Poemas e Poesias
O poeta quando nasce
não chora como todos
os recém-nascidos...
Declama sem saber
o seu primeiro verso.
Ficar só não
é uma opção,
Não tenho
medo de amar,
apenas cautela
de desencontrar:
a autopreservação.
Temo perder
o discernimento
daquilo é um
'breadcrumbing',
e correr o risco
de ficar acostumada
a receber pouco
e deixar de ser
gentil comigo mesma.
Não tentar não
é uma opção,
mas uma solução
de autopreservação
quando falta opção:
o melhor é me poupar.
Temo perder
a coragem necessária
de desarmar sempre
que for preciso
quando houver
um 'love bombing',
e acabar me arriscando
num caminho sem
volta onde me perca
e eu me esqueça.
Não temo voar com
ou sem companhia,
tenho autonomia
e brevê de poesia:
quero um amor que
venha com harmonia.
Enquanto isso dou
a mim mesma
o amor romântico
não por egoísmo,
e sim para lapidar
o meu equilíbrio
para sempre discernir
o quê é ou não é um
amoroso compromisso.
Véspera de Ano Novo em Rodeio
O galo canta antes do Sol raiar,
o Ano Novo está dando
os primeiros sinais em mim,
A passarada começou a cantar
para a nossa cidade de Rodeio
no Médio Vale do Itajaí,
Nesta véspera de Ano Novo
desejo para mim e para ti
a tranquilidade para seguir adiante
para viver esta vida como quem
escreve um grande romance
e que nunca nos falte disposição
para não desistir de ser feliz.
Nesta véspera de Ano Novo
Nesta véspera de Ano Novo
quero os teus olhos brilhando
mais do que nunca um brilho novo:
Quero que brilhem só o amor,
porque vida sempre será
o maior de todos os tesouros,
e você pode vencer os desdouros.
Trovadorismo para o Vale Europeu Catarinense
Nas linhas do meu caderno
antigo encontrei um poema
que estava em completo
que resultou numa cantiga
nesta tarde na minha Rodeio,
e enquanto eu escrevia
entrou uma borboleta
pela janela do meu quarto,
Que inspirou a escrever um belo
Trovadorismo para o nosso
Vale Europeu Catarinense
que cerca de inspiração
a vida da nossa gente,
Gratidão é para poucos
que orgulhosamente
tem um coração que pulsa e sente.
Sexta-feira
É sexta-feira
desde cedo
os ponteiros
do relógio
fazem gafieira
e acendem
a lareira
do meu coração.
Nunca nenhum Governo
do seu país foi responsabilizado
pelos crimes que cometeu
e nem mesmo o teu.
Da pior maneira quem
representou e você que representa
a História no Livro da Vida
a memória assim escreveu
do tempo não se perdeu
e jamais irá se perder.
Enquanto você e os seus
estendem o dedo para tentar
apagar a verdade da memória,
emerge por todos os lados: a História.
A minha poesia tira a sua poeira cretina escondida debaixo
do tapete do teu país sem honra
e sem nenhuma glória.
O quê está ocorrendo
na Usina Nuclear de Zaporizhzhia
não passa de mais uma
brincadeira alucinante
para você e para os seus,
uma irresponsabilidade lancinante.
Os poemas meus são e serão
pesadelos inapagáveis
não apenas na tua escuridão,
inabaláveis eles sacodirão.
Só sei que a sua dificuldade
de cumprir com a palavra
não é mais segredo para
quem conhece a trajetória
da sua falsidade e toda a verdade.
Sacrificadas foram
as almas do Batalhão de Azov
que você e os teus tanto
apedrejaram moralmente,
Com honra e glória serão
lembradas eternamente.
Você e os teus
não garantiram as vidas
delas conforme o combinado,
Deixo aqui neste poema esta
História para que um dia
o destino dê conta do recado;
(os quê ainda estão vivos
preserve a vida
deles como foi acordado).
Itá
De Gaurama passando
por Santo Antônio,
Três Arroios e Dourados,
foi aberta uma picada
para dar abertura aos sonhos
as margens do Rio Uruguai
que abrigou ali colonos
e assim ergueu orgulho brasileiro.
Batizada de Itá pelo caboclo
Luís de Campos,
Pedra fundamental és
e pedra para todo
o sempre em tupi-guarani,
Torres da Igreja em meio
as águas é assim que lembro de ti.
Neste meio do Vale do Rio Uruguai
quem um dia vai sempre volta para ti;
Do ciclo da cachaça a energia,
és a minha Itá amada e minha alegria
que desta água que conheci,
nadei, provei e jamais me esqueci.
Itaiópolis
Do coração és a laje
ou pedra molhada
e fundamental:
linda cidade amada.
Teu nome guarda
em tupi-guarani e grego,
honra, festa e glória:
Colônia Lucena da História.
De muitas vidas o início
depois de tudo na vida,
és palco relembrado
da Guerra do Contestado.
Sonho paranaense,
e posse catarinense
no Planalto Norte,
endereço da boa sorte.
Onde a Vyshyvanka
e a Wicynanki se encontraram,
fizeram berço e o seu povo
sabe ser amável e acolhedor:
Itaiópolis és o poema de amor.
Itapiranga
Pedra ou concha vermelha
na língua tupi,
Pedra vermelha fundamental
assim nasceu catarinense,
Berço Nacional da Oktoberfest
e de uma gente linda
estabelecida por sonho
da Sociedade União Popular.
Navegando com o Padre
pelos Rios da Várzea e do Uruguai,
ali foi estabelecida uma cidade,
Sonhos de muitos por liberdade.
Linda Itapiranga poética,
só tenho razões para me declarar,
és a minha canção favorita,
meu bonito rincão do Extremo Oeste
do Estado de Santa Catarina.
Minha Itapiranga profunda,
o quê tu foste, és e será,
sempre com esperança e grata
no Festival da Canção Alemã
sempre será uma razão para cantar
e meu motivo para aqui continuar.
Florescem Cosmos
nas duas Américas
cada Hemisfério
guarda o seu mistério.
Continuo esperando
por você como a noite
espera o dia clarear:
te quero ver raiar.
O nosso Sul é o norte,
o coração é ciente
de que o amor tem
a sua própria sorte.
Você é meu fraco,
o meu ponto mais forte,
e na vida não há outro
amor que em mim horte.
A maior homenagem
que pode ser feita neste Natal
é lembrar de que em cada
pequenino palestino desprotegido
existe um Jesus Menino
que não está sendo protegido,
Erga a sua voz para que nenhum
pequenino nunca mais seja agredido,
Seja corajosamente sempre a luz
do mundo em prol de cada
pequenino.
Assim como o vento
balança a Palma Real
assim age no pensamento
a sua presença sem igual
Nas tuas mãos tens
o tempo e a urgência
apenas levo a inspiração
até a última consequência
Tem se erguido a cada
dia no destino a poesia
mansa com total sinestesia
Assim anda agindo o destino
combinador para unir
incansáveis passos no caminho.
Estou aqui na Ponta do Seixas
Curtindo esse sol que vem dentro
É assim que tu me deixas:
No mais alto sol de primavera.
Vou caminhando aos poucos
Rumo ao Farol do Cabo Branco
Aos passos pensando no teu corpo
Colando no meu, o meu corpo é teu!...
Porque esse amor pela Paraíba
Não se explica, é uma poesia
Que dá até a impressão
De estar sendo vivida...
Voltei a ser menina!...
Nesse litoral pessoense,
Não tem como não viver contente...
É sempre um despertar novo
Ao lado dessa linda gente
- Sorridente!...
Estou aqui na Ponta do Seixas
Curtindo esse sol que vem dentro
É assim que tu me deixas:
No mais alto sol de primavera.
Vou caminhando aos poucos
Rumo ao Farol do Cabo Branco
Aos passos pensando no teu corpo
Colando no meu, o meu corpo é teu!...
Porque esse amor pela Paraíba
Não se explica, é uma poesia
Que dá até a impressão
De estar sendo vivida...
Voltei a ser menina!...
Nesse litoral pessoense,
Não tem como não viver contente...
É sempre um despertar novo
Ao lado dessa linda gente
- Sorridente!...
Estou aqui na Ponta do Seixas
Curtindo esse sol que vem dentro
É assim que tu me deixas:
No mais alto sol de primavera.
Vou caminhando aos poucos
Rumo ao Farol do Cabo Branco
Aos passos pensando no teu corpo
Colando no meu, o meu corpo é teu!...
Porque esse amor pela Paraíba
Não se explica, é uma poesia
Que dá até a impressão
De estar sendo vivida...
Voltei a ser menina!...
Nesse litoral pessoense,
Não tem como não viver contente...
É sempre um despertar novo
Ao lado dessa linda gente
- Sorridente!...
A Paraíba também é um local para amar
Seja no sertão ou no mar,
Contigo quero passear
De mãos dadas no Pavilhão do Chá.
Do alvorecer ao crepúsculo no Rio Sanhauá
Quero você agarrado na minha cintura,
Indo muito além do forrozar
Vamos juntos namorar...
Eis-me aqui, e você aí
Dá até para escrever uma letra de forró,
Quando você não está aqui
Porque foi na Paraíba que eu te conheci.
Não existe o 'cedo', e nunca é tarde
Para amar sempre existe tempo,
Aos poucos vamos nos aproximando
Por causa desse amor que está florescendo...
Um beija-flor passou
na janela,
Foi você que desejou
um bom dia,
Mistério de amor
que chegou
para me fazer sacodida.
Como a espada que corta
Este verso maldizente quer:
Que o mal que você fez
Contra um animal de rua
Volte em triplo simplesmente,
Para que o quê você fez seja
- lembrado eternamente -
Como o escudo que protege
Este verso de maldição
Vai colocar juízo na sua cabeça
E também no seu coração!
O poeta é o protetor da Humanidade,
Que tem na poesia a sua artilharia
E nas letras a mais nobre infantaria.
O poeta é o som do violão,
Que toca na tua mão
E no teu pobre coração.
O poeta é o agricultor da espiritualidade,
Que vive de plantar o amor
Na estrada da Humanidade...
Como a porta que se abre para a luz,
Permita-se a claridade!
Lembrem-se muito bem lembradinho:
Que maltrato à animais de rua
Ou qualquer um animal
Vai muito além do crime...,
É expressão escandalosa de crueldade!!!
