Poemas famosos de Silêncio
Samba / Canção
Paz nas Copas
Há uma paz que mora no silêncio das copas
Sempre altas a dançar
Acima do sofrimento
Embaladas pelo vento
Acima do bem e mal
Não se pode ter paz
Onde há um coração
Batendo acelerado
Em um peito encurralado
Sob ordem da emoção
Há uma paz que mora no silêncio das copas
Sempre altas a dançar
Acima do pensamento
Embaladas no sereno
Com orvalho a gotejar
Não se pode ter paz
Onde há um coração
Batendo sempre inflamado
Em um peito limitado
Feito de carne e ilusão
Se eu fosse como as copas
Eu dançaria em paz
Balançando com o vento
Sob a chuva e o sereno
Eu nunca almejaria mais
Mas não posso ter paz
Quando tenho um coração
Batendo sempre acelerado
Em um peito encurralado
Sob ordem da emoção.
(Verso) Elevo os meus olhos, em direção ao céu.
E clamo em silêncio, no íntimo do meu ser.
As misericórdias do Eterno Pai, para que me guarde em todo meu viver.
(Verso) Não sei o que seria, dá.minha vida, sem estar na graça, na paz e no amor.
Debaixo desse manto protetor, de Jesus Cristo, meu Senhor.
(Coro) Eu sei que seria meu fim. Não fosse a graça de Jesus.
O preço que por mim, ele pagou naquela Cruz.
Eu sei que não mereço não. E nada poderiia fazer. Mas em Cristo tenho redenção. E posso descansar no seu amor. E demonstrar por seu favor, profunda e eterna gratidão.
A beleza de uma mulher
A beleza de uma mulher é tão maravilhosa que só o silêncio torna-se seu companheiro inseparável em admirar essa coisa linda de mais para ser descrita por palavras
Bom dia amigos !!!!!!!
O silêncio
Pratique com muita reflexão e humildade o monólogo do silêncio !!!
Ele faz muito bem ao nosso corpo e alma .
"Isabela"
Ah, as surpresas que o mundo traz.
No silêncio de algumas noites e dias, em meu quarto eu sentia que um desejo aos poucos crescia!
Sem saber exatamente o que seria, a vida normalmente seguia!
E então eis que em minha mente algo a perceber... Será que aquela que não vi está mesmo sem saber, mexendo com meu ser?
Ah! Agonia e pergunta que vem... Como posso assim desejar e querer alguém, que em nenhum momento eu sabia que existia... Ah! Saber o que fazer na verdade não sei, mas também desistir não irei pois é nesse caminho que lutarei, batalharei, guerrearei e vencerei... Desistência de mim não faz parte, porque você Isabela hoje faz parte do meu mundo de vdd!
Sofrer calado
Ninguém sabe a dor q eu sinto, mas em silêncio fico
Ninguém sabe o quanto sofro por n dizer o q penso pra n magoar alguém, em silêncio fico
Ninguém entende o quanto é difícil, mas em silêncio fico
Ninguém entende quando a minha ansiedade me tortura querendo resolver tudo q aflige as pessoas q estão a minha volta
Ninguém entende quando quero resolver tudo sem saber nada, mas em silêncio fico
Ninguém quer saber do meu sofrimento enquanto eu sofro calado.
O silêncio tem,
um misterioso poder !
De ocultar
A verdade de quem se cala
E de revelar
O pré conceito
De quem insiste
Em não se calar .
Na madrugada de ontem, despi-me e abri a porta de casa, seguido pelo portão. No silêncio da noite, caminhei pelas ruas e esquinas, sentindo o gosto da liberdade percorrer meu corpo, despido de qualquer vaidade ou sentimento que não fosse o puro prazer de sentir-me solto.
A brisa noturna tocava minha pele, e a escuridão acolhedora envolvia-me como um manto, proporcionando uma sensação de renovação e conexão profunda com o momento presente. Depois de vagar por algum tempo, voltei para casa, entrei, fui até o quarto, deitei-me na cama e adormeci.
Quando acordei, percebi que tudo não passara de um sonho, um sonho, um sonho.
Nereu Alves
Palco do Silêncio
Por Nereu Alves
Um dia brilhou como estrela na aurora,
salão imenso, janelas abertas, luz que aflora.
O palco, infinito em sonho e criação,
morada da arte, da vida, da imaginação.
Ali dançaram ideias, versos e canções,
ecoaram risos, palmas, gerações.
Cenário de peças, recitais, emoção —
cada ato, um sopro de transformação.
Ainda está lá, firme, sobrevivente,
com vida que pulsa, embora diferente.
Mas algo o abafa, o cerca, o silencia,
como um véu pesado que cobre sua poesia.
Ergueram ao lado um gigante sem alma,
frio, sem história, que rouba a calma.
Um elefante branco de concreto e vaidade,
que engoliu a luz, abafou a verdade.
O vizinho tombou, não por tempo ou idade,
mas pelo descaso, pela falsidade.
Assassinaram paredes cheias de memória,
e enterraram ali um pedaço da história.
Agora o palco, mesmo em uso e movimento,
vive ofuscado por fora e por dentro.
Resiste em silêncio, com dignidade,
mas luta contra a sombra da modernidade.
Não é preciso demolir pra matar —
basta sufocar, fazer o brilho apagar.
E onde antes brotava beleza e união,
fica a sensação de lenta extinção.
Mas há quem veja, quem guarde, quem clame,
quem sinta que a arte é chama que inflame.
Enquanto houver alma, memória e razão,
não se fecha jamais o grande portão.
Abram-se janelas, cortinas, corações —
que o palco renasça em mil gerações.
—
Nereu Alves
Dedico este poema à Irmã Maria.
Na Segunda Guerra Mundial, o silêncio do mundo permitiu o impensável: milhões de judeus foram exterminados, enquanto as nações viravam o rosto. Foi uma ferida profunda na história da humanidade.
Mas hoje, ver o povo que tanto sofreu repetir, com outras mãos e outras armas, a dor que um dia viveu, é algo que o coração não consegue aceitar.
Não é justo o que fizeram com os judeus — e não é justo o que está sendo feito com os palestinos.
E mais uma vez, a neutralidade veste o manto da covardia, permitindo que a história se repita, com novos nomes, novas vítimas, e a mesma tristeza antiga.
ORAÇÃO DA MADRUGADA
(Hora da Misericórdia — 3h da manhã)
Senhor, meu Deus,
no silêncio desta madrugada consagrada,
às três horas, quando Teu Filho entregou-se por nós,
eu me prostro em oração diante de Ti.
Trindade Santíssima – Pai, Filho e Espírito Santo –
venha em nosso socorro agora!
Olha com compaixão pelo Brasil e por todo o mundo:
pela Ucrânia, pela Faixa de Gaza,
pelas nações dilaceradas pela guerra,
pelo ódio, pela ganância,
pela destruição que fere Teu coração.
A vida foi desvalorizada
em muitos lugares da criação.
Homens agem como feras e
mascaram-se de irmãos.
Destruíram a fauna, a flora, os rios,
e desprezam os pequeninos e inocentes.
Mas nesta hora santa, nós Te imploramos:
livra-nos dessas trevas, cura-nos,
protege-nos com Tua misericórdia.
Vem, Senhor, socorre os aflitos,
os doentes, os famintos,
as crianças sem esperança,
os idosos abandonados.
Abençoa, ó Pai, a Santa Igreja Católica,
Apostólica e Romana:
Nossa Santíssima Cabeça, o Papa Leão XIV,
os cardeais, arcebispos, bispos,
padres, diáconos, seminaristas,
religiosas e religiosos, leigos e leigas,
todo o povo fiel.
Derrama Tua graça sobre cada coração fiel,
que encontra refúgio em Ti.
E agora, unindo-nos à voz da Igreja,
erguemos este brado de fé:
Por Cristo, com Cristo e em Cristo,
a Vós, Deus Pai todo‑poderoso,
na unidade do Espírito Santo,
toda honra e toda glória,
agora e para sempre. Amém.
Não permitas que o ódio nos ensine,
que a mágoa nos endureça,
nem que a vingança nos consuma.
Ensina-nos o perdão, a compaixão,
a firmeza no bem.
Seguramos em Tuas mãos, confiar em Ti,
pedir Teu colo, Tua paz, Tua proteção.
Enche-nos da Tua saúde, paz e amor.
Faz de nós instrumentos de luz,
mentes firmes, corações misericordiosos,
sementes de esperança neste mundo ferido.
Tem piedade de nós, Senhor.
Tem misericórdia de nós.
Salva‑nos. Liberta‑nos. Cura‑nos.
Amém.
Que meu silêncio seja uma lembrança constante do meu amor por você, um lembrete de que estou sempre presente, mesmo quando as palavras falham. E que, juntas, possamos encontrar conforto, força e conexão, não apenas nas palavras que falamos, mas também no silêncio que compartilhamos.
Iza Lira
Na hora do ônus, suporte tudo em silêncio! Isso mostrará a sua resiliência;
Na hora do bônus, desfrute apenas com quem importa! Isso evidenciará sua prudência.
Evite intromissões desnecessárias!!!
O silêncio me assusta inclusive o meu próprio
Quando fujo do óbvio de alguns colóquios
É por não saber mais o que dizer
expressamente a coisa vai mal...
Inquieta, eu, poeta, paro e penso.
Às vezes, preciso beber um gole
denso de silêncio.
Tomar um porre fluido de nevoeiro,
Um cálice poético evidente.
Poder inspirar pela tangente,
Preciso me embrenhar,
Gritar, silêncio...
Silêncio...
O Silêncio do Condenado
Eu vi o que não queria ter visto e sente o que não queria ter sentido. Olhei no espelho e vi olhos vazios, escuros e sozinhos Já não existia mais caminho, já não existia mais vida em um lugar na onde já foi um jardim hoje era um deserto frio. Caminhando pelas ruas frias, debaixo das luzes de neon da cidade, sob uma chuva melancólica. O som do silêncio era ensurdecedor! Gritava e ninguém ouvia chorando de agonia a alma sofria todos os dias.
Mas hoje com o passar do tempo o grito foi abafado por noites em claro, só o som do silêncio existia. Barulho ensurdecedor mesmo sem dizer uma palavra “sê intendeu” que ninguém se importava em destrancar aquela cela, uma cela fria e sem paredes. A pior prisão para se viver dentro de si, como um condenado ao próprio corpo e a própria vida, um condenado a sofrer em silêncio, pois tudo que ele ouvia era seu próprio som do silêncio.
O silêncio do condenado.
Tenho tanto para falar que chega a ser sufocante o silêncio nos meus dedos.
Expressão essas que não decifrei em letras, a mente pensa os sonhos navegam em pensamento.
Estes mesmo que ainda não decifro nas linhas estendidas sobre o papel este mesmo que já traz sã lembrança.
Da floresta a onde os arbustos ao longe vêm uma florada que ainda não sei distinguir.
Que flores e essa entre cores amarelas e laranjada com um pouco de lilas as folhas verdes dando um destaque a mais!
Olhando para o céu que me faz reflexo do mar no horizonte profundo me recordando da minha infância que tão perto, vem me trazendo uma breve lembrança.
Dos meus desejos que não realizei, me pergunto porque, mais como devo agir nestes universos de anseio e desejo que me faz refletir.
Vem o silêncio entre o barulho trazendo o conforto de que um dia, só mais um dia para agir!
Transcendência!
Transcende-te
Rasgando o silêncio dos tempos
e as vicissitudes de aurora e de todos os tempos…
cavalgamos afanosamente
cantando em canto dos encantos
o desencanto em pranto
do nosso encanto sem canto…
a tecnologia, designer e o entretenimento
serão esteios de sustento para a aposta ao desenvolvimento
deste benquisto país insular em crescimento…
por isso, faz acontecer…
oh! gente moça de agora,
onde tudo passa sem demora….
Poetizando, fulminamos a pungente tempestade
Da vida quotidiana
E rasgamos o silêncio dos tempos e de todos os tempos...
Cultivamos harmoniosamente a paz, a unidade, o amor
E entramos desapaixonadamente no seu coração
Rasgando o silêncio dos tempos e de todos os tempos…
por isso, faz acontecer…
oh! gente moça de agora,
onde tudo passa sem demora….
Dramatizando, caminhamos juntos
na senda do progresso deste pais arquipelágico
e rasgamos irreversivelmente o silêncio dos tempos e de todos os tempos…
por isso, faz acontecer
oh! gente moça de agora,
onde tudo passa sem demora….
Hoje,
Agora,
Não amanhã,
Sem demora…
Faz acontecer….
O Galo que Canta, anuncia um novo horizonte…
O Galo que Canta, canta…
Canta bem mais alto que o som da ermida
Canta para anunciar um novo horizonte…
Canta para transcender o silêncio dos tempos e de todos os tempos…
por isso, faz acontecer…
oh! gente moça de agora,
onde tudo passa sem demora….
Ah, se pudéssemos manter o silêncio do final da tarde
Com o sol se espalhando pelas copas das árvores,
Se pudéssemos absorver a doçura, a magia
Quando o céu está chorando e os ventos falam de amor
Fazendo as folhas das árvores dançarem.
À tarde eu libero meus pensamentos no ar
E minha imaginação voa com a noite para me apresentar.
Os pássaros voam,
O vento sopra as folhas e as faz flutuar
Com os raios de sol do fim da tarde brincando
Suavemente na superfície de tudo ao nosso redor
E eu vejo o amor quando abro meus olhos só para te encontrar.
