Poemas eu To aqui para te Ajudar
"Este mundo bêbado e torto"
Ah!
Este mundo
Desses dias em que aqui passei
Me foi fundido a fogo quente
O meu pecado
Não te assustes
Nasceste ao lado do meu também o seu pecado
Doce ele era , pequeno e ainda criança, apenas
Sorria... Sorria... E sorria
Este sorriso branco, a quem lhe foi concedido
Tão branco, quanto a pureza de meu ser
Tão branco... Tão branco... Tão branco
Mas, o que a de branco, se só existe o pecado ?
Aquele pecado vestido a couro
Couro, tão sujo quanto ele
E aquela barba por fazer
Escondendo seu rosto gordo e fedorento...
Basta! Não quero mais viver
Não quero mais viver neste mundo
Não neste fedorento mundo
- ah, é?! E o que a de tão fedorento nele ?-
Simplesmente seu hálito
Que denuncia seu pecado
Como pode?
Você que era mundo
Se faz pecado
Meu pecado
Seu pecado
Nosso pecado
- e o que vai ser, hein?-
Um uísque escocês
Para afogar as mágoas
Afogar meu doce pecado
Engoli-lo sem dor
E para tira-gosto
Uma porção de amendoim torrado
Para não sentir mais o gosto, deste tal de pecado
Nordeste.
Por aqui nasce o sortudo
com direito a se orgulhar
terra que tem conteúdo
nunca vi melhor lugar
no nordeste tem de tudo
do sertão a beira mar.
.
Depois de desenrolar um carretel de sensações
nestes dias aqui, cheio de emoções
vou dormir com o coração afagado
e amanhã partir com o sentimento renovado...
mel - ((*_*)) Em Rolândia
Boa noite amigos, até amanhã!!!
Por el amor perdí la cabeza!
¡Ella está aquí!
¡Sí, aquí!
¡Ella es una artista! ¿Quién es ella? ¡Mil caras!
Ángel ... ¡Mujer que vivió el dolor!
¡Es la falta de mi piso!
¡Pero es mi paz!
¡Al mismo tiempo, es la calma que viene a mi alma!
¡Una repentina tormenta de amor!
Yo la conocía de antes, pero era sólo la estrella de mis sueños.
Yo sólo sabía de sus características en fotografías. ¡Eso es lo que podría tener!
¡Solamente las fotos!
¡Sólo los artículos de su fama. Viví mi infancia en el conocimiento de amor por ella. Sonriendo ... ¡Feliz!
Perdiéndome en tantos juegos con otros niños...
¡Pero yo era una chica diferente!
¡Me gustaba jugar! Pero también me gustaba leer y ver películas culturales de cine brasileño.
¡Yo me crié! ¿Y ahora?
El amor existe en los diferentes espacios... ¡En el tiempo!
¡La religión separa la humanidad, separando el amor!
¿Y la fe?
¡La fe es independiente de la religión, se une a la gente!
¡Un prejuicio es capaz de herir el amor!
¡El juicio es capaz de destruir un sentimiento!
Duermo y sueño con ella y ella es muy querida.
¡La señora actriz!
¡Una mujer diferente!
¡Nunca voy a hablar de este amor!
¡Él va a morir conmigo!
Él será suavizado por nubes blancas que pasan en el gran cielo.
¡Ah, mi preciosa!
¡Mi ternura! Mi amor!
Yo no duermo porque sueño despierta...
Adiós, mi querida! Me enfrento a dormir!
Hasta hoy!
O que Vinicius de Moraes cantaria em acalanto a Darlene Glória
Aqui em Paris vê-se as folhas de outonos caídas ao chão, e quando muda a estação entrando o inverno, já é verão na terra de Tupinambá. Terra de viçosas palmeiras onde deixei à espera a minha eterna Ipanema, onde todos os casais, encontram-se, em êxtase constante, apaixonados, assustados, entrevados, ao medo de serem exilados. Nos jazigos empoeirados dos seus mortos inocentes, as poeiras se afastam dando espaço para o sol sair da sua nascente, adorando a mulher amante, ofegante! E os meus olhos marejados passeiam na vontade de amar o solo fértil da minha terra brasileira com a sua música faceira. O samba das brancas, da moreninha, da loura e da pretinha! É, Toquinho, meu camarada! Vejo quase distante, à paisana, com a sua beleza estonteante, musa feminina, quase angelical, em sua glória magistral. Bem apessoada essa mocinha chamada Darlene Glória! Furacão! Estrela do mais novo cinema nacional.
Tonzinho, querido, peça ao Baden que soletre em acordes a poesia da mulher amada!
Glorinha, bonitinha, as suas mãos pequeninas cabem em minhas mãos que hoje estão tão sós escrevendo versos aos amigos queridos.
Filha minha, creio que por aí esteja difícil de passar A banda do Chico... E aqui, visto-me em saudade!
Tão logo retorno ao Brasil, mas antes, conte-me da sua arte.
Melania Ludwig
12 de novembro de 2013 ·
Aqui quando abro a janela
Não avisto um muro calado
Mas esta folhagem bela
Deixando meu olhar extasiado...
mel - ((*_*))
Saí pra comprar pão
Já vi gente caminhando
Crianças no parque brincando
Morar aqui é muito bom!
mel - ((*_*))
Melania Ludwig
11 de junho de 2013 próximo a São José do Rio Preto ·
E agora, aqui neste quarto,
um pouco em desordem ainda,
com o cheiro de tinta provocando tosse alérgica eu parei um pouco...
Uma necessidade imensa de agradecer a Deus por mais um sonho que se tornou real.
Com muita humildade peço perdão pelos momentos de desânimo...
Senhor, dai saúde e trabalho a todos os profissionais que estiveram e ainda estarão aqui dentro
ajudando a erguer este meu novo lar.
Aos amigos que torceram e vivenciaram estes meus momentos...
Abençoe-nos Senhor! Amém!
mel - ((*_*))
O Senhor no controle de tudo...
Aqui estou, Senhor, à pensar...
Se mereço, desconheço
É amor que não se pode explicar...
Tu me permites chorar, mas diante
dos Teus feitos, sei que a alegria sempre
está a me esperar...
Me presenteias com tesouros eternos,
muitos que meus olhos não podem enxergar...
Outros, tanto reluzem, não há como não me encantar...
São pessoas feitas de ouro, entregues pelo Teu coração
por tanto me amar...
Melania Ludwig
11 de agosto de 2013 ·
Quero deixar aqui o meu abraço carinhoso a todos os pais, em especial ao meu pai, ao meu marido, pai de meus filhos e aos meus dois filhos que também são pais.
FELIZ DOMINGO A TODOS!!!
Melania Ludwig
12 de julho de 2013 ·
Bom dia meus amigos queridos!!!
Que beleza acordar aqui!
Quantos sons maravilhosos se ouve ao amanhecer...
nem tem como descrever!
Ah, mas o cheiro de pão de queijo saindo do forno...
este aguçou todos os meus sentidos
e me fez sair da cama cedinho...
Bom demais
estar neste chão de Goiás!!!
mel
Para a aqueles que sofrem com o mal do funk correndo em suas veias, vai aqui uma oração infalível de são rockiano das chagas.
O, Nossa senhora da boa guitarra, liberta-vos os teus filhos que estão doentes e empestados com esse vírus maléfico.
Tens dó desses iludidos, que não sabem o que dizem e não pensam por si próprios. Tens piedade desses zumbis que andam assombrando a todos como se estivesse com um cartão de memoria em sua mente, contaminado com o mal funkiano.
O, nossa senhora da boa bateria, te suplico em nome de todos os rockeiros, libertas teus filhos que mais antes não ouviram seus conselhos e agora estão no lado do inimigo, nas profundezas e nas trevas infernais do mundo perdido do funk, liberta vosso irmão são funkiano de Assis, e livrando a sua alma do mundo cruel e terrível, levando –a para o lado bom e metaleiro da vida, para que mais tarde são funkiano seja canonizado rockamente tornando-se um de nós como são rockiano de assis.
Amem.
Medite e leia essa oração três vezes ao dia para que sua prese seja atendida.
Aqui é assim.
O meu shopping é a feira
meu carro é um alazão
escada rolante é estribeira
playboy pra mim é peão
menina bonita é faceira
e roupa de marca é gibão.
Meu nordeste.
deixar o nordeste jamais
não quero morrer de saudades
viver aqui é bom demais
são lindas as nossas cidades
e ser nordestino é ter muito mais
que um milhão de qualidades.
Que tu fazes por aqui?
Não quero que puseras tuas mãos sobre mim
És de tão grandioso assim?
És de tanto valor a ti?
Mas queres eu a inocência em ti
A grandeza presente nesta intuição
És de grande valor mas não a ti
Pusera eu a vontade de te-la aqui
É um desejo do desejo
Quera eu o desejado do desejo
És eu demasiadamente por ti
Não podereis prosseguir
Por aqui jaz de um tão
Nem tão pouco a vir
Não me relacionas sem ao menos conheceste vós
Por que ai de tão distante?
Voltar-te perto da saudade
Mas esquecera seu brio
A ser falido por incredulidade
Afeto de tão profundo a mágoa surgirá
Volte a mim
Não se vá sem me deres um último adeus
Onde estás agora?
Pois aqui estou
Quero que não me responda
Mas não me deseje
Mas não me esquecerá em seu mar hostil
Te amo tanto
Que chega a doer
Aqui ó...
Uma dor no peito
Quando vejo você
Vindo ao longe...
Tum tum tum
E quando vc chega
E dá aquele sorrisão
Dai eu morro....
Na Velhice
O último rosto a esquecer, é aquele que nos acompanhou até aqui.
O cansaço me colocou a dormir um pouco mais do que o habitual, o galo não cantou como de costume, danado não me despertou, causou-me estranheza, o que teria acontecido com o velho petrukio, nosso único galo no galinheiro. Quando fui pego pelo cheiro e um aroma delicioso que vinha da cozinha, era de bolo de milho e café, por certo não passa dás dez. Levanto, calço minhas chinelas surradas e a passos lentos vou espichando daqui e alongando ali até chegar na varanda, onde o café está posto na mesa grande, o sol pela janela lambe quase toda a varanda, o manto azul no céu doa aos pássaros a liberdade de ir e vir sem nenhum obstáculo, ouço um som de água borbulhando dentro da chaleira e da madeira a estalar no fogão a lenha, quase que atropelado pelas brincadeiras das crianças, penso, a algazarra está completa pelo pega-pega, pelos gritos e gargalhadas que ecoam nos corredores da velha casa, sinto-me regozijado pelo feito, então o silêncio sobrevém juntamente de uma tristeza sem fim, quando finalmente sou amparado e com suas mãos a cariciar meus cabelos, de uma voz doce e conhecida a me conduzir ao um grande tacho onde ela me banha todas as manhãs, diz-me o presente. O que meu velho anda sonhando acordado?
Descaso.
Por aqui a seca assola
quase nada se consome
o nordeste está de esmola
mas o governante some
deixa a criança sem escola
sofrendo e passando fome.
Aqui no rancho é pura beleza
Os pássaros cantando
As cigarras chilreando
As borboletas dançando
O rio com sua água ondulando
Tudo em harmonia com a natureza....
mel - ((*_*))
