Poemas e textos sobre Jesus
Paizinho....
Pai, mais um dia acordamos graças a sua misericórdia, mais uma semana que se inicia.
Em nosso relógio, hoje é mais uma segunda-feira, mais uma semana.
Pai, paizinho olha para nós, cubra-nos com seu manto refrescante e salutar da glória divina.
Paizinho ouça-nos...
Socorre-nos nos momentos de aflição, daí nos as condições necessárias para realizarmos os teus planos, daí nos entendimentos para sabermos que o teu tempo não corre em nosso relógio, não cabe em nosso calendário.
Pai abençoa os homens de Bom coração, fortifica os Para suas batalhas, socorre os nas aflições e nas duvidas.
Planta pai em nosso coração a semente da fé, semeia pai nosso coração, ara o terreno de nosso espírito, fortaleça-nos...
Pai tu conheces o íntimo de cada filho teu, sabe das necessidades individuais materiais e espirituais de cada um de nós.
Pai alimenta-nos com a tua palavra, daí nos entendimentos e sabedoria para compreendermos a tua vontade O teu trabalhar.
Pai perdoa as nossa falhas e ajudas a não mais errar, pai imploro que restabeleça tudo o que foi perdido, quebrado, destruído pelos nossos inimigos.
Pai glorificado sejas tu, aqui e em todo lugar, para que onde tu estejas, assim estejamos nós.
Pai daí o sustento a nossas famílias, a saúde ao enfermo.
Paizinho esperamos em ti...
Ei nos aqui.....
Pai lhe agradeço de todo coração, por tudo que tens feito por nós, ainda que não seja a nossa vontade, que a tua sempre prevaleça, hoje, amanhã e para todo sempre.
Paizinho, vou indo, preciso ir, espero que me faças companhia neste dia.
Já que estaremos juntos que o senhor vá na frente me guiando segundo a sua vontade.
Te amo paizinho.
Me siga
Pra você espero que tenha paz, por isso me siga.
Pra você espero que esqueça e siga adiante, por isso me siga.
Pra você espero que encontre a tranquilidade de ter o aconchego de um lar, por isso me siga.
Pra você espero que me siga e sinta a luz que brilha de um vencedor.
Pra você que esta no escuro da perseguição, sem paz, sem vida, sem motivos próprios para ser feliz, me siga.
Pra você que se sente um coitado, me siga.
Pra você que esta sofrendo e precisa mostrar as pessoas o quanto você não esta em paz, o quanto você é um injustiçado, me siga.
Pra você que precisa da pena das pessoas, pra você que não tem o calor de amigos, me siga.
Pra você que esta a beira da loucura, perdido e sozinho, me siga.
Pra você que é tão rico que só tem dinheiro, me siga.
Pra você que busca a aprovação das pessoas para validar suas atitudes, me siga.
Pra você que tenta corromper as pessoas com mentiras e intrigas com único intuito de ocupar um espaço que deveria estar transbordando de felicidade, me siga.
Pra você que encontra-se perdido num mundo de repleto vazio, me siga.
Pra você que vê a maldade em tudo e em todos, me siga.
Pra você que quer continuar sofrendo e demostrando isso a todos, mesmo que no fundo todos estejam rindo nas suas costas, me siga.
Você precisa muito de mim eu sinto isso!
Eu vejo seu sofrimento, sua dor!
Eu vejo você se passando de forte, com textos grandes de revolta.
Mas no fundo eu sei que você precisa de mim.
Eu sei que você precisa de mim mas seu coração é duro, esta revolto, ferido, triste.
Me siga, você não fala comigo, eu não te escuto, dobre os joelhos para que chegues até mim.
Eu lhe vejo, sinto sua dor transvestida em prepotência.
Eu posso te curar, eu sou Rei, já fiz isso varias vezes.
Eu sou cristo, morri por você, e vou te proporcionar a paz que precisa.
Apenas pare e me siga, fale comigo.
"Hoje, se referir a processos de elevação pode parecer algo meio fora de propósito, dada as dificuldades morais e sociais que enfrentamos na atualidade e onde tudo é contestado ou ridicularizado, mas se não fizermos um amplo esforço para nos erguermos do chão do Planeta, onde nos encontramos temerosos e atordoados, não alcançaremos tão cedo o dia da felicidade e da libertação.
O caminho é Jesus.
A decisão é nossa.
Avancemos! "
(Instituto André Luiz)
Eu vou chegar
Neste vendaval de desafios e incertezas, onde cada dia parece ser uma batalha, mantenho-me firme na certeza de que eu vou chegar. Não importa quão íngreme seja a montanha à minha frente, quão densa seja a escuridão que me cerca, ou quão árdua seja a jornada, eu vou chegar.
Luto contra as adversidades que o mundo lança sobre mim, enfrento as provações que surgem em meu caminho com coragem e determinação. Cada obstáculo superado é um passo mais próximo do meu objetivo final.
Mas o que me mantém perseverante, o que me impulsiona adiante, é a esperança na promessa de um lar verdadeiro. Um lar onde não haverá mais lágrimas, dor ou sofrimento. Um lugar onde finalmente encontrarei paz e plenitude.
Então, enquanto aguardo o retorno de Jesus, sigo em frente, com fé inabalável no meu coração. Cada desafio é uma oportunidade de crescimento, cada dificuldade é um teste da minha resiliência.
Porque, no final do dia, eu sei que não estou sozinho nesta jornada. Tenho a certeza de que, com a graça de Deus, eu vou chegar. E quando esse dia chegar, finalmente estarei em casa, onde pertenço.
Bom dia.
Valeu meu irmão👏👏👏 valeu minha irmã ☀️
Juntos com a alegria e esse amor que todos vocês nos concedem, com cada palavra, gesto de carinho e gratidão: nesse despertar e amanhecer... Sinto também, maravilhosamente, todo esse potencial Divino, animação, vibração e revigoramento que me invade e me contagia! É gratificante sentir esses raios que vem de vocês e do alto, e que nos ilumina e aquece!... São expressões infinitas da graça de Deus, com seus raios revigorantes que nos tocam e proporciona essa luminosidade que também provém desse poderoso astro: o nosso sol! Que enche os nossos corações de emoção e fé! Tudo isso aquece a nossa alma e vem todos os dias nos despertar e fazer sentir a presença de Jesus. E que ele possa também lançar em todos os vossos caminhos, sementes de paz, saúde e felicidades.
Muita beleza e luz na vida de todos💓🤝
Amém 💖
Livre, leve e sereno
A vida é assim...
Estamos vivos
Caminhando
Pulsações constantes
Mas
Deixemos fluir
Pelo coração
Tudo passa
Tudo passará
Devemos armazenar
Segurar
O amor de Jesus
Porque assim
As batidas ficam suave
Mais leves
Conseguimos fluir...
E se tivermos
Alguém
Uma companhia
Para esquentar
Nossos corações
Abraçar nossa alma
E juntinhos
Com Deus
Seguir nossa jornada
Fica melhor
Mais que bom
Uma belezura!...
Gratidão por tudo
Por todos
Que comigo
Caminham
Viajam
Nesse espaço
Nessa constelação
Nesse Facebook
De olho no olho
Click a click
Toc toc
Muita emoção
Felicidades pra todos, viu!!!
Sentimentos assim
É bom
Pra vcs
Pra mim
Continuemos nessa marcha
Com fé e oração
Coração bombeando
Sangue circulando
Ar respirando
Saúde na alma
E paz no coração ❤️
Felicidades sempre 🙏
Solange Oliveira
Muita paz no coração 🙏
Fé.
Precisamos de fé
Pra nos manter em pé
Igual foi na arca de Noé
Todos movidos pela fé
Assim que começa
Acredite na promessa
Que você vai sair dessa
Se a ideia é essa
Depende da ocasião
Tudo passa irmão
Deus põe a mão
Creio na transformação.
A vida é feita de momento
Tem que ter fé aí dentro
A fase boa passa, tudo bem
Mas a ruim passa também
É só seguir o lado do bem
Que a resposta logo vem
Falo de fé, não de religião
Não faço parte dessa legião
Que manipula, faz acepção
Acredito é no Deus de Abraão
Que andou com a multidão
O que vale é a oração
Qualquer lugar pode ser a igreja
E o dízimo não é para fazer riqueza
Distribui para os pobres que fica firmeza
Divide a ceia sobre a mesa.
O ÓDIO SOB A ÓTICA ESPÍRITA E SEUS EFEITOS PSICOLÓGICOS.
O ódio, à luz da doutrina, não é apenas um sentimento moralmente reprovável. É um estado vibratório de profunda desarmonia que compromete o equilíbrio do Espírito e repercute diretamente sobre o corpo físico por intermédio do perispírito.
Em "O Livro dos Espíritos", questão 886, lê-se que o verdadeiro sentido da caridade é benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições alheias e perdão das ofensas. O ódio, portanto, é a negação prática dessa tríade moral. Ele fixa a consciência no passado, cristaliza a dor e impede o avanço espiritual. Não se trata apenas de falha ética, mas de estagnação evolutiva.
Dimensão Espiritual do Ódio
Segundo a perspectiva espírita, o Espírito é um ser em progresso contínuo. Emoções densas como o ódio produzem condensações fluídicas no perispírito, que é o envoltório semimaterial da alma. Esse envoltório, ao sofrer perturbações prolongadas, transmite ao corpo físico estados de tensão persistente.
A literatura doutrinária, inclusive nas reflexões de Léon Denis, esclarece que pensamentos reiterados estruturam formas mentais que se agregam ao campo vibratório do indivíduo. O ódio reiterado torna-se um circuito fechado. A criatura passa a nutrir-se da própria amargura. Forma-se um processo de auto obsessão, no qual o ofensor já não é necessário para que o sofrimento continue.
Efeitos Psicológicos
Sob o prisma psicológico, o ódio prolongado gera:
Ruminação mental persistente. A mente retorna compulsivamente ao fato que gerou a ofensa.
Alterações fisiológicas crônicas, como elevação constante de adrenalina e cortisol.
Rigidez cognitiva. A pessoa perde a capacidade de interpretar os fatos com elasticidade.
Identificação com a dor. O sujeito passa a definir-se pela ofensa recebida.
A psicologia contemporânea demonstra que emoções hostis mantidas por longo período estão associadas a transtornos de ansiedade, quadros depressivos e distúrbios psicossomáticos. O Espiritismo acrescenta que tais estados podem abrir campo para processos obsessivos, conforme analisado em "O Livro dos Médiuns", quando há sintonia vibratória com Espíritos igualmente perturbados.
Lei de Causa e Efeito
O ódio também se insere na dinâmica da lei de causa e efeito. Não como punição externa, mas como consequência natural. Ao odiar, o Espírito compromete sua própria paz. A desarmonia interior torna-se campo fértil para experiências regeneradoras futuras, inclusive por meio de reencontros reencarnatórios com aqueles a quem se ligou pelo ressentimento.
A reencarnação, portanto, surge como pedagogia divina. O desafeto de hoje pode converter-se no filho de amanhã. O adversário pode retornar como irmão consanguíneo. A providência espiritual não visa castigar, mas educar.
Superação
A superação do ódio não é repressão emocional. É transmutação. O perdão, segundo a ótica espírita, é libertação íntima. Não significa concordância com o erro alheio, mas recusa em manter-se prisioneiro dele.
A prática da oração, da vigilância mental e da reforma íntima modifica a frequência vibratória do Espírito. A disciplina do pensamento reorganiza o perispírito. O hábito do bem dilui gradualmente as cristalizações emocionais.
O ódio corrói, paralisa e obscurece. O perdão reorganiza, fortalece e ilumina. Entre permanecer na sombra da ofensa ou avançar na direção da consciência pacificada, o Espírito é sempre chamado a escolher.
ANTES DO CRISTO:
A ÉTICA COMO SEMENTE NA ALMA HUMANA.
Desde os primórdios da humanidade, muito antes do nascimento de Jesus, o ser humano já buscava compreender o que era o bem, o justo, o nobre. A ética, nesse sentido, não nasceu com o Cristo — ela foi por Ele aperfeiçoada. Antes d’Ele, pensadores, mestres e sábios já se debruçavam sobre os dilemas morais da existência e sobre os valores que dignificam a alma humana. Um desses nomes fundamentais foi Sócrates (470–399 a.C.), o filósofo ateniense que não escreveu uma única linha, mas cujos pensamentos ecoam há mais de dois milênios.
A Ética em Sócrates: O Conhece-te a Ti Mesmo.
Sócrates não pregava dogmas. Ele inquietava. A ética para ele era vivida no dia a dia, na praça pública, nos diálogos francos. Sua máxima “Conhece-te a ti mesmo” não era apenas um convite introspectivo, mas um imperativo moral: só pode agir corretamente aquele que se conhece, que reflete, que examina suas intenções e desejos.
Para Sócrates, a virtude era conhecimento. Ninguém faz o mal deliberadamente — faz-se o mal por ignorância do bem. Seu método dialético buscava, então, a verdade através do diálogo, da humildade intelectual e da coragem de reconhecer os próprios erros. Essa ética racional, baseada na busca do bem por meio da sabedoria, marcou um divisor de águas no pensamento ocidental.
Mesmo condenado à morte por desafiar os costumes da época, Sócrates não fugiu de sua responsabilidade moral. Recusou escapar da prisão, afirmando que uma vida sem exame não vale a pena ser vivida. Morreu fiel à sua consciência, e por isso seu legado ético transcende os séculos.
A Semente Ética no Mundo Antigo.
Antes dele, porém, outras civilizações já refletiam sobre condutas e valores. Os egípcios falavam da Maat, a deusa da verdade e da justiça, representando equilíbrio, ordem e retidão. Os hindus, com o conceito de Dharma, ensinavam que cada um possui deveres éticos a cumprir, ligados à harmonia universal. Os chineses, sob a influência de Confúcio, estabeleceram princípios como respeito aos anciãos, retidão, fidelidade e benevolência, pilares de uma convivência civilizada.
Esses ensinamentos, mesmo que culturalmente distintos, carregam uma matriz comum: a ética como ponte entre o indivíduo e o coletivo, entre o íntimo e o social, entre o dever e o querer.
Conclusão: A Ética que Nos Habita.
A ética não é propriedade de nenhuma época, religião ou povo. Ela é a linguagem silenciosa da alma madura, que reconhece no outro a dignidade de si mesmo. Sócrates não nos deu regras prontas, mas um modelo de pensamento: questionar, refletir, aprimorar-se continuamente.
Em tempos em que a velocidade dos acontecimentos ameaça atropelar a profundidade das decisões, resgatar essa ética socrática — racional, dialogal e interiorizada — é um ato de resistência humana.
Seja no silêncio das decisões solitárias, seja no barulho dos dilemas coletivos, permanece viva a pergunta socrática: “O que é o bem?”
E ao buscá-la, o ser humano educa sua consciência, amadurece sua liberdade e dignifica sua jornada.
A ética não é um mandamento que vem de fora, mas uma luz que nasce do coração lúcido, que pensa, sente e se responsabiliza.
O monge que queria ver Cristo.
livro: Pontos e Contos
Irmão X.
Conta-nos Longfellow a história de um monge que passou muitos anos, rogando uma visão do Cristo. Certa manhã, quando orava, viu Jesus ao seu lado e caiu de joelhos, em jubilosa adoração.
No mesmo instante o sino do convento derramou-se em significativas badaladas. Era a hora de socorrer os doentes e aflitos, à porta da casa e, naquele momento, o trabalho lhe pertencia. O clérigo relutou, mas, com imenso esforço, levantou-se e foi cumprir as obrigações que Lhe competiam.
Serviu pacientemente ao povo, no grande portão do mosteiro, não obstante amargurado por haver interrompido a indefinível contemplação. Voltando, porém, à cela, após o dever cumprido, oh maravilha! Chorando e rindo de alegria, observou que o Senhor o aguardava no cubículo e, ajoelhando-se, de novo, no êxtase que o possuía, ouviu o Mestre que Lhe disse, bondoso:
“ - Se houvesses permanecido aqui, eu teria fugido.”
Assim, de nossa parte, dentro do ministério que hoje nos cabe, não nos é lícito desertar da luta e sim cooperar, dentro dela, para a vitória do Sumo Bem.
"Juventude e Silêncio da Alma:
O Despertar Espiritual em um Mundo Barulhento"
Há uma tragédia silenciosa que se alastra nas gerações mais jovens e não está nas telas, nas ruas ou nos ruídos que preenchem a existência moderna, mas sim no íntimo de corações que sentem demais, e por isso, sofrem. Em meio a um mundo que valoriza o imediatismo e a aparência, muitos jovens trazem dentro de si um clamor que não encontram palavras para expressar. São almas generosas, sensíveis, vocacionadas à luz, mas que se sentem deslocadas numa sociedade que parece premiar a superficialidade e o egoísmo.
O Espiritismo, como doutrina consoladora e racional, surge justamente como um abrigo para esses corações inquietos. Mas o encontro entre o jovem e o Espiritismo não é simples é, antes, um diálogo de almas: o jovem busca sentido, e o Espiritismo oferece luz; o jovem busca acolhimento, e o Espiritismo propõe responsabilidade; o jovem quer sentir Deus, e o Espiritismo o convida a compreendê-Lo pela razão.
Sob o ponto de vista filosófico, essa busca é o eco natural da alma imortal que, ao reencarnar num século de transição moral, encontra-se diante do velho dilema socrático o “Conhece-te a ti mesmo”. O jovem espírita de hoje é o novo filósofo da alma, pois precisa questionar o mundo sem perder a ternura, e indagar o sofrimento sem cair no desespero. Vive o conflito entre a sede de liberdade e o chamado da consciência, entre o impulso dos sentidos e a exigência do Espírito.
Do ponto de vista psicológico, o jovem moderno é o retrato de uma alma em reajuste. A ansiedade que o consome, a solidão que o acompanha e o vazio que sente não são apenas sintomas sociais são expressões de um Espírito em processo de amadurecimento moral. O mundo grita, mas o Espírito quer silêncio. O mundo exige máscaras, mas o Espírito clama por autenticidade. É nesse hiato entre o externo e o interno que se trava a grande batalha do ser. E o Espiritismo, ao oferecer-lhe a compreensão da vida espiritual, não o anestesia — educa-lhe a dor, dá-lhe sentido à espera, mostra-lhe que “muitas vezes, quando o coração mais se dói de solidão e ingratidão, é que está mais próximo de Deus”.
No aspecto moral, o jovem espírita é convidado a ser semente de renovação e não reflexo do mundo. A Doutrina não pede perfeição, mas coerência. É por isso que aos neófitos, àqueles que ainda tateiam os primeiros conceitos e, por desconhecimento, dizem algo anti-doutrinário, nós compreenderemos; mas aos que se dizem realmente Espíritas, por razão de estarem imersos em seu bojo transformador, nós lamentamos quando perdem o senso moral e o testemunho do Evangelho que professam. Porque o jovem que encontrou o Espiritismo tem o dever de não apenas falar sobre a luz, mas de acendê-la dentro de si.
O que o Espiritismo espera dos jovens? Que sejam sinceros, que estudem, que questionem, que sintam, mas, sobretudo, que vivam. Que transformem a fé em ação, a dúvida em pesquisa, o sofrimento em serviço. E o que os jovens esperam do Espiritismo? Que ele os acolha sem julgamentos, que não lhes imponha dogmas, que dialogue com sua dor e sua linguagem que lhes mostre que ser sensível não é fraqueza, mas uma das formas mais puras de força.
Ambos se completam: o Espiritismo precisa do coração ardente da juventude; e a juventude precisa da sabedoria serena do Espiritismo. Um é o ideal que ilumina, o outro é a chama que impulsiona.
Assim, a tragédia silenciosa da alma que sente demais pode tornar-se o prelúdio de uma nova era moral. O jovem que hoje chora em silêncio poderá ser o consolador de amanhã. Pois o Evangelho, quando verdadeiramente vivido, não pede aplausos pede entrega.
E quem, em meio ao barulho do mundo, consegue escutar a própria consciência, esse já começou a ouvir a voz de Deus.
“A Liturgia da Dor:
Quando Amar é Sofrer em Vida pelo Ser Amado”
Texto filosófico e psicológico.
Amar é sofrer em vida não por fraqueza, mas por excesso de humanidade. O amor, quando autêntico, carrega em si o germe do sofrimento, porque nasce do desejo de eternizar o que é efêmero, de reter o que inevitavelmente escapa. Amar é querer aprisionar o tempo no instante em que o olhar do outro nos faz existir; é suplicar à eternidade que não nos apague da memória de quem amamos.
Há uma liturgia secreta na dor amorosa. Ela purifica, depura, torna o ser mais lúcido e, paradoxalmente, mais enfermo. O amante vive uma crucificação sem sangue: carrega o peso invisível de um afeto que o mundo não compreende. Vive entre o êxtase e o abismo, entre o beijo e a renúncia. Freud chamaria isso de ambivalência afetiva: a coexistência de prazer e dor em um mesmo movimento da alma. Mas há algo mais profundo algo que a psicologia talvez não alcance, pois o amor, em sua forma mais elevada, é sempre um sacrifício voluntário.
Quem ama verdadeiramente, sofre antes mesmo da perda. Sofre por pressentir a fragilidade do instante, por saber que a ventura é breve, que o corpo é pó e que toda promessa humana é feita sobre ruínas. Esse sofrimento não é patológico, mas metafísico: é o reconhecimento de que a alma, ao amar, toca o eterno e, ao voltar à realidade, sente a mutilação de quem regressa do infinito.
Nietzsche, em seu niilismo luminoso, diria que o amor é a mais bela forma de tragédia, pois ele exige entrega total, sabendo-se fadado ao fim. Amar é afirmar a vida apesar do sofrimento, é dizer “sim” à existência, mesmo sabendo que o objeto amado um dia há de desaparecer. É um heroísmo silencioso, uma luta contra o absurdo.
Mas há também o lado sombrio o amor que se torna cárcere, o sentimento que se alimenta do próprio tormento. A psicologia o chamaria de complexo de mártir, mas o filósofo o vê como a tentativa desesperada de alcançar o absoluto num mundo que só oferece fragmentos. O sofrimento, então, torna-se o altar onde o amante consagra sua fé.
“Amar é sofrer em vida pelo ser amado” eis a verdade dos que ousaram sentir profundamente. É morrer um pouco a cada ausência, é carregar dentro de si a presença que já não se tem. O amor, quando verdadeiro, não busca recompensa: ele é em si o próprio sacrifício.
E talvez seja esse o segredo trágico e belo da existência: somente quem amou até sangrar conhece o sentido oculto de viver. Pois o amor é o único sofrimento que salva, a única dor que eleva. Quem nunca sofreu por amor, nunca amou apenas existiu.
Epílogo:
“Há dores que são preces disfarçadas. E o amor é a mais silenciosa de todas elas.”
DO SUBCONSCIENTE À LEI.
Catarina Labouré / Irmã Zoé .
Atingindo o ponto de liberdade que faz do homem autor de si mesmo em suas experiências costumeiras e múltiplas ;a autoridade que lhe advém das escolhas que lhe percrustam o subconsciente, emergem em emoções vividas e imantadas mediante o tempo que é de teor significativo prior,produzem invariavelmente sem o preparo ideal nas pautas do evangelho que alforria o homem de suas dependências primitivas em todas as áreas em que lhe concernem dores atrozes,segue o espírito por força maior do bem estar que ele procura para seguir em paz e adiante;chega então o sondar dos mistérios que o seu "eu pessoal" teima em esquecer das arbitrariedades praticadas contra a própria vida íntima ou alheia que lhe segregam envolvidas no mesmo universo psicológico que roga lograr êxito para uma sublimação que trespassa os interesses pessoais.
Cada ação,cada ato lhe tornando o receptáculo intransferível baseado nas leis naturais que sustentam todas as existências primárias ou milenares que pairam sobre as mesmas livres escolhas; chegam para diluírem-se na égide que cada um trás acima dos próprios atos,mesmo que desconhecendo-lhes o nascedouro não olvidam que lhe fazem aparentemente e de imediato humano o incompreensível mal que também se lhe transforma num educandário tanto no corpo como n'alma.Cabe ao homem que busca algo mais além das aparências turvas observar para compreender essa lei de causa e efeito, é a mesma que lhe chega com as mesmas forças dos atos pretéritos lhe elevando em direção a sentidos mais avançados e objetivos luminosos, abrindo-lhe portas e janelas dantes desconhecidas,mas agora um tanto mais interiorizados que olhamos e que nos olham em somas efetivas para despontar e redirecionar todos os que buscam a paz e o equilíbrio que almejamos,vivendo hoje esses sentidos, para que nessa transmutação amparada sob à lei inalienável da justiça divina aumentem em cada um de nós o merecimento de viver em mundos melhores e superiores na ação da paz conquistando ante as lei das reencarnações a lívida consciência dos deveres por hora bem realizados para com Deus na pessoa daqueles que conosco jornadeiam na mesma senda e seara.
Muita paz.
JOÃO 19.26 A 27
A SUBLIME TRANSFERÊNCIA DE AMOR E RESPONSABILIDADE.
O trecho de João 19.26 a 27, pertencente ao quarto Evangelho, insere-se no conjunto tradicionalmente denominado as Sete Palavras de Cristo na cruz. Nele lemos.
"Vendo, pois, Jesus sua mãe, e que o discípulo a quem ele amava estava presente, disse a sua mãe. Mulher, eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo. Eis aí tua mãe. E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa."
A cena ocorre no Calvário, momento culminante da Paixão. Segundo o Evangelho de Evangelho segundo João, estavam junto à cruz Maria, mãe de Jesus, algumas mulheres e o discípulo amado, tradicionalmente identificado como João. A declaração não é meramente afetiva. É um ato jurídico, moral e espiritual.
No contexto judaico do século I, a responsabilidade filial pelo cuidado da mãe viúva recaía sobre o filho primogênito. Ao confiar Maria a João, Jesus cumpre a Lei e reafirma o quarto mandamento. Honrar pai e mãe não é apenas reverenciar. É prover, proteger, sustentar. Mesmo sob extrema agonia física, Ele preserva a ordem moral.
A expressão Mulher não denota frieza. É forma solene e respeitosa, semelhante à empregada nas bodas de Caná. Ao dizer Eis aí o teu filho, Cristo inaugura uma nova família fundada não no sangue, mas na fidelidade espiritual. E ao declarar Eis aí tua mãe, estabelece uma comunhão que ultrapassa a biologia.
Sob perspectiva histórica, o gesto garante amparo concreto a Maria. Sob perspectiva teológica, simboliza a formação da comunidade cristã como família espiritual. A cruz, instrumento de suplício romano, converte-se em altar de fundação comunitária.
Na tradição cristã antiga, essa passagem foi compreendida como sinal da maternidade espiritual de Maria em relação aos discípulos. Já na leitura ética clássica, destaca-se o exemplo supremo de responsabilidade mesmo em sofrimento extremo. A cruz não anula o dever. Antes o consagra.
Do ponto de vista psicológico, a cena revela lucidez e domínio interior. O condenado não se encerra na própria dor. Ele volta-se ao outro. O amor, aqui, não é emoção efêmera. É decisão consciente que organiza vínculos e assegura continuidade.
No horizonte moral, o texto ensina que a verdadeira grandeza não está no poder, mas na capacidade de cuidar. A autoridade espiritual manifesta-se no zelo silencioso.
Assim, João 19.26 a 27 não é apenas despedida. É instituição. É testamento afetivo. É pedagogia do amor responsável.
E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa. Esta frase encerra uma verdade perene. O amor autêntico não se limita a palavras pronunciadas no auge da dor. Ele traduz-se em atos concretos, cotidianos, silenciosos.
Na cruz, o sofrimento não gerou desordem. Gerou família. E toda família que nasce do dever vivido com amor transforma a história.
Feliz Páscoa
Há sempre um momento
De começo
Um nascer de novo
Renovar a vida
Restabelecer-me
Mesmo desgastado
Renovo meu interior
A cada dia
Onde me sinto enaltecido
Sabendo que vim de algum lado
É sinal que estou vivo
Agora olhar para o passado
Vejo um percurso
Preenchido com apetrechos de amor
Rodeado de amigos consistentes e sólidos
Uma família genial
Que me dá força
Para prosseguir
Onde estamos interligados por Deus
A vida mudou um dia
Para mim
Passei por grandes tribulações
Em outros tempos, por vez ainda passo desafios que agora estou mais forte para suportar
O caminho é feito por vivências estas que nós nos espelhamos e reparamos que já fizemos um caminho, com muita dedicação e esforço, onde atingimos metas e objetivos onde independente das derrotas e vitórias
O que prevalece é a vida e aquilo que plantamos no nosso coração e de cada ser um pouco de paciência e atenção para com os outros é um benefício de mais valia para todos.
Sou grato por ver que estou num caminho de eterna felicidade.
Isto é maravilhoso
Isto é espírito de vida
A vida é complicada, há tantas dificuldades e barreiras. E muitas vezes por termos que fazer um simples esforço e acabar fracassando, pensamos em desistir por achar inúteis nossas tentativas. E já percebeu que sempre insistimos dizer que tentamos?...
...Jesus, ah se todas as pessoas tivessem 1/10 de cada virtude tua!
Ele viveu como uma criança qualquer, como um menino brincava, seus pais o alimentava, não tinha obrigações. Mas quando cresceu, como qualquer ser humano passou a ter obrigações, passando a cuidar de si próprio. Jesus mantinha fidelidade com nosso pai, ele além de cuidar de si passou a cuidar dos outros. Ele foi em busca de pecadores para serem os seus discípulo, e ele sabia que no meio deles um o trairia, mas não se intimidou. Foi ao deserto, passou quarenta dias e quarenta noites jejuando e sendo tentado pelo demônio. Resistiu. Muitos o chamavam de farsante e mesmo assim, Jesus tinha misericórdia dessas almas e continuava a fazer seus milagres. Jesus foi crucificado por nós, ele continuou tentando. Ele morreu. Ele conseguiu. Tentar é ir ao limite humano e espiritual. Espelhemos em Jesus, homem forte e imortal.
Agora entendo, que o lugar onde posso te encontrar é aqui dentro de mim.
No silêncio do meu ser, quando me ponho em tua presença, posso encontra um lugar, um lugar onde não há mais nada a não ser eu e você Jesus. Um lugar onde não existe barulhos ou distrações, um lugar onde eu posso vê-lo com teu amor olhando para mim, um lugar onde me deito em seu colo e me aconchego bem perto de ti, um lugar onde eu sempre quero estar aqui, aqui dentro de mim mesmo onde o Senhor habita, aqui onde o Senhor soprou o fôlego de vida que simplesmente é a sua presença. A presença mais real que podemos sentir que é o seu respirar em mim.
Se olhássemos mais para o céu
Seríamos mais livres
Não teríamos medo do amanhã
Viveríamos intensamente
Amaríamos mais, nos entregaríamos mais
Se olhássemos mais para o céu
Confiaríamos mais em nosso Deus
o Deus que criou a imensidão do Céu
que pintou as estrelas,
que formou as nuvens em um por do Sol tão lindo que guardamos em fotografias
Se olhássemos mais para o céu,
Não desacreditaríamos que Deus está conosco em todos os momentos de nossas vidas
Se olhássemos mais para o céu
Tudo seria mais leve
Menos desgastante
A vida seria vivida sem pressa
Aproveitaríamos mais os momentos especiais
Como um café da manhã com quem amamos, mas que amanhã possa não estar no café!
Se olhássemos mais para o céu
Seria tudo tão especial
Se olhássemos mais para o céu
Entenderíamos mais o nosso criador.
A verdade é algorítmica.
Não relativa, é absoluta.
Pode ser objeto de narrativas alegóricas, mas não se perde. É o desafio dos mentirosos, pois ela continua sendo verdade.
Assim, em sua literalidade, a verdade nega o esquecimento no momento que a realidade simultaneamente caminha até sua maior extensão.
Revelará à razão humana, seja pela intervenção sobrenatural de Deus ou pela intenção da razão incansavelmente ensaiada que é único caminho para que livre de paixões, sem pretensões, simulações, falsidades nem enganos, se desnude em pureza.
A verdade tal como ensinada por Cristo, é a execução de propósitos que se opõem igualmente às superstições, invenções e opiniões de preceitos do que ou quem é falso. É ou não é. É simples!
"E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará."
João 8:32
Esses dias li a seguinte frase:"Sempre haverão pessoas para falar mal, o problema é se elas estiverem com a razão."
Confesso que já fiquei triste algumas vezes por saber o que as pessoas pensam ao meu respeito, por alguma falha ou até pelo meu jeito, mas é assim nós seres humanos falamos e pensamos tantas coisas e as vezes até julgamos as outras, no entanto, somente Deus sabe o que vai lá no mais profundo do nosso coração. Não queremos que nos julguem, mas julgamos, não queremos que as pessoas falem mal de nós, mas falamos. Nem sempre o que pensamos em relação a alguém é aquilo mesmo. Viver o amor na prática não é tão simples, amar nossos inimigos como a palavra de Deus nos ensina parece impossível, mas é essencial para seguirmos em frente. Ainda mais quando a pessoa é super educada conosco e acabamos sabendo o que falam de nós, é doloroso, mas é assim, Jesus que é Jesus, foi chamado de tanta coisa ruim, foi morto e condenado, imagina nós seres imperfeitos e que erramos tantas vezes?
Peçamos sabedoria a Deus para fazermos a diferença, sermos luz e com consciência, pois nosso objetivo deve ser agradar a Deus, nem todo mundo vai nos entender e nos aceitar, é mais fácil sermos criticados do que amados. 😊
