Poemas Decidi Ficar na minha
Minha mão está estendida, sente? Esperando para que quando vc quiser possa te levantar e trazê-la ao mundo que merece...
Segure!!! Vem comigo.... Quero te levantar e tira-la daí!
Vem meu amor... deixa eu acender novamente a luz da minha vida!
Amante ou Amigo?
Você, minha luz...
Uma magia envolvente que somente me fascina.
Queria dizer tudo que sinto,
Mas tenho medo que nosso relacionamento
Morra em poucas palavras.
Por que protelar esse desejo para mais tarde?
Por que adiar esse sonho
Para um futuro que talvez não venha...
Estou evitando o inevitável...
Tento me conter, mas sou envolvido
Por uma onda de insegurança.
A verdade é que o coração ama
E não conhece certos mistérios.
Talvez o tempo passe e eu entenda melhor
Os segredos da vida
Ou estes mistérios da alma humana.
Nossa relação não é um sentimento primitivo, inútil, tolo...
Eu queria dizer... Tirar isto de mim... desabafar...
Mas não suportaria ver, nessa frase,
Nosso relacionamento ir para o espaço.
Talvez o "eu te amo" não caia no vazio...
Mas como poderei ter essa certeza?
Creio que o melhor é gritar ao vento
"Obrigado por você existir"
E basta!
“Trapaças”
Posso confirmar que tua incerteza e com minha convicção, que por amor já fui um exímio trapaceiro.
Posso afirmar que a dor que resisti e meu momento hesitante, deixaram minha alma dilacerada, encontros trapaceiros.
Posso confirmar que minha decisão que nunca foi unânime, deixou de ter razão, singelo aposento, sofrível trapaceiro.
Posso afirmar com toda distinção, que o mar não é perfeito, tampouco a noite escaldante, detalhes trapaceiros.
Posso confirmar que a clareza de seu beijo, ofusca e faz envergonhar até o mais prático trapaceiro.
Posso afirmar que o dom que Deus me deu é mero faz de contas, alguns resgates trapaceiros.
Posso confirmar que tudo que plantei foi regado com a mais pura água, enganando um fiel trapaceiro.
Posso afirmar que o mal é envolvente e dele difícil separar, nada convincente; escusas descuidadas, carinhos trapaceiros.
SOBRE MINHA PARÓQUIA
Alguns amigos que me vêem pastoreando a cidade durante a semana, perguntam-me constantemente, sobre minha paróquia, pois querem ir lá no domingo. Digo-lhes sempre que "O mundo é minha paróquia". Como eles insistem e me pedem carinhosamente mais detalhes sobre minha Pastoral, cito-lhes o poema-teológico de Emily Dickinson:
“Alguns guardam o domingo indo à Igreja,
eu o guardo ficando em casa
tendo um sabiá como cantor e um pomar por santuário.
Alguns guardam o domingo em vestes brancas,
mas eu só uso minhas asas.
E ao invés do repicar dos sinos na Igreja,
nosso pássaro canta na palmeira.
É Deus que está pregando, pregador admirável!
E o seu sermão é sempre curto.
Assim, ao invés de chegar ao céu, só no final,
eu o encontro o tempo todo no quintal.”
Quando eu termino de recitar este catecismo, alguns desses irmãos repetem felizes e com devoção: Amém, estamos salvos!
“Obrigado”
Obrigado por acreditar em minha frágil palavra, segurar minhas mãos enquanto o mundo lá fora era apenas uma risada, pouca magia.
Obrigado fora meu sentimento,quando precisei ouvir muito sermão, histórias mal contadas sobre minha vida, águas que nunca se tornam passadas.
Obrigado por tolerar a primeira lágrima derramada e por enxugar o mar que caia; murmúrios não dizem nada, olhar quieto extasia.
Obrigado percebo que continuam sendo meus passos, um caminho atravancado, não tenho espaço, os portões estão acorrentados, as frases também, arrasadas.
Obrigado pelo nosso primeiro abraço, mesmo que a gente nem podia, o beijo na praça foi o fio da navalha, correria.
CHAPÉU-BARQUINHO
Por onde andará a minha ilusão?
Teria perdido-se nas vielas surreais
d'algum vale utópico
e, clamando por ajuda amargura?
Quem sabe...
com medo da tempestade
ficou escondidinha
ou aproveitando-se da calmaria
saiu... de fininho... de mansinho...
Ou... será?
cansou de ser ilusão
quis ter uma profissão
navegante
ajudante
comissária
estagiária
real ou imaginária?
Será que num porto seguro
encontrou seu comandante...
mas...
o que acontecerá doravante?
Respondo que muda
ficará minha escrita...
pálido meu azul...
triste minha lida...
norte meu sul...
E nem assim ela volta...
por onde andará
minha ilusão
não sei...
Preciso procurá-la
nos campos, rios,
mares,
bazares...
afixar cartazes
percorrer ruas
visitar lares
subir na grua
gritar pra lua
sentar na calçada
insone
tentar o tarô
ler um haikai
que atrai
consultar o oráculo
superar o obstáculo
displicente
encantar a serpente
de parapente
vasculhar o continente
Onde estará a minha ilusão
não sei
só sei que ela se foi
de mansinho
e levou consigo
o meu chapéu-barquinho...
Para a minha vida...
Tua beleza encanta meus olhos,
nessa caminho turvo
vejo você seguir,
meu desejo é ser esse ar que vc respira
e parece tão necessário,
queria ser um pouco da tua vida
e receber tua alegria de viver a cada amanhecer....
Os olho
Seus olhos são farol
Que ilumina minha estrada
Tua boca carnuda,Delicia!!!
Há!! Amo-te tanto
Impossível não falar de você
O ar que respiro é seu,
A mesma lua beija nos dois
O mar revolto ou manso nos banha
Sempre nos
Já unificamos
Não da pra ser diferente
Seus olhos sem os meus,
Cruzam o horizonte
Vai brilhar junto ao meu
BRINQUEDO EM SUAS MÃOS
Fui apenas um brinquedo em suas mãos
Para assim navegar em min.
Minha tristeza por si só,
Não era bastante para nós dois.
Durante dias me consumi.
E todo tempo se passou.
Eu bobo não percebi.
Que era apenas um brinquedo em suas mãos.
Suas intrigas esqueçi, neste tempo que nos deixou.
Aquele seu beijo dentro do carro compreendi.
Que seria a última imagem em min.
Seu perfume me perseguiu.
E durante o dia todo tentei lhe esqueçer.
Por Deus o que mais deveria fazer.
Oque faço a voçê, se nem ao menos por perto o tenho.
Foge para assim não mais nos ver.
Nossa distancia tornou-se grande.
E assim nossa esperança se foi.
Sonhos lindos vivemos.
E hoje só à dor em min.
Este foi o pecado entre nos dois.
A marca que deixou não foi o mal que me fez.
E sim a dor das palavras ditas em horas de calor.
A que nos fez sentir, chorar, despertar.
Não sou assim perfeito para voçê
Somente desta forma podemos enteder.
Quem não passamos de brinquedos em suas mãos.
Senhores do vento
ó senhores do vento
A minha janela tão florida
Não esta mais...
Você passou e as pétalas!
Caíram as terras
Deixando o perfume
Tenho saudade das pétalas juntas,
Olho aterra e as vejo separadas
Ó senhores do vento.
Não estou reclamando,
Só sinto muito
Eu gosto do perfume
Que elas deixaram
Mas tenho tanta saudade...
Dos vasos na janela.
ESPINHO NA CARNE
Calei-me por um momento
Quando me perguntastes sobre minha tristeza
Fitado por alguns segundos
Tentando achar onde estou
Então me procurei no futuro
Apressei-me, a saber, que ali não estava
Então me procurei no passado
Confesso foi terrível as lembranças
Ao rever meu corpo violentado
Pelas marcas da ingratidão
Vi também meus olhos surrados
Por lágrimas que chicotearam minha face
Por causa de palavras vãs
E lábios fingidos
Não puderam compreender tamanha dor
Retornei rapidamente ao meu subconsciente
E percebendo que ainda me olhavas
Calei-me por outro momento
E senti que com o toque singelo
Dos teus dedos
Buscavas atingir o meu corpo
Mas sei que por mais brando
Que pudesse ser
Seria inevitável não tocar as feridas
Busquei confortá-la
Ao explicar a beleza de uma flor
Que na sua beleza
São repletas de espinhos
Basta apalpá-las e senti-las
A palma das mãos machucarem
E nem sequer lembramos seu perfume
Talvez nem sua cor percebamos
Somos parecidos ao sentirmos dor
Então observastes minhas palavras
E no silêncio deste momento
Calastes por um instante
Quando te perguntei sobre tua tristeza.
Pelo autor Marcelo Henrique Zacarelli
Novembro de 1997 no dia 04
Nunca nenhum homem caiu apaixonado por mim.
Nem chorou na minha frente.
Nunca pediu perdão por coisas que não fez.
Nunca nenhum amor me deu vontade de não ferí-lo.
Nunca nada.
Sempre nada.
Nada, nada.
E assim, fica como nada.
Um cheiro, um aceno.
Um vazio, um amargo.
E passa o tempo, e eu me refaço.
Me refaço de pedaços que eu não sei.
E se sei é apenas porque não vejo, e não sinto.
E se não sinto é nada.
Sempre nada.
Nada sempre.
Sempre, sempre.
Nada.
E assim vai, esse amontoado de nada.
Nada pra lá, nada pra cá.
Nada aqui.
Hoje é o último dia de verão, e nada.
Nada, nenhuma carta, nenhuma esperada
visita inesperada,
nenhuma declaração armazenada, nenhuma
coragem designada;
nada, simplesmente nada.
E agora são 23:51 e nada.
Nenhuma reclamação, nenhum recebimento,
nem agradecimento, e essas coisas.
Nenhuma dor nova, só aquelas dores velhas,
que cutuco pra não esquecer que às vezes
não fui nada, ao menos pra mim.
Nada de telefone, nada de email, nada
de surpresas, nada de chegadas.
Nada, nada, nada.
O dia todo passa, e fica nessa, nada, nada, nada.
- Estou morta ?
- Está nada, nada, nada.
Se depois de eu morrer, quiserem escrever a minha biografia,
Não há nada mais simples
Tem só duas datas - a do meu nascimento e a da minha morte
Entre uma coisa e outra coisa todos os dias são meus.
Sou fácil de definir...
“Amor Vim te dizer que durante esse
Tempo com você vi que simplesmente
Junto na minha vida, o que a gente
Viveu foi inesquecível, jamais vou te esquecer
Te amo... Te amo... Te amo..., o nosso amor
É indestrutível porque nascemos um para o
Outro”.
“Sonhos somente sonhos, parei
No tempo, ao perceber, e olhei
Era você vindo em minha direção
Se encontrarmos nos olhamos mesmo
Sendo um sonho, valeu a pena, pois
Nesse sonho te amei como sempre quis.”
conhecir duas pessoa q transformou minha vida
as duas transformou pra melhor
mais uma delas me mostrou o seu verdadeiro lado
lado esse ruim
ja a outra me mostrou carinho por mim
essa pessoa e jesus
a outra ja naum posso fala
mais naum paro de luta pelos meus objetivos tem pessoas
q entram na sua vida para atrabalhar
outras entram pra ajuda mais so sabemos qm elas são de verdade no dia em q vc mais precisa delas
do amor e carinho
mais jesus foi mais do q isso ele foi deus morreu por mim
naquela cruz
t amo jesus
PRECOCE ( By Jeff Cruz )
Esses olhos alegóricos são alérgicos
Estão impedindo minha carta de alforria de escravo teu
Assine minha liberdade da fantasia de submisso a ti
Estou planejando fugir da senzala que pusestes nos seios.
Quanto mais me machucava com sua arrogância
Mais ficava condicionado a sua fúria feudal
Meu resíduo de lagrimas esgotou e perdi o controle na fuga.
Mas não há esconderijo maior, sempre está monitorando meus passos.
Esqueço que tenho pernas e me acomodo nessa prisão.
Cada vez mais dependente de ti, o mais instintivo que seja.
Cada vez mais vulnerável e inferior no seu controle magnético.
Cada vez mais algemado e castigado pelos seus beijos.
Percebe-se que estou mesmo precoce, mas procede-se!
Minha lirica memoria
so guarda um nome : o teu
os outros muitos que soube
quando te viu:esqueceu
nome quase perfumado
rima dificil do meu
disse-o tanto em tua ausencia
que ate o vento aprendeu.
