Poemas Famosos sobre o Mar
Açoitado sobre as ondas, e os vendavais, no meio do mar, revolto e bravio, entre as altas e fortes ondas se batendo, o meu barco vai... com o risco de naufragar!
Sinto as minhas forças se esgotando, não me deixa afundar, o vento sopra, o medo aperta, o mar se agiganta, o coração inquieta, quando vejo as ondas invadindo o meu barco para me tragar!
Eu gosto de falar muito muito para expandir seu coração ao nivel do céu do mar aberto que vejo em seu olhar...
Eu sei ser suave, eu sou brisa mas com você queria ser tempestade,vento forte mar mar revolto e te balançar para todos os lados...
E que meu corpo seja apenas o barco e meus pensamentos o mar aberto e se você for boa marinheira e amar o mar apenas navegue sem direção...
Meus olhos nunca se perderam na imensidão do mar,meu rosto já sentiu o calor forte do sol mas, não como do deserto e seu calor escaldante,já andei descalço sobre pedras que feriram meus pés,e debaixo de chuva forte e fria que parecia congelar a pele e me fazia ansiar por um abrigo um teto sobre a cabeça,então que meus olhos não se percam na imensidão do mar, porque isso me soa tão triste e meu coração não anda bem,e que meu rosto não se queime ainda mais no calor escaldante pois o deserto me trás na mente a palavras solidão e morro de medo dela,e pisar descalço em pedras me mostra hoje que eu não parei de caminhar,e a chuva fria me fez virar homem e resistir as tempestade da vida.
A natureza é a bela amada que se renova com o amor dos que passam
A realeza do mar, que estupefacía os homens passageiros com as suas ondas serpenteantes,se agiganta com os corpos nus dos que passam.
O mar e os meus motivos românticos são iguais na imensidão, ninguém os pode medir apenas existem na sua extensão,
Vou alugar um barco para visitar todos afluentes e medir o volume de águas que o mar salga sem nunca chegar à doçura do rio.
O solfejar de um general que ama fazer coisas perigosas: Navegar sobre um mar de tubarões, conduzir na contramão, ultrapar sobre a linha contínua e amarela e embriagar-se antes da partida com solfejo de geral nebulado com coisas perigosas entre os lábios semi abertos, gosta fazer coisas perigosas. Amor ardente com as suas misteriosas maravilhas de um perigo eminente.
Gosto estar à beira mar, gosto estar a apreciar o vai e vem das suáveis ondas do mar, elas de facto vêm e beijam as areias. beijam e acariciam os belos corpos dos banhistas e sem zangas voltam ao mar e deixam muita espuma como sinal de satisfação.
O surfista queria ser feliz na onda do mar, ficou dias à fio esperando por uma boa onda, onda que cativa e põe as pranchas em delírio, até que o horizonte escureceu, o mar amargurou-se e uma onda gigante soltou-se do labirinto, bateu com a praia e não mais voltou; era o tisunami que rompeu com o surfista e o atirou contra as paredes matando o hábito do vem e vai das ondas do azul do mar.
O sol beija o mar e o céu azul empresta o seu brilho ao fundo do mar, as estrelas são vistas na escuridão do mar e são confundidas com o cintilar dos olhos lanterna dos peixes e os cardumes que se movem para sítios incertos vão mostrando, um peixe duas estrelas, por fim um mar de estrelas no fundo do mar até o sol raiar.
Viver no automático; Casa trabalho casa, caminhadas à beira-mar e de vez em quando mergulhos ao mar, uma cerveja que acabava em três quando a sede tomava conta de mim, algumas e muitas visitas aqui e acolá, tudo isto fez-me um homem automatizado. Agora estou num emaranhado com soluções disfarçadas nesta mistura. Vivo conscientemente e se levantar-se questões reestruturo-me e separo partes em componentes para a solução da questão. Já não vivo no modo automático, mas no modo consciente. Viver mais consciente é um dos ingredientes da inteligência emocional, mas o normal é viver no automático mesmo não sendo o melhor normal.
O azul do céu, que se perde nas lindas águas incolores do mar, que faz serpentear as suas ondas à proa do barco que apresenta a flâmula da beleza de mulher...
Estou olhando para a imensidão do mar neste momento e imaginando tantas coisas a nosso respeito, nem sei dizer em palavras o quanto será bom, te reencontrar meu amor.
O mar e as lágrimas tem algo em comum: o sal, Mas a chuva, ah a chuva são os olhos de DEUS chorando amor em doces lágrimas pela humanidade
É CONGRUENTE: Mar e solidão.
O sal flui nas águas e nas lágrimas; frias, mas com a finalidade de queimar.
Eu queria ter só um pedacinho da força desse mar de hoje. O impulso que não desiste, na coragem que cativa a maresia da vida, alta, baixa e na calmaria.
Lua, mar e amar:
Reciprocidade oculta de um momento, de uma poesia e de um sonho que se afugenta no primeiro raio.
