Poemas Espanhois

Cerca de 6 poemas Espanhois

Clair de lune, chiaro de luna, claro de luna... jamais os franceses, os italianos e os espanhóis saberão mesmo o que seja o luar, que nós bebemos de um trago numa palavra só.

Mario Quintana
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Eu perdoo Hitler!
Perdoo a Al qaeda!
Também George W. Bush,
Os espanhóis pela Américas!
Os políticos corruptos!
Os religiosos!
Os homens machistas!
Perdoo os racistas!
Perdoo os homofóbicos!
Os assassinos!
Perdoo os injustos!
Os consumistas!
Os agressores ambientais!
Perdoo o caçador!
Os carvoeiros!
Os que vendem animais em cativeiros!
Perdoo que cortam árvores!
Os que envenenam o ar,
E os que poluem os mares!
Perdoo os filhos Ares!
Os extratores de minério!
Os que não levam o desmatamento a sério!
Perdoo os petroleiros!
Os que vendem casaco de pele!
Os que compram o casaco que se refere!
O que jogam papel no chão!
O que não come tudo do prato!
O que vê a fome do portão,
E não mexe um dedo pelo fato!
Os desejam morte ao semelhante!

Eu não sou ninguém para condenar vocês,
Só pensei em um mundo melhor!

Aldo Teixeira
Inserida por AldoTeixeira

Eu e muitos espanhóis recebemos uma educação baseada na culpa e no castigo, perfeita para criar psicopatas.

Pedro Almodovar
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Quando os espanhóis estavam destruindo o Império Asteca, os nativos pensaram que os deuses haviam morrido. O que é uma mentira, pois eles não morreram e sim jamais existiram.

Mário Pereira Gomes
Inserida por Mario11

As expectativas dos espanhóis em relação a Copa do Mundo de 2014, é o confronto entre Brasil e Espanha aguardado desde 2009, na última Copa das Confederações.

Embaixador da Espanha no Brasil - Manuel de La Cámara.
Inserida por jogodopoder

"Ela e os nós (duas)."
Minha mãe nos deixou já faz um tempinho, como dizem os espanhóis, "já tem um par de anos" E hoje resolvi visitar lugares evitados ao longo desses quase 730 dias, como coisas ensacadas, e encaixotadas por ela. E o que mais me chamou a atenção não foram os itens guardados mas sim os "nós" e laços dados em fios, fitas, e sacolas que sempre foram marcas registradas da minha mãe. Ela gostava de tudo amarrado, ensacado, agasalhado. Na sacola dos tapetes,eles estavam lá, bem medidos, bem amarrados. Nas cordas das redes, eles estavam lá, bem firmes, bem seguros para que ninguém viesse a cair. Depois fui ver algumas coisas atrás da casa, e eles também estavam lá, amarrando, segurando e alinhando discretamente três canos de água em desusança, preparados para uma eventual necessidade. As digitais da minha mãe estão naqueles nós, naqueles laços, porque sei que ali ela foi a última pessoa que pegou, que tocou, que amarrou. Posso desobrigar os laços das sacolas,e das fitas, a permanecerem na condição em que Zizina Vidal os deixou, mas confesso que tive dificuldade em mexer em algo que parece ser tão simples mas que foi especialmente e atenciosamente feito por ela. Minha mãe foi embora, deixou aqui alguns laços nas sacolas para eu desatar, mas também deixou laços entre mãe e filha que por vez, são indesatáveis.

Sabrina D'Vidal
Inserida por SabrinaDVidal
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