Poemas Famosos de Medo
VÉRTICES
Quando me vem o medo de amar,
lembro-me de que o amor é bom
e paro num espaço de tempo retrógrado.
Em frações de segundos,
vejo-me, olhando-me por dentro,
com o coração acelerado.
E, em um curto espaço de tempo,
a colisão de dois corpos,
ambos tentando ocupar
o mesmo espaço, a mesma matéria...
Assim foram aqueles tempos.
Chego a pensar na suavidade do vento,
este que lambia seus cabelos naquele dia,
e lembro de belezas mil que me ofertaste.
As lembranças são partes a revoar
ao longo dos dias na minha mente,
que insistem em se perpetuar
ao longo dos anos!!!
Em meus pensamentos,
estas lembranças que se formam
através de imagens
ressuscitam tempos bons, enigmas e parábolas,
construindo, assim, vértices
em pontos estratégicos do coração,
mostrando toda a beleza
dessa encantadora criatura
que caminha em busca do seu equilíbrio!
ALÉM DA ETERNIDADE
Fique ao meu lado, segure minha mão,
e vamos caminhar sem medo de errar;
que o amor seja a nossa direção,
e o destino nos ensine a sonhar.
Se o mundo mudar de repente,
que eu tenha você junto a mim,
pois amor que é verdadeiro e presente
não conhece começo, nem fim.
Quero andar contigo pela estrada,
sob o sol, sob a chuva e sob o luar;
ter sua presença em minha jornada,
e em cada silêncio, poder te abraçar.
Se houver pedras no nosso caminho,
juntos saberemos como seguir;
pois nenhum coração fica sozinho
quando encontra outro para dividir.
Fique ao meu lado, não solte a mão,
deixe o tempo passar devagar;
que cada batida do meu coração
seja uma promessa de sempre te amar.
E quando a vida perder sua voz,
quando o tempo deixar de existir,
ainda haverá um caminho para nós,
onde o amor continuará a florir.
Fique ao meu lado, segure minha mão
e vamos caminhar além da eternidade.
Porque se o amor for nossa canção,
seremos para sempre uma só saudade
que nem o tempo conseguirá apagar,
nem a distância poderá separar:
dois corações que escolheram caminhar
juntos... além da eternidade.
Luto contra a falta de confiança, contra o medo, contra o julgamento e contra tudo aquilo que tenta me diminuir.
A vida é matemática: quanto menos você soma coisas negativas, mais espaço existe para o positivo.
Então eu escolho somar coragem, fé, amor, atitude e recomeços.
Quando eu louvo
O medo se afasta
Tua voz me acalma
Eu não vou mais temer Quando eu louvo Eu sinto o Teu soprar Trazendo vida em mim Cadeias vão quebrar Babi G./ Carlos B./ Daniel S. / Elaine T. / Hananiel/ Heminy R./ Ohana M./ Simone D.
Quando eu não tinha mais força
Ele me levantou
E nos meus dias de medo me assegurou
Transformou a dor
Em nova experiência Flávio Henrique e Bruno Marinho
Eleições de 2026
Ouso afirmar, sem medo de errar, que há candidaturas que despertam, no mínimo, sérios questionamentos.
Históricos de atuação em cargos públicos, episódios registrados em suas trajetórias pessoais e políticas, condenações, processos, investigações e outros fatos de relevância pública deveriam ser cuidadosamente examinados antes que qualquer eleitor entregue a essas pessoas um voto,
e, consequentemente, uma parcela do poder
de representar a sociedade.
É importante distinguir, porém, investigação de condenação: estar sendo investigado não significa, por si só, ser inelegível.
A legislação eleitoral estabelece requisitos específicos para o registro das candidaturas,
e cabe à Justiça Eleitoral analisar eventuais causas de inelegibilidade.
Mas há uma questão que ultrapassa a mera formalidade jurídica:
ser legalmente autorizado a disputar uma eleição não significa que o eleitor esteja dispensado de investigar, questionar e conhecer a trajetória de quem pretende representá-lo.
A Justiça Eleitoral verifica se a candidatura pode estar na urna.
O eleitor deveria verificar se quer colocá-la lá.
Porque democracia não deveria ser apenas uma vitrine repleta de nomes.
Deveria ser, sobretudo, um exercício coletivo
de consciência.
Fica a pergunta para as eleições de 2026👇
- Quantos eleitores estarão com o córtex pré-frontal consciente e a glândula pineal ativada na hora de apertar o botão de confirmar?
✍@MiriamDaCosta
O medo é um velho cego,
mudo e surdo que insiste em te proteger, mas é melhor o
perigo da coragem do que a proteção do medo. O medo de
nada serve, a não ser para te atrapalhar de viver livremente. O
medo são correntes para seus pés e algemas para seus
braços, e tampão para sua boca para te impedir de falar.
Não busque arriscar sua vida, mas também não busque a
proteção do medo, porque é uma proteção ilusória e fantasiosa.
O medo é uma mãe neurótica, surtada e protetora que te tranca
dentro de uma casa até que você morra de fome.
O eu que observa o medo não é o medo.
Quem percebe a mente não pode ser a mente.
Pensamentos e emoções passam, o observador permanece.
Mais um ano se vai e sinto muito grata por ter vivido intensamente, pouco medo e muito sentimento.
Conheci pessoas fantásticas e fiquei longe de pessoas importantes, sobrevivi a cada minuto, horas e dias.
Errei, chorei, gritei, aprendi, esqueci, lembrei e sorri, me tornei uma pessoa melhor e observei mais.
Aprendi a se importa mais comigo.
Vi pessoas maldosas e vi pessoas "humanas".
Não sei mais viver pela metade é tudo ou nada, busquei refúgio em mim e fiquei segura e feliz por saber que sou a minha fonte, me conheci mais é fiquei admirada pela garra que tenho.
Seja Bem-vindo 2019, que o tempo esteja aí meu lado e se não estiver farei que fique!
K.B
A queda parecia o fim,
mas cada cicatriz virou combustível.
O medo tentou me prender,
mas a coragem abriu portas invisíveis.
Levantei, apesar da dor,
mais forte do que ontem,
mais vivo do que nunca.
A superação não é ausência de luta,
é vencer mesmo quando tudo insiste em parar.
K.B
Não sei… talvez eu tenha medo de perder isso antes mesmo de descobrir o que é.
Às vezes me pego pensando se ela também está pensando em mim, e, quando percebo, minha cabeça já foi longe demais. Cria possibilidades, interpreta silêncios, transforma pequenos sinais em perguntas que não sei responder.
E então vem a voz dela na minha cabeça.
Será que eu estou sentindo demais?
Será que ela sente alguma coisa também?
Será que eu deveria me aproximar ou esperar?
Será que estou confundindo vontade com sentimento?
Talvez seja isso que mais me assusta: não saber qual dessas perguntas merece uma resposta.
Porque eu quero sentir, mas também quero entender. Quero me permitir, mas não quero me perder. E, no meio de tudo isso, fico tentando descobrir como se reage quando o coração começa a querer alguma coisa antes que a razão consiga explicar o quê.
K.B
Ficar só não
é uma opção,
Não tenho
medo de amar,
apenas cautela
de desencontrar:
a autopreservação.
Temo perder
o discernimento
daquilo é um
'breadcrumbing',
e correr o risco
de ficar acostumada
a receber pouco
e deixar de ser
gentil comigo mesma.
Não tentar não
é uma opção,
mas uma solução
de autopreservação
quando falta opção:
o melhor é me poupar.
Temo perder
a coragem necessária
de desarmar sempre
que for preciso
quando houver
um 'love bombing',
e acabar me arriscando
num caminho sem
volta onde me perca
e eu me esqueça.
Não temo voar com
ou sem companhia,
tenho autonomia
e brevê de poesia:
quero um amor que
venha com harmonia.
Enquanto isso dou
a mim mesma
o amor romântico
não por egoísmo,
e sim para lapidar
o meu equilíbrio
para sempre discernir
o quê é ou não é um
amoroso compromisso.
28/12
Não tenha medo do isolamento,
caminhar em solitude, não é pedestal;
É cultivar paz no coração e no pensamento.
28/11
Conflitos desnecessários
drenam a energia,
Busque só o que tranquiliza,
mesmo quando tudo desafia.
28/10
Anote bem para não esquecer:
Não queira provocar uma
situação que não pode prever,
Porque ninguém tem
controle sobre o imprevisível.
Hoje em dia, o medo e o mundo viraram uma coisa só.
Medo de ficar pobre;
Medo de perder alguém;
Medo de arriscar;
Medo de sentir dor;
Medo de se magoar;
Medo de ficar sozinho;
Medo de confiar;
Medo de amar;
Medo de ser julgado;
Medo de ser criticado;
Medo de causar má impressão;
Medo de ser mal visto;
Medo de ser a si mesmo;
Medo de andar por aí;
Medo de ser assaltado;
Medo das pessoas;
Medo de morrer;
Medo de viver...!
O medo tomou conta do mundo de tal forma que virou parte da nossa vida. Ele guia nossas escolhas, limita o que fazemos, nos impede de agir. Está em todas as partes, e muitas vezes nem percebemos, mas ele está lá, afetando nossas decisões e, muitas vezes, nos paralisando.
Esse medo, que se disfarça de proteção, nos impede de arriscar, de confiar, de viver de verdade. Ele nos faz viver em um estado constante de preocupação, pensando no que pode dar errado, nos fazendo focar no medo ao invés de aproveitar o momento. A insegurança nos faz esconder quem somos, seguir o que os outros esperam de nós, e nos afasta de nossa verdadeira essência.
Quando não enfrentamos esse medo, ele nos prende em uma rotina de cautela, onde a vida se torna uma série de passos pequenos e seguros, mas sem realmente vivermos. O maior medo que podemos ter é o de não viver, de deixar a vida passar enquanto tentamos evitar o medo. Ao encará-lo, podemos viver com mais autonomia, confiança e espontaneidade.
Sentimento é liberdade. É viver sem amarras, seguir o que seu coração deseja, sem medo, sem questionamentos, sem precisar de uma justificativa para ser ou fazer algo. Sentir é estar aberto ao momento, ao que surge dentro de você, sem a necessidade de controlar ou entender tudo o tempo inteiro.
Já a razão é segurança. Ela busca o conforto, a estabilidade, e muitas vezes o controle. A razão tem medo do desconhecido, ela precisa de explicações, de um "porquê" para cada coisa, e quer sempre encontrar uma razão lógica para viver. Ela se baseia em estruturas e em previsibilidade, tentando proteger do que é incerto.
A razão controla, organiza e planeja, enquanto o sentimento é espontâneo, flui sem restrições, leva você a lugares e experiências que a mente racional não consegue planejar. O equilíbrio entre esses dois aspectos é o que torna a vida rica, mas é o sentimento que nos conecta ao nosso verdadeiro ser, ao que realmente importa no fundo.
O medo é um sentimento falso, uma ansiedade criada pela nossa mente ao anteciparmos algo que provavelmente nunca vai acontecer. A maior parte do medo vem daquilo que imaginamos, não do que realmente acontece. Mesmo que o que tememos se realize, o medo não vem do acontecimento em si, mas do pensamento sobre ele.
O presente, o agora, nunca nos dá medo. O medo é gerado quando pensamos no futuro, em algo que ainda nem existe. Pensar negativamente sobre o que está por vir não adianta, porque, no momento, não está acontecendo nada além do que é para acontecer. O medo é apenas uma construção mental que nos prende a uma realidade que ainda não se materializou.
Existem três coisas que impedem alguém de enxergar o óbvio:
O ego;
O orgulho;
O medo.
O ego inflado faz com que a pessoa ache que já sabe de tudo, e, por isso, não consegue perceber o que está na sua frente. Ele cria uma barreira que a impede de enxergar além de sua própria visão limitada.
O orgulho, por sua vez, faz com que a pessoa tenha dificuldade em reconhecer os próprios erros ou aceitar que pode estar equivocada. Isso a impede de ver o que é claro para os outros, pois prefere se manter em sua posição, ao invés de aprender e evoluir.
O medo, talvez o mais forte de todos, faz a pessoa temer a verdade. Ele a paralisa, fazendo com que evite enxergar o que é óbvio, com medo das consequências de enfrentar a realidade.
Essas três coisas criam uma barreira que impede de enxergar o óbvio, e só quando conseguimos lidar com o ego, o orgulho e o medo, é que conseguimos ver as coisas como realmente são.
Ainda preciso dizer isso para a minha sogra, tenho medo de parecer grosseria...
“Eu respeito sua fé. Peço que respeite a minha também.”
Hoje eu senti medo.
Medo de que alguém tivesse machucado uma pessoa que eu simplesmente adoro.
Mas o que mais me assustou não foi a possibilidade da dor…
Foi perceber que, se isso realmente tivesse acontecido, talvez eu tivesse perdido o meu “medo”.
Porque, nesse caso, a pessoa que machucou quem eu adoro não estaria mais entre nós hoje.
