Poemas Desconhecidos
A ciência é como uma chave que abre portas para o desconhecido, permitindo-nos entender e moldar o mundo. Mas, com essa chave, vem a responsabilidade de usá-la sabiamente.
Plantar em solo conhecido é agricultura; plantar no desconhecido é um ato de fé e soberania. Não espere que o terreno da sua vida esteja perfeitamente arado e seguro para lançar a sua melhor intenção. O milagre do crescimento não pede permissão à sua segurança; ele exige apenas a sua audácia.
Um desconhecido, um ser humano, um homem que perdeu seu rumo, mas com um coração tão grande como sua humildade, nos deixou ou só foi chamado para estar ao lado dos bons.
Quem tem Deus como seu guia não teme os obstáculos à frete nem temerá o desconhecido! Pois quem vive na dependência de Deus sabe agir sabiamente em todo tempo!
hoje dia sossegado, há uma ave que foge para o desconhecido, eu no nimbo da saudade onde as horas eram maiores e ocultavam a chave do meu destino...
"Perguntar é um breve ato de humildade diante do desconhecido. Quem interroga pode parecer ignorante por um instante, mas já caminha na direção da verdade. Quem se cala para preservar a aparência de saber, ao contrário, aprisiona-se na própria ignorância. Assim, é preferível suportar por um momento o peso da dúvida do que carregar por toda a vida a ilusão de um conhecimento que nunca se buscou..."
O cuidado que temos para mergulhar em um rio desconhecido é o mesmo que devemos ter para mergulhar em relacionamentos. Pessoas e rios possuem uma ambivalência que desconhecemos: se umas nos purificam outras nos adoecem.
O amor real exige proximidade: Não se ama um desconhecido; ama-se um conceito. O amor verdadeiro nasce da convivência (ser amigo).
O desconhecido… É onde minha imaginação deseja se aventurar. E a pergunta continua a me atormentar… Como se pode conhecer o inconcebível?
“Amor”: desconhecido da maneira que se deve utilizar, usado de forma errada e ignorado por falta de coração;
Não deixe a vida escorrer por entre os dedos e não siga o erro de um vão desconhecido para não se arrepender do que não fora aproveitado;
A única emoção permanente do homem comum (...) é o medo – o medo do desconhecido, do complexo, do inexplicável. O que ele quer acima de tudo é segurança.
“Não se apegue a velhas fórmulas, se arrisque um pouco mais nas relações com o desconhecido, não siga sempre a moda, pois do contrário estarás morrendo lentamente.”
