Poemas Doce
Dizem que és estranha, Alice,
Uma garota doce, falante e lunática.
Tuas ideias irritam,
Confusões te perseguem feito sombra.
Eles confundem tua doçura com fraqueza,
Tua gentileza com passividade.
Mas tu, Alice, és uma chama ardente que não se apaga.
Vais até o fim pelo que acreditas.
Hoje, para conservar a pouca sanidade que lhe resta,
Tu respondes: "complicado".
E, no silêncio, discordas.
Aprendeste que não deves gastar tua alma em batalhas desnecessárias.
Mandaram-te ir às igrejas,
Dizem: "Sem Deus há desgraças".
Tu foste a todas!
Conheceste tudo, menos o Deus que disseram que encontrarias nos templos e púlpitos.
Alice encontrou apenas demônios vestidos de pregadores.
Mas Deus, Alice, tu sabes!
Não está em púlpitos nem templos.
Deus é sereno!
É a brisa que sentes em tua pele,
É o sol que aquece teu coração,
É a imensidão do mar,
É a lua,
É a montanha que guarda,
E a cor azul que te envolve.
Adriana Tenório
Um momento de reflexão"
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Quando a canção
suaviza um momento
para uma doce reflexão,
e meu pensamento,
numa viagem,
procurando a tua imagem,
aquela que teu sorriso se abre
e descobre
aquela doçura que existe,
em cada riso que você experimentou,
naquela 🤳 "selfie" feita na tua sala de estar...
<*>
E nunca esqueça,
mesmo que você não lembre
do meu rosto,
eu aposto
que um dia
lendo a minha poesia,
você vai lembrar
e recordar
que sei amar em silêncio,
e sem cobranças...🤳🎶✍️🌷💖
***
<*Francisca Lucas*>
___🤳🎶✍️🌷💖___
"O gosto da minha saudade
tem sabor de chocolate,
doce que invade,
aquece e não se abate,
derrete na boca,
na mente se espalha,
amor que retorna,
memória que não falha."
Ela é pequena e brava.
Às vezes parece que dendê corre nas veias.
Em outras, é leve e doce feito mel.
Mel da cor dos olhos que dei sem perceber.
Índia pequena.
Moça maluca.
Imprevisível, difícil de decifrar.
Em outra época, eu te daria o mar e o mundo. 🌊
Hoje não.
Hoje aprendi a fazer algo mais raro:
ficar.
Observar.
Sem posse.
Sem pressa.
Sem promessa.
A Doce Mordida
Morder a maçã do conhecimento
é assumir que o paraíso
não existe fora de nós.
A lucidez, ainda que nos liberte,
nos arranca para sempre da inocência.
Talvez por isso a loucura
tenha a sua própria
e secreta beleza de existir.
Tentativa
Como era doce
a ignorância que aqui me trouxe.
Prazer — chamavam-me de esperto.
Agora me proclamo louco,
talvez o único consciente.
Aqui me chamam de desobediente,
e até inconveniente.
Se lamente.
É o que faço diariamente.
Não pense.
Não tente.
Infelizmente…
do que vale pensar diferente
num mundo que escolhe
quem apenas sente?
Não é continuação.
São palavras que chegaram à minha mente,
como sempre, algo diferente.
Trouxeram uma sensação de presente —
talvez eu esteja vendo o mundo
por nova lente.
Se eu estiver nas garras do futuro,
ou nas minhas próprias — pois não sou puro —
sou mais do mesmo,
e de mim mesmo não esqueço.
Talvez por mim mesmo pereço.
Posso dizer que não mereço
Mas nem eu sei meu preço
Eu minto talvez por extinto
Por mais que não pareça eu sinto
Tentar se expressar que ironia do falar
Pior que isso só querer se encontrar
falam como se tudo pudesse mudar
Não é como se bastasse não se calar quando o mundo decide que vai falar
Por mais um aí
Tão Execrável quanto a Política do Espetáculo, só a Doce Inocência dos Espectadores Apaixonados.
Há algo de perigosamente confortável em assistir à política como quem acompanha uma série: torce-se, vibra-se, odeia-se o vilão e idolatra-se o herói.
O enredo muda conforme o roteiro das conveniências, mas a plateia permanece fiel à emoção do momento.
Poucos percebem que, enquanto se escolhe um lado para aplaudir, quase ninguém se dedica a entender o palco, os bastidores ou os interesses que ditam as falas.
A Política do Espetáculo vive da reação imediata — do aplauso fácil, da indignação instantânea e da memória curta.
Ela não exige reflexão; basta paixão.
Quanto mais apaixonado o espectador, menos ele pergunta.
E quanto menos pergunta, mais o espetáculo se aperfeiçoa.
O mais curioso é que essa doce inocência que costuma morar nas cabeças alugadas tem a estranha mania de se imaginar a mais bela das virtudes.
E o espectador acredita que sua devoção é consciência cívica, quando muitas vezes é apenas fidelidade emocional.
Confunde engajamento com torcida, convicção com pertencimento e crítica com traição.
Assim, o espetáculo prospera: líderes viram personagens, discursos viram cenas e crises viram temporadas.
E a plateia, tomada por suas certezas inflamadas, raramente percebe que a maior vitória do espetáculo não é convencer — é entreter o suficiente para que ninguém queira desligar o palco e reacender as luzes da razão.
Talvez o verdadeiro gesto político de nosso tempo não seja gritar mais alto que o adversário, mas resistir ao encanto da encenação.
Porque enquanto houver plateia apaixonada demais para desconfiar do roteiro, sempre haverá quem transforme o Destino Coletivo em um show demasiadamente lucrativo de ilusões.
Quando a descuidada Vale do Rio Doce conseguiu tornar imbebível as águas de um rio, do qual quem bebeu jamais esqueceu, eu já suspeitei que ela era muito mal seletiva.
Mas quando ela fingiu indenizar uma parte da população valadarense, fingindo não ter aniquilado o Doce do Rio que também era da outra parte, ela aniquilou também a suspeição.
Há indignações que não nascem apenas do que vemos, mas daquilo que sentimos ser arrancado de todos nós.
Quando a lama tornou imbebível as águas de um rio cuja doçura acompanhou gerações, não foi só o sabor que se perdeu — foi a memória líquida de um povo, sua identidade, sua história escrita em correnteza.
Naquele instante, já não era preciso grande esforço para desconfiar da seletividade de quem, por dever, deveria zelar e reparar.
Mas o espanto maior veio depois, quando o teatro das indenizações começou a escolher rostos e CPFs, a dividir dores, a parcelar perdas como se um rio pudesse ser fatiado em zonas de sofrimento e leiloado por migalhas.
E ali, naquele gesto que soou mais como cálculo do que como cuidado, não foi apenas o Rio Doce que se viu diminuído — foi a própria confiança que secou…
Que foi para a lama.
Porque quando uma parte é acolhida apenas para que a outra seja silenciada, deixa de existir dúvida: o que se aniquila não é só o rio, mas o respeito que deveria correr com e como ele.
No fim, a indignação que sobra é também a que educa.
Ela nos obriga a olhar para além da superfície barrenta e perguntar: que tipo de sociedade permitimos construir?
E que tipo de humanidade ainda queremos salvar do fundo dessa lama contaminada que insiste em não decantar?
*Grito da Liberdade*
Eu mudei sim, eu era doce, mais leve, cheia de esperança.
Mas fui testada até o meu limite.
Confundiram minha calma com fraqueza.
Pisaram, cobraram, machucaram.
Quando reagi, me chamaram de louca e exagerada.
Quando cansei, disseram que mudei, me tornando egoísta.
Mas ninguém viu o que fizeram comigo, ninguém sentiu e nem se redimiu.
Esperaram eu partir para sentir algo sobre mim.
Eu peguei o pouco e construí o meu muito.
Ergui-me do nada e sem ninguém.
Você pode mais do que imagina,
E, quando se ergue, é uma força da natureza.
Às vezes, se defender é o único jeito de continuar de pé,
E a sua voz é um grito de liberdade.
Não se omita quando se sentir sufocada.
Grita!!!
Sonho doce só na padaria....ᥫ᭡.
Eu sou um tipo de pessoa que sonha muito
Mas não corro atrás do sonho.
Aprendi a ser realista, gosto da minha simplicidade e cultivo aquilo que me faz bem.
Não vou para muito longe, já fui e voltei correndo, não por medo, mas por ter me deparado com a realidade.
Sonhar é muito bom.
Doce só na padaria
Idealista é quem faz as coisas consciente de que as consequências são às vezes o contrário daquilo que você pensava.
Tenha paciência para entender aquilo que realmente vale a pena e principalmente o que é melhor para você.𐙚⋆
- E quantas mãos você tocou?
Depois de um doce vem sempre um copo d’agua
E o sal grita para ser devorado.
E quantas bocas você beijou?
Depois do arroto vem sempre uma desculpa
E um sorriso pior que o outro
E um novo gosto de amargura.
E quantas noites você dormiu?
Depois das vidas longas
Vem sempre as mortes curtas
E uma saudade imensa de tocar mãos.
Dear
Para onde foi aquele cheiro doce que hoje eu pude sentir? Por mais que você tenha ido. Meus pensamentos com você não se vão.Você está em toda parte. Você me persegue, talvez me segue. Ah sim eu descobri, você estava aqui. E agora está em mim. Posso sentir teu cheiro. Lembrar cade detalhe seu. Não vai ser possível te esquecer. Eu sou uma parte de você. Meu coração eu te dou. Afinal, o seu hoje você me deu.
O Amor
Ah como é bela esta doce emoção
Que cresce a cada dia
Transbordando o coração
De amor e felicidade
Paz e paixão.
Eu amo te amar
Eu amo te querer
Eu amo te tocar
Eu amo te conhecer.
Minha rosa de saron
Meu lírio dos jardins
Tua beleza é esplendida
Como arcanjos e serafins.
Minha amada, minha mulher , a qual eu tanto esperei , sou grato ao Deus vivo por ter te colocado em minha vida. Tu és o brilho dos meus olhos, o calor no meu frio. És a mais bela entre as mulheres, a qual eu tanto desejei e hoje te tenho do meu lado . Seremos muito felizes, pois servimos a um Deus vivo, nada temo em tudo espero, pois sei que a resposta vem dos céus.Te agradeço por sempre estar ao meu lado, por me entender, por me amar e por me querer, saiba que te amo e por ti eu espero pois você é minha flor de nardo.
Nestas simples palavras encerro a minha emoção , tudo que foi dito aqui , foi do fundo do coração , para representar que eu te amo , de verdade e de paixão .
Eu te amo minha amada .
Lembro-me da minha infância...
Da minha doce inocência!
Brincava de boneca e de casinha...
Cantava , pulava, corria, chorava e sorria!
Infância querida!
Pra você, já não posso mais voltar!
O que mais desejo no momento,
É poder lhe encontrar...
Sei que isso não será possível
Mas não custa nada sonhar...
Doce Novembro
Como são doces as lembranças de novembro, num tempo nem tão distante, quando te conheci: meu sorriso camuflado, seu olhar tímido, um sentimento disfarçado, uma paixão intrometida; emoção contida? Insegurança. Bagunça de sentimentos, descobrimentos e emoções borbulhando, desejos aflorados, beijos molhados, passeio de baixo da chuva, carro atolado na lama, tinta, papel e cor e o coração apertado pela espera, alegria imensa pela sua chegada e tristeza em todas as suas partidas.
Foram tantos novembros, tantas lembranças e sentimentos que, mesmo com a chuva de novembro, este mês sempre foi ensolarado para mim.
Tu me fases sentir:
-o sabor doce e amargo
-calor e o frio
-o inverno e o verão
-paraiso e inferno
E me amostraste o amor selvagem.
E esses ventos andam soprando novamente por essas bandas, posso sentir o quão doce e sútil é sua chegada..
Não há palavras que possam ao menos chegar a explicar essa proeza.
Os passarinhos estão cantando mais alto essa manhã e o sol parece que esta mais grandioso.
Há um caminho a frente e por mais que sinta medo em seguir é a unica coisa que penso nesse momento, não exitarei .
Clichê ou não seu sorriso e voz não saem da minha cabeça e se me distraio
por um momento é em você que penso novamente.
Como pode existir alguém como você?
Tão diferente de tudo e parece ter sido feito sobre medida para mim.
Mal posso acreditar que te tenho quando te olho.
Andei por caminhos errados mas agora me encontrei e te juro meu amor que não me perderei novamente.
"Tão suave quanto as ondas do mar a ir e vir,
com um perfume mais doce que a brisa da primavera,
tão quente quanto o mais intenso raio de sol do verão.
Assim me lembro do teu corpo."
Sinto-me sufocar, com todos esses demônios há minha voltar.
E ao mesmo tempo, sinto o doce cheiro da liberdade, que se distancia a cada dia.
Sinto-me mal, há cada criança que morrer de fome.
Talvez, não devesse ser humana, pois as suas almas, são perversas e gananciosas demais.
Para mim que só desejo: Paz, liberdade e empatia
