Poemas Góticos
Nessa noite irei encontrar meu destino
Apenas um pouco de luz para poder sonhar
Tentarei libertar minha alma,não desejo ficar preso para sempre neste lugar
Minhas memórias ficarão e acharam meu caminho
Então deixe ir minhas memórias para elas desvanecer se na pouca luz que me resta
Nesse exato momento prezo para escolher meu destino antes do mundo cair
AO INFERNO
O que eu farei com estes dias escorregadios?
Desfalecem pelas falanges dos meus dedos
Calejados pelas lutas, socos. Pelos medos!
Tempos de dores. Traições. Amores vadios...
Os que comiam meu pão hoje são meus algozes
Devoraram minha carne e chuparam meus ossos
De mim sobrará?_ Não sei. Deles?_ Destroços!
Suas palavras são doces; seus atos tão ferozes...
Tempos traiçoeiros, vis, maus e inclementes
Cheios de fel, intentam envenenar à mim
Mas tenho o olho do corvo e da serpente...
E das horas de agora, pois, o que ei de fazer?
Nada farei. O que faria eu, inocente enfim?
Ao inferno com o hoje. É o que tenho à dizer!
Anna Corvo
Pseudônimo de Elisa Salles
@Direitos autorais reservados
"Me leve, me leve embora agora
Para longe de tudo
Para bem longe desse mundo
Pois eu não aguento mais"
Eu queria
Eu queria um jardim
Apenas de rosas negras e mortas
Assim como eu
São lindas
Sombrias
E mortas
Mórbidas
E melancólicas
Eu sangro todas as noites,
pensando em você.
Sacrifico-me todos os dias por
você,
Agora não sou eu que vivo,
você vive em mim.
Você vive em meu
pensamento,
Você vive em meu olhar,
Você vive tudo em mim,
Você vive me possuindo todo
instante, todo minuto, todo o
dia.
Sangrarei até o ultimo dia de
minha triste vida pensando em
você,
Cortaria meus pulsos se você
sorrisse pra mim novamente,
Daria minha vida,
Daria minha alma,
Mataria,
Só pra ter você novamente.
Nunca falei à frase, Eu te amo!
Mas pra você eu diria, repetiria
a cada segundo bem alto para
todo o universo ouvir.
Sangrando eu gritaria...
- EU TE AMOOOO!
anjo tocou minha vida e meu espirito,
entre leões o amor,
que tocou a fome a raiva,
nessa solitude,
pairam muitos pensamentos,
e desejos e quanto,
queres sois o tudo,
mesmo cegos
de ansiedade e tristeza,
banha com a luz de tua alma.
somente sorrisos alem do vazio,
tudo soa o apogeu...
em pigmentos de tintas
mero estupor corporativo,
tudo é piada de amor...
no contexto sombrio.
Anjos caídos
a luz não controla
as vozes do céus
são apenas ordens
com todo sofrimento
não somos controlados
entre as trevas sentimos
o gostos da morte,
como em uma cena
ainda morremos diante
as ordens que caiem dos céus,
nunca senti tantos desejos
e prazeres negados pelo
simples dom estar entre eles...
somos anjos simplesmente.
toque meu coração com tantas palavras
o meus tem notas de uma musica,
me escondo nos meus pesamentos,
olhe no profundo dos meus olhos
sinta morte, me abrace...
para que viver?
sempre a um céu abandonado!
dance no tumulo dos teus antepassados...
sorria a vida é apenas um detalhe na escuridão.
quando som da minha voz tocar
seu coração morto...
vou tentar sorrir diante morte.
Mais uma vez os anjos olham
Para aqueles que olham
Entrelinhas olhos para eternidade
São as janelas da alma...
Perdidas para sempre entregue a sorte...
Somos o suplício de suas lamentações...
Não tem mais que fazer diante
Tantas maldades.
Nas profundezas sempre a bondade...
No obscuro dentro da alma.
Imensidão de coração... Sentença
Abadia de tantos por tão pouco.
O extremo da escuridão...seja a solidão
Em tangentes de um olhar vazio...
Ate vadio no caos dos pensamentos...
Estão sempre mortos em conflitos...
Nunca foi uma espécie particular
Da onde imponentemente abraçamos
Em uma linha abandonada.
Apenas tempestades que afloram
No destino que lhe foi dado
Ate que o anjo da morte decida.
Anjos caídos todos no esquecimento...
Mesma despedida de suas lamentações...
Os flagelos são incomuns para muitos
Eternos para outros; verbetes com veneno
Sempre um gole de bela dona
Corre entre as veias da alma se dispersa.
Igualmente uma sombra do que somos.
meus medos são consequências
sempre meus desejos são além...
arrasto meus sonhos dentro do além
olho para seu rosto sinto tudo, mas nada mudou
é mesmo olhar do espelho refletindo minhas decepções,
no clamor pedido somos apenas folhas jogadas ao vento,
comuns nesta vida maldiz meros momentos...
sem mais ou menos se julga em jala de emoções,
desejos pequenos prazeres num riacho bruto
imensa represa de lindos olhos perdido na imensidão...
um cálice de vinho nas borda dos seus lábios...
sinos de prazeres esquecidos em algum lugar...
que não tenho lembrança de tal sentimento.
por Celso Roberto Nadilo
sentimentos
Todas as razões para se refletir
Nada demais...
Dentro do horizonte...
Sentimentos sempre
evaporam-se
Nos últimos fragmentos
Muito bem maldiz que lhe dava
As sombras da maleita...
Ousadia semelhante aos olhos
Semelhante tua alma na abadia
Sendo saudades dos quais se foram...
Meros pelo amor em pura Solitude.
celso roberto nadilo
numa pedra deixei minha vida
tantos sonhos
irmã beba meu sangue
deixe me ver a eternidade,
nunca deixarei de tocar teu coração frio...
seja forma tocar uma musica de acorde,
beba minha alma perdida,
abandonei a luz
me abrace na escuridão,
não quero ver céu azul,
sinto minha alma viajar na eternidade,
não faça promessas,
pois ninguém voltará a vida
depois que escuridão chegar,
o sangue alimentará tua alma perdida,
veja escuridão nos meus olhos.
escute essa musica,
que ela tocou os laços da eternidade,
ninguém é um herói,
a vida só tem sentido quando chega ao fim
beba meu sangue seja minha para sempre.
o céu queima com meu sangue,
o que foi nunca foi tão belo...
tente tocar meu coração...
não mais desejos desta vida
de hipocrisias vejo os mortais...
deixe de acreditar num Deus...
minhas lagrimas escorreram com sangue,
olhei para minha alma e seus flagelos
não tenho mais que esperar cair do céu,
promessas nada mais queimaram meu coração,
nas chamas meu sangue ferve de lembranças...
sonhos eternos como as lagrimas de anjo que caio
por amar o eterno sentido da paixão.
todos dias somente sou mais um entre muitos
nunca deixo de sentir tanto,
somente sou mais um no meio de tantos,
mais um a sentir uma dor que não tem fim,
o sol não me da mais o calor da esperança,
a escuridão dos meus pesadelos são tão normais,
mais um dia na eternidade solitária de minha alma.
meus olhos se perderam na escuridão...
estou cego de paixão,
a vida não me agrada mais...
nenhuma lembrança foi tão viva
quantos meus sentimentos foram deixados
minha alma sangrou todos dias quando me deixou.
meus segredos sãos paranoias na minhas mente,
diante todos fatos ocorridos sem ser sensato,
olho minha tristeza e deixo...
ela caminha com suas próprias pernas...
penso no enorme vazio que ninguém conhece...
com palavras simples deixo tempo ser constante...
nas fronteiras da minha sanidades, todas as loucuras,
são normais ate começo a pensar nas coisas que aconteceram.
grito no meio da multidão
mas ninguém liga para isso
mesmo arrancando do coração
nada faz diferença na hora,
mesmo que mundo termine ninguém liga...
neste circo todos palhaços matam
e sorriem com o fogo da suas almas
numa nuvem sem destino
o nevoeiro é grito de desespero.
tantos corpos espalhados
isso faz nenhuma diferença...
Amanhecer sonho vagabundo
Desleixado com essa moral...
Burgueses que trolados sejam
Nas serpentes da realidade,
Somos a sobriedade de alguns segundos
Maltratados pelo simples ato ser
Não nascer no berço de ouro...
Sempre foi e será o apogeu,
Como tantos somos muitos abandonados...
Viver um momento simplesmente
por mais um tempo, sorrir e ate chorar...
Entres magoas do mundo...puro,
Fruto do destino perdido...
Na imensidão de tantos desejos...
Seja o desespero de minha alma...
No desperdício da fome que...
Nunca se cala diante tantas coisas belas
Se encontra no profundo do teu coração.
Porque não é possível encontrar facilmente...
No momento que começa não tem fim....
Com uma dor que deseja e assim lhe
Da prazer no meio do tempo que tudo parou.
