morte no multiverso, todas as réplicas tombando como peças de dominó.
Morremos em série, a nível cósmico. Apagados, obliterados, dizimados. O não-ser da mais infinita impossibilidade, nada pleno, oco perfeito.
Morremos molecularmente. No osso do átomo. Na estagnação do elétron. Deus cai na latrina e o Demônio toca a descarga. Morremos. Morremos.
Morremos e enquanto agonizamos a morfina do entretenimento nos distrai do estertor uníssono de células presas aos coágulos pastosos que somos.
A cultura da maldade, da imbecilidade e do vazio. A cultura da ausência de cultura. Não contra-cultura, mas a própria antimatéria da cultura.
Todo conhecimento convergindo para um fétido buraco-negro, ralo que suga mentes e amalgama cérebros perdendo-se no fomento do agora crônico.
Mas que dor seria legítima sem espectadores? Um ator não representa por detrás das cortinas. Toda calúnia há de ser lançada ao devido rosto.
Para que soro corrosivo da encenação grotesca carcoma a vil máscara do público, revelando a fealdade explícita por trás da maquiagem humana.
Sair de si mesmo!
Um poeta escreveu uma triste poesia sorrindo...
E depois logo em seguida chorou
e escreveu um poema de felicidade
Não pense que o poeta quando triste só fala de lágrimas
Ou quando alegre só fala de alegria
Escrever poesias muitas das vezes é sair de si mesmo,
para chorar ou sorrir e assim demonstrar
os sentimentos de outro alguém!
E eu que fico doente e ninguém sabe,
fico triste e poucos veem, fico chateada
e sou errada, haa... Mas é só eu está feliz
que todos querem saber o porq, e tentam acabar com
a minha alegria!
VOCÊ JA SE PERGUNTOU PORQUE CRIAMOS DEUSES E FANTASIAS, MITOS? PORQUE TEMEMOS A MORTE?
Nos primórdios da existencia humana, eramos obrigados a enfrentar a crueldade, a morte e a fria realidade da natureza de frente, não havia supermercados, geladeiras, enlatados, conforto, eramos obrigados a lutar com animais mais fortes e ágeis, nossos companheiros de batalha eram mortos sem piedade na frente dos nossos olhos, a morte, medo e sofrimento era companheira diária, mas em troca, eramos mais fortes, não havia espaço para ilusões, fantasias, amigos imaginários, sabiamos que a natureza era cruel, não havia como inventar um deus pai protetor, conheciamos a realidade da maneira mais cruel, mas com o passar dos tempos, com a evolução mental aliada a capacidade de raciocinar, começamos a domesticar animais, cultivar lavouras e plantações, criamos o comércio, ferramentas, tudo ficou mais fácil, nos distanciamos da realidade, e como consequência nos tornamos "fracos" escravos de nossa própria inteligência, começamos a criar mitos, deuses, fantasias pra preencher o vazio de estar longe da realidade da natureza, hoje tememos a morte pois não convivemos com ela, somos considerados evoluídos, mas somente em alguns quesitos, em outros somos mais ignoranteS que os animais selvagens, somos a única espécie que oramos pra amigos imaginários, adoramos estátuas, consideramos as pessoas em pecador e não pecador, julgamos o próximo pela sua crença, pelos seus atos, somos a única espécie preconceituosa e materialista, e sem querer exagerar, chegamos a um ponto onde até uma vaca pode nos considerar "ridiculos
Amigos Duplicam as alegrias e dividem as tristezas.
São Leais. Companheiros. Verdadeiros.
Tem Afeto. Tem Cumplicidade.
Confiam cegamente.
Amam incondicionalmente.
Se doam verdadeiramente e nada esperam em troca.
Quantas AMIZADES você valoriza e ama todos os dias?
Quantos AMIGOS você ainda vê todo dia?
Quantos AMIGOS você conseguiu preservar?
A AMIZADE É SIMPLES E INCRÍVEL.
BASTA SE DOAR DE CORAÇÃO.
Vamos cultivar os Amigos!!!
Ame você também! Pois nós AMAMOS.
Se você não venceu...
Não fique triste.
A vitória é também daqueles que se disponibilizam a participar da luta.
Homenagem ao teu dia
És alma que me foges a todo momento
Nas alegrias tão boba
Nas tristezas um só lamento
Insistir em ti
... É como jogar
Oferendas ao mar
Que engole cada palavra
Ou quem sabe
Carrega para as profundezas
Para a calma do desfrute
Ou mesmo devolve
Cuspindo à beira
Devolvendo indignada
Uma enxurrada de besteiras
Mas perdoa-me
Pelas faltas de acertos
Por esquecer palavras
Nos cantos dos becos
Por às vezes ser este oco
Como mato cortado por um louco
Tú que tanto és pra mim
Pelo que te sou tão pouco
E somos Severinos,
iguais em tudo na vida.
Morremos de morte igual,
da mesma morte Severina,
que é a morte de que se morre
de velhice antes dos trinta,
de emboscada antes dos vinte,
de fome um pouco por dia.
(Morte e Vida Severina)
Na profunda tristeza, a oportunidade de reflexão.
Na extrema alegria, o perigo da inconsequência
No paradoxo, a gente vive. Ou pelo menos tenta.
Tenho andado triste, louca, paranóica...
Ando querendo sugar as energias positivas,
Destinadas a mim...
Por quem me quer bem. Assimilando em não me querer bem.
Que loucura! Tenho passado, ultrapassado,
Todos os limites...
Até os meus. Às vezes penso: chega, cansei,
Não quero e não dá mais para prosseguir.
E tem dias, que essa 'insanidade'
Dissipa toda a minha insensatez.
Logo eu, tão 'segura' e auto-confiante
Me pego, em crise de identidade...
Espero que logo passe...
Há de passar.
A vida é feita de altos e baixos, momentos tristes e momentos felizes, e feita também de grandes amizades, loucuras de amor, grandes besteiras tudo isso e uma vida.
Saber viver e o mais importante, do que me vale uma vida sem aproveitar tudo de bom q têm nela, tantos as coisas boas tanto as ruins fazem parte da vida.
Os grandes amores Também fazem parte da vida e as grandes decepções Também, Amar é muito bom não tem coisa melhor, saber que tem alguém que se preocupa com você, saber que você e a razão de viver pra essa pessoa, ter alguém para desabafar quando tudo parece que está desabando.
Amar faz parte da nossa vida, quem nunca amou mesmo não sendo correspondido. Somente admirando a pessoa que se ama a distância? Mais é tão bom amar publicamente pra todo mundo ver e ouvir, pra você poder gritar pros 4 cantos do mundo q você ama alguém.
Mas as decepções Também acontecem fazem parte da vida, quem nunca levou um fora? As decepções de certa forma ajudam a fortalecer as pessoas as decepções nos ensinam a viver, ensinam que nem todos são como imaginamos, ensinam que as pessoas mudam, faz parte do seu modo de vida, se aprende que a mentira não leva a nada e que as vezes nós erramos em nossas escolhas, e que esse erro é normal todo mundo erra, A gente se torna mais experiente, Aprende que decepções não ensina a viver.
Longos anos protegidos pelas sombras das árvores,
resolveram um dia em fim
abrir os olhos e deixar a luz entrar.
Mas o tempo passou
e eu acabei regredindo aos antigos amores
que hoje já se encontram frios e sem sabor.
Na macies de tua pele me perdi novamente,
eu sei, não exitei em errar.
Então resolvi conter os espinhos
que dentro de mim tomavam forma.
Agora estou confuso,
mas sei que essa tempestade esta perto de acabar.
Eu reneguei o sol que um dia sorriu pra mim
e hoje tento achar alguma luz que possa me acalmar.
Para que os sonhos não se quebrem desta vez.
Alguns corações serão partidos eu sei,
mas nada que o tempo não posso curar.
A Morte Não É Nada Para Nós Habitua-te a pensar que a morte não é nada para nós, pois que o bem e o mal só existem na sensação. Donde se segue que um conhecimento exacto do facto de a morte não ser nada para nós permite-nos usufruir esta vida mortal, evitando que lhe atribuamos uma idéia de duração eterna e poupando-nos o pesar da imortalidade. Pois nada há de temível na vida para quem compreendeu nada haver de temível no facto de não viver. É pois, tolo quem afirma temer a morte, não porque sua vinda seja temível, mas porque é temível esperá-la.
Tolice afligir-se com a espera da morte, pois trata-se de algo que, uma vez vindo, não causa mal. Assim, o mais espantoso de todos os males, a morte, não é nada para nós, pois enquanto vivemos, ela não existe, e quando chega, não existimos mais.
Não há morte, então, nem para os vivos nem para os mortos, porquanto para uns não existe, e os outros não existem mais. Mas o vulgo, ou a teme como o pior dos males, ou a deseja como termo para os males da vida. O sábio não teme a morte, a vida não lhe é nenhum fardo, nem ele crê que seja um mal não mais existir. Assim como não é a abundância dos manjares, mas a sua qualidade, que nos delicia, assim também não é a longa duração da vida, mas seu encanto, que nos apraz. Quanto aos que aconselham os jovens a viverem bem, e os velhos a bem morrerem, são uns ingénuos, não apenas porque a vida tem encanto mesmo para os velhos, como porque o cuidado de viver bem e o de bem morrer constituem um único e mesmo cuidado.
PEREGRINO
Nem mesmo a tristeza
Desse momento crucial
Pode arrebatar a esperança
Que adubei no coração
Dissiparei o medo
Protegerei minha emoção
Pois nem mesmo a frustração
Meus sonhos matarão
Desfrutarei tranqüilamente
Todo tipo de situação
Sendo nada permanente
Logo muda a estação
Pois sou um peregrino
Neste caminho da vida
Anelante de aventuras
Desbravador de conquistas
