Poemas Góticos
Não te esqueci amor .
Por mais que tente adormecê-lo
no meu silêncio e com a brasa
da minh'alma selvagem ...
A saudade inda teima e está sempre presente.
Os meus sonhos só renascem docemente
na tessitura dos teus olhos
no pulsar do teu jeito sereno
lindo e incandescente.
Hoje...
Eu só preciso de paciência
Serenar minha alma
e fazer do meu silêncio
aquela infinita calma.
Toda vez que eles se vão eu pego o violão
Esento aqui na escada
Em um silêncio onde notas e acordes
Substituem as palavras
Onde a emoção,justifica minhas linhas
Tão mal trassadas
E as lágrimas que fizeram essa folha ficar manchada
Mas eu já tentei,já levei outras naquele nosso lugar
Mas nenhuma faz lá ser
Oúnico lugar
Onde eu queira estar
RQuando o silêncio vem.
Quando o silêncio vem e em sua ternura que meu eu grita.
O silêncio vem de mansinho como quem chega chegando.
E com ele o silêncio trás pensamentos por vc.
Aí meus pensamento quebra o silêncio ,e começam a
Se perguntar ,cadê ela.oq ela está fazendo,ela está bem,ela está sorrindo ou não,que ela gosta .que música ela ouve ,que roupa está usando.
Então o silêncio se quebra com o sinal de mensagem q vc manda ...com um (oi)" oi boa tarde vc está bem.
09/03/2017 a.:t.:d mesquini.
"No silêncio pensei em
algo, quando escutei sua
meiga voz, o silêncio se
encerrou e minha harmonia iniciou"...
"O silêncio a maioria
das vezes,é semelhante uma
das mais suaves melodias,
momento ótimo para pensar,
refletir, se permitir"...
VÍRGULAS
Entre um livro e outro
um recíproco silêncio,
entre um gole e outro
uma pausa de recesso,
entre um verbo e outro
apenas a palavra certa,
entre um beijo e outro
os lábios são saciados,
entre nós e os outros
a virgula é a diferença,
entre todas as histórias
não temos ponto final,
Cheguei a conclusão que,
Assim, como a dor do meu silêncio!
Como tanto fizeram
Como tanto fiz...!
Tão próxima ou até distante,
Ou como o meu grito causou eco...
Senti .que tenho que viver
sem aqueles que podem viver sem mim...
,,
A melodia desse amor me tirou para dançar
Descalça no salão das brasas
O silencio da duvida se escutava no ar
Cega e com as mãos atadas
Só sentia ele me levar
Tentava acompanhar
As nuvens me escutavam cantarolar
Meu corpo todo a se queimar
Chamava o vento para me lavar
Sentia as cores do mundo me misturar
Meu coração pedia para respirar
Você me olhava sufocar
Bebia tragos de mar
Embriagada de tanto te chamar
Me despia mais uma vez para sonhar.
Seja o silêncio as palavras.
Seja o olhar os gestos.
Seja o abraço os castigos.
Seja o que for para nada.
Quebrando silêncio.
Caminhando perdido desiludido.
Onde a desilusão ,tudo faz preto e branco.
Entre tons de cinza,encontro uma Rosa vermelha ,linda e imponente .
Com seu encanto me chamou a atenção .
Ela é tão linda imponente ,entre a falta de cor.
Parado fiquei a adimirar,minutos horas,dias.
Entre meus pensamentos escapava minha voz ,dizendo como ela é linda.
Fazia de meu canto ,minha voz a chamar sua atenção.
Nem minha canção,meu bom dia a chamava atenção.
Triste já estava perdendo a voz,cabeça baixa,a chorar,ouço e sinto algo no ar.
Ouso uma voz a me pergunta .
Porque você parou ,parou de cantar eu estava gostando .
Então um perfume junto com a voz veio me alegra .
Já não avia mas o cinza, tudo em volta começou a se embelezar ,mas mesmo ,
vendo todo aquela jardim,só a Rosa consegui amar.
E voltei a cantar meu coração voltou a sonhar.
Nem mesmo a cobra com seu veneno em palavras ,consegui nos separa .
Então digo é possível sim ,um Sapo amar.
Não posso tocar na Bela Rosa .
Mas posso admirar e pra ela cantar.
01/04/2017 a.:t.:d.: mesquini
Eu ando um pouco calada.
Esperando no meu silêncio,
Deus se manifestar,
e meu milagre chegar!
Porque ele vai chegar!
A minha fé me faz acreditar!
Sobre o silêncio...
Minha poesia vai dormir agora.
Ou silenciar com teu silêncio,
Aquele que teimas
Em "usar sabiamente"
E que me faz mal...
Silêncio sepulcral;
O meu sepulcro!
É lá que repousarei agora,
E por ora,
Minha poesia
Repousará...
Ele afunda em silêncio, consumido por "ais" e "uis" e "por quês". Poderia se juntar à cerâmica fria, se imaginar em um isolamento perfeito, imerso em lágrimas, longe de todos os elementos que fervorecem o ambiente, gritam, gemem, o fazem querer escapar. Por fim, torna-se uma concha, que um dia já foi forte e neste momento tenta provar mais uma vez sua força, tentando continuar selada, protegendo-se, envolvendo em nácar tudo aquilo que a ameaça. Ao fim, obtém sua pérola e a segura com sua mão trêmula, protegendo-a, apertando-a contra seu peito.
Sua pérola, nada mais do que uma coleção de má lembranças que justo agora não deveria abrilhantar, uma aglomeração de invasões de espaço; vinda de tempo, de outros, de sua própria protetora.
Ele sente, se amedronta, aloca possíveis acontecimentos porvir. Teme que possam cutucá-lo, abri-lo, simplesmente afim de explorá-lo.
Sem contra-ponto ele retorna, não seguro de si, não seguro dos outros, mas seguro de que agora sua rígida pele irá protege-lo como um forte manto, sua capa cristalizada em cálcio, seu próprio escudo, parte de sua idealização.
Ele só quer ser lembrado por sua forma, seus traços, sua força. Como uma concha ele enfeita o ambiente, traz consigo sua beleza, seus segredos.
Tudo deve permanecer assim
E mesmo que passem dias,meses,anos
ou no silêncio das palavras
meu olhar amoroso sempre vai ser pra você.
Quando você está longe...
A felicidade de mim se afasta...
Em silêncio total, pareço um monge...
Saiba que apenas a sua presença me basta!
Pedro Marcos
"espaço reservado”,
diz em silêncio
o sorriso forçado,
enervado,
desconcertado,
de quem, deliberadamente,
não prossegue uma conversa.
Ama-loi-ei em silêncio.
Você sempre estará em meus pensamentos e meu coração.
Vou ser feliz.
Com você em meus sonhos.
