Poemas eu To aqui para te Ajudar
Chama
Chama
Que eu vou
Chama
Que aquece
Chama
Que eu sou
Chama
Que queima
Chama
Não vou
Chama
Que apague!
Chama
Não ouço
Não chama
Esquece
Tente você também
Ah, como eu sonhava!
Sonhei, sonhei...
E só. Eu só sonhei
Na hora de realizar: dancei
Não acordava
Não me movimentava
Como iria realizar?
Eis que um dia decidi levantar
Apertei a mão da vida
E percebi que era hora de lutar
Para o sonho virar concreto
Não é que deu certo?
Neste contexto ludibriador, eu canto
Inescrupulosos os homens que ferem a alma sublime dos seres humanos que enfrentam seus temores para superar essa escassez de amor.
A vida vai se exaurindo conforme o declínio da complacência humana fazendo os pássaros cantarem seus infortúnios para as arvores e para as flores que regozijam seus corações.
Mas se o tempo não me impelir,Se o vento não vier abrupto,Irei em direção a imensidão.
Quem quiser me ler verá que há mais dela em mim do que eu em milhões de páginas em branco, pois é ela quem me preenche quando estou vazio...
E é ela, somente ela, quem me derrama, quando estou cheio de saudade..
Eu queria não acordar do sonho, queria no teu corpo me ajeitar
Já faz tempo que não te sinto, e nem encontro teu olhar
Eu não sei como você anda, nem sei como me chegar, nossa historia é uma lembrança que eu desejo continuar.
Você anda meio estranho, tanta coisa a me falar, mas a vida nos traz cobranças e nos faz desvencilhar.
Eu tô meio ansiosa, tanta coisa a atormentar, mas paro e vejo sua foto, é a luz para me alegrar.
Não se afasta, vem para mim, meus braços são teu lar, tô com saudade do teu beijo, do teu jeito de me olhar...
Não se afasta, vem para mim, aqui mesmo é teu lugar, aqui dentro esfria sim, cada vez que não posso te tocar.
O que dizer quando, mexo e remexo, e sono que é bom não voltou
Quando na minha memória, eu faço história e imagino que você chegou
O que eu faço, não sei se disfarço, hoje você não ligou
Eu estudo, eu durmo, eu me agito, eu escuto musica que fala de amor
Eu olho com raiva, e perco a graça do nada porque o ciúme voltou
E eu não me entendo, não temos mais nada mas meu coração não escutou
A razão discute, e então repercute a velha e longa confusão
Pedir, não pedir, declarar, fugir, e não decidir tudo isso porque no fundo cansou
E nesse antigo dilema, eu só faço poema, imagino tudo declamado em voz e violão, para lhe cantar a mais bela, dramática e tão melancólica canção.
E mais uma vez, lhe peço desculpas, mas não quero que você saiba. Sim, eu errei, e não há solidão maior dentro de mim...
Eu faço besteiras, cometo deslizes, até fico satisfeito por um momento, mas minto para o pouco de mim que ainda resta, o pouco que você trouxe de volta, que você recuperou.
Eu me sentia forte, me sentia presunçoso, mas sua calma ventania me desabou. Me vi tão despido do orgulho que lhe vesti de lágrimas, foi a única reação que tive. Nao pensei duas vezes para lhe magoar. Mas agora eu sinto falta, aqueles sorrisos bobos que você me tirava, e aquela sua voz mimada de menina. Eu odeio sentir isso, odeio lhe querer, odeio ter esse grito que ecoa em minha mente... E quando tudo parece bem, eu sinto o cheiro do seu cabelo, ando pela sua rua, lembro do seu pijama, ou sonho com você. Nem imagina como me dói lhe olhar e não ser correspondido, querer um oi e ser ignorado, como dói saber que alguém que conhece tanto de mim e que eu não sei como mas eu também conheço, permiti escapar por entre meus dedos. É, e mais uma vez voltei a minha vida de sempre, aquela monótona, estranha, passageira, que só me incomoda e me corroe. Você não desistiu de mim, enxergou o que todos viam mas não reparavam, abraçou o que todos apedrejavam. Você orou por mim, me ouviu, me suportou... Você me amou. Foi sincera, foi única. Por alguns momentos você curou as feridas e acariciou minhas cicatrizes, mas eu preferi estar só. Continuo rodeado de pessoas, porém só. Beijo, namoro, beijo novamente, brinco com umas, durmo com outras, mas você é a que quando fecho meus olhos, eu sorriu, deito, viro, torno a sonhar.
( representações do pensamento dele)
TE AMO
Quando te enxerguei eu percebi o que é sentir
Quando você me olhou com os teus olhos de amor
O meu coração de tremor pulsou
E de alegria se viu na constância do sentimento...
Por vez eu fui o teu momento, complexo
Fui o teu nexo e o teu desejo louco
Mas ao teu corpo você não me compreendeu...
Você poderá até se enganar por alguém
E alguém poderá até se enganar por você
Mas, um dia, eu sei que
Você me verá na verdade e eu continuarei
A te dizer e a te ver na verdade...
Na tua insana e louca paixão eu me enxerguei
Induzido pela eternidade do tempo
E na magia da tua idolatria eu me indaguei...
Agora, eu só aguardo o meu intento se cumprir
Agora, eu só aguardo em você a minha paz
O dia em que ao teu coração eu serei de sorrir
Porque mais que amar, eu já te amo demais!
Dos lábios meus
Eu peguei o meu bodoque
Eu ensaiei um roque,
Enfrentei, do medo, as sanções
Atirando-me aos canhões.
Um quase suicídio, uma loucura,
Que todo caos, formou-me em cura,
Pois toda poesia, que se destrua,
No final, ela se forma, ah luz da Lua.
Pois reflete toda castidade
Castidade, não tem idade,
E o faz de conta, terminou assim,
Pra lá de ser mar sem fim.
Eu, virei um bedel e um juiz,
No final, da guerra -eu sempre quis,
Pois pela minha lei
Somos obrigados a sermos feliz.
Vida, oh vida!
Sábias, teu nome, gorjeiam,
O tempo da maldade, era sabida,
Mas a poesia, em prosa, liam.
Daí eu te vi, a admirar,
E aí eu te fiz coroar,
Eu virei o teu brinquedo,
Eu queria ser teu preferido.
Tente apagar, todo meu pranto,
Tente me amar, pois estou te amando,
Baby! Te amo, meu coração apaixonando,
Já até me esqueci, que ano estamos.
Já não vejo mais nada de ruim,
Meus olhos estão sorrindo,
E eu não era tão feliz assim,
Pelas ruas eu vou te seguindo.
Ah! Se tu soubesses como sou carinhoso,
Eu te quero muito. Amor sonhoso.
Vem matar essa minha paixão,
Longe de ti, ele devoras meu coração.
Algo
Eu não sei p que dizer
Pois o que eu quero dizer
Eu não vou dizer
Dizer o que pra que
Que pra o que dizer
Onde eu vou dizer
Diga o que eu não digo
Diga não eu que o digo
Não diga isso comigo
Comigo isso diga não
Dizer isso machuca meu coração
Coração meu machuca isso dizer
Pois agora acabei de dizer
Dizer acabei agora pois
Não sei o que dizer
O meu cabelo,
eu nem corto mais, você nem nota mesmo
a barba hoje, deixei por fazer
por que você nunca disse que gosta de passar a mão em meu rosto
usei a primeira roupa que me apareceu na frente,
nem reparei que estava amarrotada,
meus sapatos estão sujos, da noite passada ainda.
não, eu não estou largado, é que simplesmente me arrumava pra você
e você, nem se quer notava, então esta noite
vou sair como sempre quis, sem me preocupar com minha aparência
sem se preocupar com o que vão pensar de mim.
vou passar longe dos espelhos, vou passar longe de você.
hoje eu vou te esquecer.
Preciso que acredite,
que "Eu te Amo" e que "Te Quero!"
Se ainda eu não te falei,
é porque há um motivo...
Hoje eu tive insônia!
Dormi abraçado com o travesseiro
-imaginando você-.
A insônia foi porque não consegui
mais parar de imaginar...
Expresse-se
Alguns diriam : _ Carolina, faça silêncio !
Não diga nada !
Porém eu faço ao contrário
Prefiro falar a ter um ataque
Que nem tudo merece destaque
Ninguém me diz o que devo fazer
Estou viva
Não sou um robo
Sou dona de mim
Quem manda em mim ?
Esqueci,não sigo ordens.
Se eu discuto comigo
Me imponho a qualquer um
Só que sou sútil
Ninguém percebe
Por você paro de rir,
Por você deixo de existir,
Por você eu abriria mão da minha felicidade pra ver você feliz,
Por você enfrentaria o mundo inteiro,
Seria capas de dar a ti a minha vida!
Tudo pra que você possa sorrir!
Queria poder te ajudar nesse momento !
Mas como não é possível!!
Vou vive com esse tormento.
Até que um dia me livrarei desse sofrimento!
Tudo pra ver você feliz
SONETO TRISTE II
Eu estou assim: da tristura cativo
Intrusivo num túnel dum calvário
Rodeado de sentimento solitário
Mesmo entre olhares como vivo!
Do peito rezam vozes num rosário
Da casa um silêncio tão opressivo
Frio, sem graça e, sem incentivo
Que lá fora fracasso no itinerário
Olho-me num soluço pensativo
E vejo sonhos perdidos no diário
Desfolhado num jardim subjetivo
E me pergunto: por que o cenário?
Quando é meu tempo? Respectivo!
Pois, se o tempo no tempo é vário!
Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
05/02/2017
Cerrado goiano
Quando você pega na minha mão eu me sinto tão seguro que o chão que piso fica invisível, e os carros virão á brisa do vento.
Quando tu me olhas e sorri, tudo em voltar se transformam, as pessoas viram arvores tão belas quanto o reflexo dos seus olhos, e os animais viram frutas tão doces quanto teu sorriso, que ao comê-las sente um gosto tão confortante quanto teu abraço.
Quando lhe beijo meus pensamentos congelam e eu não consigo distinguir se é você mesmo que está aqui ou é apenas meus dedos cariciando meus lábios imaginando sua boca, pois seu beijo é tão maravilhoso que meus lábios se desesperam por mais um toque dos teus, é tão forte que sua língua me fala o quando é grande o teu amor por mim.
Sua presença é tão forte que cada passo que você da meu coração treme ao saber que aqueles passos estão junto aos meus, e quando teu cabelo meche com o vento, o pacto sobre a brisa é tão magnifica, que meus olhos anseiam de alegria por estar aqui contigo de mão dadas, imaginando tudo isso com apenas um coração e um amor, que só pode ser dado por duas almas infinitamente perfeitas.
O TUDO E O NADA
Sem você eu sinto uma dor no peito
Meu coração acelera descompassado
Meu corpo fica em brasa, em febre
Eu não consigo dormir sem você ao meu lado
Você é tudo e o nada
É o sul e o norte
É luz e a escuridão
É a vida e a morte
Você é o amargo em minha vida
É também toda doçura
A calmaria e a tempestade
É o pecado e o amor em sua forma pura
Você é o certo e o errado
É a sanidade e loucura
É o bem e o mal
É a doença e a cura
