Poemas eu To aqui para te Ajudar
Linda, já que é Páscoa mesmo,
Passa aqui em casa
Pra gente se lambuzar de chocolate 😍
Não esqueces de trazer o chocolate 🤣
Valorize-se, reconstrua-se, a vida é um sopro e aqui na vida dos proletários somos apenas números onde a empatia nunca será recíproca por aquela burguesia que você dedicou fidelidade e lealdade um dia.
O tempo passa rápido demais, por isso viva intensamente cada oportunidade oferecida, não deixe nada preso na garganta, liberte-se de suas palavras, não abra mão dos seus direitos e seja justo com aquele que sempre o respeitou.
“H.A.A”
Linda, aproveitas o feriado de Tiradentes
E passas aqui no meu AP
Quero dar uma olhada nos teus dentinhos.
Confira aqui, comigo, a diferença que há entre as palavras:
"mas, mais e más", e por fim não erre mais, amigo(a).
O "Mas", é uma conjunção coordenativa adversativa(ou seja, é uma palavra que tem o sentido de oposição ou contraste).
Ex: Eu dei-te o meu amor, "mas" tu não quiseste.
O "Mais", é um advérbio de quantidade(oposto ao "Menos").
Ex: "Mais" do que meu, o meu amor é teu.
O "Más", é a forma feminina e plural do adjetivo "Má", que é oposto ao adjetivo "Boa"(adjetivos são palavras que qualificam ou desqualificam seres, coisas e etc.).
Ex: Não te enganes, o mundo é feito de pessoas "más", somente Deus é bom.
365 dias se passaram e mais uma vez estou aqui, celebrando a vida, minha vida! E como todos os anos eu faço uma reflexa de aprendizagem, percebi que esse foi o ano do desapego.
Sabe aquele objeto? Aquela pessoa? Aquela lembrança? Sim, foi justamente esse ano que descobri que aquele novo que me assustava tanto, era o início da minha cura. E que o desapego era fundamental, para começar.
E nesse novo ciclo,que venha histórias diferentes, que eu possa me aventurar e fazer um capítulo que vá além de palavras, que possa colocar imagens em cada sena no meu livro de vida. Terei 365 páginas em branco. E eu espero que vcs, estejam comigo para colorir meu novo livro.
Janayne Oliveira🍀
03/12/2022
Chuva, aquela que cai lá fora, transborda nas folhas, alagam as caules
Ela também cai aqui dentro, goteja no rosto, inundam as vestes, retratam as marcas
O volume não dita a beleza, a tragédia, o que mostra é a gente, e dentro da gente, o sol não se põe, só chove, só molha, aqui chove, enchente.
Anos de choro me serviu para regar o sonho
Aqui ponho palavras contra o medo do medonho
Meus pensamentos voam como os pássaros no céu
Coloco meu interior num pedacinho de papel
Queda de braço em um labirinto social
Te transforma em um homem podre, um homem sujo, um homem mau
Rap temporário eu não vou criar
A postura é a mesma e sempre permanecerá
“Está aí?.
Se está aí, por que não vem pra cá, e fica aqui.
Sim, mas fique sem pressa de ir.
Sem dá expectativa de voltar.
Pois isso me diverte, me entretém.
Caso esteja, ou seja, se me lê e não me vê. Fique, apenas fique.
Quando o sol chegar, vá, mas vá com a certeza de que ficou querendo ficar.
Querendo deitar, pra se molhar, pra não olhar nada mais além de meus olhos nos teus.
O cheiro do hálito de cigarro, misturado ao cheiro do seu perfume, e a menta da bala, a jura de amor, mais cheia e vazia que ouviu em sua vida.
Juntos, vamos juntos pois assim, é que fica marcado, meu corpo no seu, meu gosto no seu... Até outro dia... Claro se estiver aí.”
No laço
Laço o tempo, prendo aqui e alí
Mas ele tem o dom de fugir
Quando vejo
Se foi.
E tudo passou com ele
Pessoas
Sonhos
Vida
Oportunidades.
E tudo que eu pensei que poderia conter,
Se foi.
Eai Seus ET se liguem nessa...
Fico viajando nessa ideia aqui, tipo assim:
Penso que erros e acertos são como professores valiosos em nossa jornada de evolução.
A diferença é que somos gratos ao professor dos acertos e não tão gratos com o dos erros, sendo que na minha concepção os acertos nos mostram em qual direção devemos nos manter e os erros para qual não seguir, entoa se pararmos pra pensar eles agem em conjunto, pq não ser grato aos dois?!
Será muita viaje minha?
Não Sabemos onde isso vai Chegar,
para quê pressa?, Se minha companhia Presta
aqui é seu Lugar.
Sem se precipitar, sem se estressar, mas se o Coração Palpitar, Vale a Pena Tentar.
Sem rumo eu ando, sem sono eu deito, de Noite eu Durmo, Pensando em te encontrar
Não sei se estou louco, Não sei se estou Sóbrio mais talvez os Loucos, sejam os verdadeiros Sóbrios deste lugar.
Silêncio.
Quero ouvir. Só oiço o que está aqui fora
Por dentro nada.
Escuto atentamente.
Respiro. Respiro novamente com consciência do que estou a fazer.
E volto a escutar.
Sondo: varro tudo dentro de mim.
Nada.
Tudo sereno. Só tenho percepção do movimento do tórax: dilata, expande, e colapsa controladamente.
Fecho os olhos para melhor sondar.
E ponho-me novamente à escuta.
Espero.
Só a presença do nada aflora.
Fico na presença.
E escuto então: vem de dentro, das paredes interiores, a vontade de partilhar. Porque partilhar também é ser. Ser no mundo.
O mundo dentro de mim.
O ser que sou na presença desse mundo.
Só sou eu a ser presença.
A vontade de ir regressou até às suas origens.
E eu escuto novamente a presença desse nada.
Nenhum verbo serve.
Nenhuma acção...
A presença não é. Está!
Estar é consciência das paredes de onde nasce a origem.
Escuto novamente. O peito dilata, expande, retém. Para colapsar, de seguida, controladamente.
O que saiu, escapou. Existiu!
Sou, sem ser.
O que ser quando aqui sinto que sou?
Imponente.
Como caber?
Poder.
Como mexer?
Intrigo-me.
Como é que ali está?
E vivo. De todo o tamanho que ocupa Ser.
E ali está. Ali habita.
Ali faz parte.
Aqui é possível - desafio das leis das física.
Mas ainda luto com limites de tão absurda que é a existência para a conter dentro de mim.
Me desculpem os pais (poesia)
Nasci em uma família matriarcal e matrilinear, aqui homem não tem vez! Mulheres sendo tias, primas, filhas, avós, tias avós, bisavós, noras, cunhadas: são mães de todos.
Não falo em feminismo, porque aqui em casa quem manda é mulher mesmo, a mãe é nosso objeto de devoção familiar e religiosa.
Às nossas grandes mães rendemos homenagens e temos gratidão, levamos presentes, flores e perfumes. Estejam elas assentadas no mar, nos rios ou no sofá de casa: aqui elas são divindades.
Minhas mães, no plural mesmo, são as raízes da Velha Árvore da Vida, que se fincam profundamente até o útero da terra e de onde retiram todo o nutriente que alimenta seus frutos: a família.
Mães ancestrais, mães devoradoras, mães imaculadas, mães protetoras, mães do céu, mães guerreiras, mães d'água... Mães.
Me desculpem os pais, mas é que aqui em casa, Mãe é Deus.
O sorriso vem
Vem logo
Aqui tem saudade
E também tem vontades
Não desses que vem e vai, vai e vem
Desses que vem pra ficar
Te faz sorrir também
No meu mundo cão
Não sou pedra sabão
E nem sou poesia inexata
Sou ser humano
Mamífero
Fêmea e macho
Sou tudo e mais um pouquinho também
E no final é a mesma coisa
Nesse " bolerolero"
Vou chegando de mansinho
Bem devagarinho
(shiiiii, silêncio)
Que é pra ninguém perceber
Que meu sorriso largo
Encontrou o seu
A energia está no ar!
Aqui na nossa equipe é união e diversão, é a mais grave sem limites pra ser campeão!
Viemos competir e vamos abalar como um canário perigoso nós vamos jogar!
Sem limites!
Se quiser ganhar o céu,
siga os passos de Jesus aqui na terra.
Você só ganhará o céu,
se perseverar no bem aqui na terra.
Deus te honrará
se você perseverar no bem, no amor,
nas constância dos caminhos do bem!
Liddy Viana. ✍🌻
