Poemas sobre o Sol para iluminar o dia

AÑÃ’GWEA

⁠Enquanto sinto o meu coração palpitar, observo a beleza dos raios de um sol de inverno afagar minha pele suja de terra, meus olhos pesam, apago.

Lá no alto da colina, por entre árvores criaturas fantasmagóricas dançam envoltas na brisa suave do vento.

Agora o vento sopra lentamente uma doce canção.
Será esta a canção das criaturas que habitam os céus ou daquelas nas profundezas dos mares?

Acordo desse sonho pesado algum tempo depois, a canção ainda ecoa como um grito que se sufoca
Agora posso ouvir o som da minha alma;
“Voe filha de Iamandu;
Voe bem alto e faça das nuvens um véu;
Espere pela noite e suas estrelas brilhantes;
Voe e dance como o vento no céu.”

Inserida por wonka

Então, fecho os olhos,
aceitando o final do dia,
e me permito descansar,
sabendo que o sol voltará a nascer
e que terei outra oportunidade
de fazer melhor.

Inserida por wonka

⁠⁠Nunca espere apenas o sol, se levantar para brilhar.

Saiba que Deus também te deu luz, para brilhar neste mundo.⁠

Reconheça seu valor!

Quando você decidir ser importante! Não haverá escuridão em sua vida.

Inserida por Ronan-hds

⁠"Leve chuva passageira
Tudo que Deus não me deu
Traga o Sol e um bom lugar"

Inserida por AndersonBelemCosta

⁠"Lá onde o Sol nascia
Onde a pipa estancava
Portão de madeira na segunda casa

Lazer sem piscina
House improvisada
Crescia o moleque no Sol da quebrada

Que acreditou no que era medo
Matou a inveja e seus segredos
Percebeu o gênio do espelho que realiza os seus desejos"

Inserida por AndersonBelemCosta

Evite Exposição Prolongada ao Sol nos Horários de Maior Intensidade, entre 10h e 16h

A exposição solar desprotegida é um dos principais fatores de risco para o câncer de pele e outras condições dermatológicas. Proteger-se entre 10h e 16h, quando os raios UV são mais intensos, é essencial para manter a saúde da pele.

Use protetor solar, chapéus e roupas apropriadas, e procure sombra sempre que possível. Prevenir os danos causados pelo sol é uma forma simples e eficaz de cuidar da sua saúde e evitar complicações futuras.

Inserida por WhatsApp11983586815

Utilize Chapéus e Roupas que Protejam as Áreas Mais Expostas ao Sol

A proteção solar vai além do uso de protetor. Chapéus de abas largas, roupas com tecidos adequados e acessórios como óculos de sol são aliados indispensáveis para proteger a pele das áreas mais vulneráveis.

Esses cuidados extras ajudam a prevenir queimaduras, envelhecimento precoce e doenças de pele, como o câncer. Lembre-se: a prevenção começa com pequenas atitudes no dia a dia!

Inserida por WhatsApp11983586815

⁠O sol e a poesia
Cantam a mesma canção.
Iluminam cada ser
Alheios ao inverno
E à Primavera de cada Coração.

Inserida por IdalinaChicharo

⁠A felicidade é parte da vida vivida
mas o amor, o sol, o carinho
também nos visitam sem pedir licença.
Talvez o segredo esteja na consciência,
a aflição é barulhenta, a felicidade é silêncio,
por isso parece menor no balanço do tempo."

Inserida por Raimundo1973

'SER PROFESSOR'

Ser professor,
é ser gigante.
Daqueles mirantes que veem o por do sol no infinito.
Força descomunal nos mares escaldantes.
Ensaios vários nos quadrângulos.
Investigador da essência dos homens.
Transformador de mundos...

Ser professor,
é ser explorador de mananciais a serem moldados.
Indagador das naturezas.
Na dor,
é um excepcional 'super humano'.
Com suas dormências,
melancolias...

Ser professor é ter passos largos,
talvez limitados.
Mas sempre em movimentos.
Poço de boas ações rigorosas e flamejantes.
Sorriso no rosto,
trabalho árduo,
Plantando vidas futuras...

Inserida por risomarsilva

'UMA VÍRGULA'

Uma vírgula,
e o mundo muda tudo.
Abraços se perdem.
Por-do-sol não aquece.
Sorrisos revelam,
aquarelas sem manhãs...

Uma vírgula,
e pareço rude.
Ausência de lareiras,
frio no café da manhã.
Sem amplitude,
dias gélidos...

Uma vírgula,
e os olhos na janela.
Imensidão nos dias clichês.
Futuro olhos sem você.
Procurando os porquês,
sentimentos de espera...

Inserida por risomarsilva

'PROCURA'

Tenho uma sede no 'por do sol'. Sacia minh'alma! Penetra esses raios nas minhas imagens! Alimenta a fome dos desejos derramados. Liberta-me das masmorras alagadiças. Colori uma nova canção p'ra nós dois. Harmonia de sentido os dias aluídos.

Afaga/atraca meu coração no real. Volúpia as noites claras em angústias. Aquece-me com seu corpo frenético. Abraça-me! Deixa-me em fúria na morte dos mortais. Esquarteja meus sonhos na varanda, tal qual um olhar, diluído em arco-íris.

Elucida minha procura lesiva. Explode o luar no amanhecer! Desbota o patético corroído. Reflete em mim tua'alma exaurida, até que, consigamos misturar nossos limites, atemporal e sem reflexos. Suga-me como um livro de romance e re/façamo-los diariamente a última página. Até que o 'sempre' permaneça, rodopiando duas vidas em uma.

Inserida por risomarsilva

'LIBERDADE'

Bicicleta nas manhãs de inverno.
Tarefa árdua sob o sol de tempestades.
Rabisquei os pulsos na neblina sob a brisa fosca.
Fôlego estreito nas estradas ensopadas.
Trilho autônomo sem folhas.
Rosto embebido nos zigue zagues.
Pedalo/descalços provocando itinerários sem horizontes...

Nos montes, respiro asas.
Poderio de ventos, cheiro ludibriador nas saudades que abatem os tecidos transitórios.
Permutei o adeus das razões.
O amplexo das árvores mórbidas persistem.
Fraquezas nos vestígios abstraíram caminhos tortuosos.
Onde estão meus 'abraços Titãs'?

Desisti do passado.
Sou mais reflexo costurando a alma.
Castiguei a fraqueza do adeus.
Sem chuvas, sobreviverei na insistências das palavras opacas.
Tenho o fulgor das turbulência nas veias.
Pedras? Deixei-as nas veredas.
Tenho a engenharia dos novos horizontes vasculares conquistados...

Sou granizo arremessando dor.
Tenho 'balanços' palmilhando liberdade, quebrando ventos.
A escalada das novas estradas que virão, não mais serão ilusórios.
Sou pássaro nos dias sedentos por emancipação.
Voarei até as montanhas e avistarei a imensidão da nova liberdade que grita, essa que a vida um dia transformará em Fênix...

Inserida por risomarsilva

'TAPAJÓS'

Agitando pássaros.
Roça perplexão,
Calmaria.
Por do sol ardente.
Correntezas cultivando sementes,
ilhas...

Cético aos horizontes.
Rebelando Jacarés, Iemanjás,
Moradas.
Profundeza altruísta.
Talento anarquista,
Desenhada...

Inverno e verão contíguos,
Contemplativos,
Fazem de ti devoto.
Pupila de margens.
Belas paisagens.
Sobejo de botos...

Alimenta ribeirinhos.
Poemas.
Adjetivos.
Seio esplêndido.
Boquiaberto, cinzento.
Fugitivo!

És Tapajós.
Morada dos povos.
Sombrio.
Exageradamente modesto.
Infinitamente digesto,
Desafios...

Rio de almas.
Índios.
Banzeiros.
Sonetos de árvores
Quilômetros em artes
Chuvas, animais, mosteiros...

Inserida por risomarsilva

'PARAENSE'

Por do sol Paraense,
sem olhos,
horizontes,
sementes.
Do Grão-Pará,
antipolítico,
sobeja cachaças,
bicho das matas,
das brenhas,
chibés,
munguzás...

Nascido das chuvas,
distraído amazônico.
Particípio.
Respira hidrografias,
farinhas.
Sem trajes,
És Carimbó conformado,
ribeirinha...

Cultiva ouro preto,
isolação,
açaí.
Saboreia pupunhas,
tacacá,
camarão.
És baião,
multidão,
muricis...

Guarda tralhas,
bacuris,
pirão,
pescado.
Cultua piquiás,
esperanças,
tucumãs,
cajados...

Subsiste manhãs,
neblinas.
És indígena,
fardo.
Flutua canoas,
rio acima,
bicho sem mato...

Exala naturezas,
apogeus sem cobiças.
Pela força admirado.
És espelho.
Paraense.
Reluzente.
Estilhaçado...

Inserida por risomarsilva

POR-DO-SOL

SÃO SERES HUMANOS
Apenas isso!
Contemplando o pôr-do-sol
Quebrando infinitos planos
Maresias turbulentas...

PARA ONDE VAI PUJANTE CREPÚSCULO?
Contratempos minúsculos
Discursos de ausências
Outrora fabuloso
Vagarosa dolência
Antigas canções de ninar...

MÃOS EM SEDENTÁRIO PIANO
Verbos naufragando
Faz guerras irascíveis no tempo
Inventando contratempos
Entardecer aparente
Lentamente
Ambos se esvaem ...

Inserida por risomarsilva

⁠"QUERER II (EM DEZ ATOS)"
I
Queremos o sol, mas reclamamos do calor.
Queremos a lua, mas tememos a escuridão.
O desejo é um animal de patas inquietas
que nunca se deita no mesmo lugar...

II
Perguntam-me o que busco, e eu sorrio.
Se eu soubesse, já teria parado de correr.
Mas há um fogo entre meus ossos
que não me deixa em paz...

III
Os loucos são meus professores.
Eles não leem manuais, não seguem mapas.
Quando a tempestade vem, abrem a boca
e bebem a chuva como se fosse vinho...

IV
Eu também queria ser assim:
livre de tanto pensar, de tanto pesar.
Mas minhas mãos estão cheias
de coisas que não sei nomear...

V
Às vezes, de madrugada,
sinto que estou perto da resposta.
Ela vem como um cheiro distante,
mas desaparece quando acendo a luz...

VI
Já joguei muitas coisas fora,
mas o essencial ficou preso em mim.
São pedras que carrego no peito:
algumas doem, outras me mantém em pé...

VII
O mundo é um lugar barulhento
cheio de pessoas mudas.
Todos falam, ninguém escuta.
Todos correm, ninguém sabe por quê...

VIII
Dizem que a vida é simples.
Então por que a gente a complica tanto?
Inventamos problemas, criamos labirintos
e depois choramos por não saber sair...

IX
Talvez o segredo seja parar.
Não pensar. Não querer.
Só respirar e deixar que o vento
nos leve para onde quisermos ir...

X
Mas eu ainda não aprendi essa lição.
Então sigo querendo, queimando, tropeçando.
Porque no fim, é isso que me faz sentir vivo:
o fogo, a queda, e o levantar...

Inserida por risomarsilva

Eu tenho os olhos no céu
porém não olho pro Sol
Não faço nada impossível
Se fizer foi sem saber
e você, sôfrega...tropeça
eu não entendo aonde vai
com tanta pressa.

Inserida por edsonricardopaiva

Desejos são gotas de chuva
Aliados aos raios do Sol
Numa tarde de melancolia
A voltar sempre e sempre
Todo dia
São vontades felizes
Que surgem nas horas tristes
Bolhas de sabão
Flutuando em caracol
Que às vezes permanecem
nos lugares onde eu vejo
por muito mais tempo
Que a gente esperava ver
Insistentes
Desejos são a lenha que alimenta
Aquele fogo pálido, lerdo e lento
Que insiste em permanecer
No tímido coração
Lampejos vem surgindo lentamente
Te fazendo
Pensar constantemente
Em algo que não se esquece
Desejos tristes
dos quais o coração padece
Quanto mais você se esquiva
Navegando só
O oceano de sonhos...e vai
Flutuando à deriva
Num triste abandono
Não existe mais nada
Inexiste alma viva
Que em dado momento da vida
Não encontre na rua
Enquanto voltava pra casa
Com aquela voz que vem no vento
E a faça sentir uma imensa saudade
Daquilo que
De tanto querer
Foi perder na tempestade
Seguida de um vento suave
e palavras que não se escreve
E foram ditas
E agora
Passada a hora
Se esforça em tentar entender
O que foi que te fez
Querer


Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

Me pego desejando
Que os raios de luz de Sol
Iluminem um pouco mais
As cores desbotadas
dos varais da minha infância
Lençóis de criança
Perdidos no tempo e distancia
Caras alegres de outros dias
Colhendo tristes frutos
Da estupidez semeada
Sol, infância, lençol
Não restou quase nada
Talvez um resto de poesia
Que a força dos ventos
Faz soprar por entre as folhas
Outros dias vem
Nasceres do Sol
Coloridos sem cor
Brilhares sem brilho
Pouca coisa
Quase nada
Nada além
da cor desbotada

Edson Ricardo Paiva

Inserida por edsonricardopaiva