Poemas sobre o Sol para iluminar o dia
A LEVEZA DA NATUREZA
Os girassóis, dourados, fitos no sol,
Um coro de faces, em busca de calor.
As borboletas dançam, leves, em cores vibrantes, um balé sem fim.
A natureza, em sua beleza sem par,
Nos ensina a leveza, a arte de voar.
Em tons mil, um arco-íris sem cessar,
A vida renasce, em cada novo amanhecer.
Que nossas vidas, como flores em botão,
Se abram ao sol, em busca de canção.
Que a leveza das borboletas nos guie,
Em cores vibrantes, a alma a florir.
Que a beleza da natureza nos inspire,
A viver com paixão, a alma a transpirar.
Em cada instante, um novo recomeço,
Um jardim de encantos, em eterno abraço.
@ANDERSON1ANTONIO
E a nossa vida era assim: independentemente de
haver sol, nuvem, chuva, minha mãe sempre fazia
tudo no capricho.
(Maria Antonieta da serra do Ramalho)
Chama-me
flor luminosa, cheia
de azul e verde, o ventre
criador de poemas, de sol, de
luzes, a rosa que respira... amor.
Eu Preciso de Sol
Eu preciso de sol. Preciso da luz que abraça a pele, da energia que aquece o coração e da alegria que se transforma em sorriso sem esforço. Há algo no verão que renova a alma, que espalha positividade como o calor que sobe do chão em um dia quente.
Sou praiana. Sempre fui. Gosto do pé na areia, daquele contato direto com a terra que parece nos conectar com algo maior. Gosto do sal do mar que pinica a pele, como se o oceano deixasse um lembrete: “Você esteve aqui, você é parte disso.” Gosto da leveza dos dias ensolarados, do barulho das ondas que parecem sussurrar segredos antigos.
Meu signo é Câncer, o caranguejo. Talvez por isso eu tenha essa ligação tão forte com o mar, essa necessidade de estar perto dele, de senti-lo e de escutá-lo. O mar é refúgio, consolo e celebração ao mesmo tempo. Ele me entende, mesmo quando eu não consigo me entender.
Desde a infância, o mar foi palco das minhas memórias mais felizes. Nas férias de verão, minha família sempre ia para Florianópolis. Lá, minha conexão com o oceano foi forjada. Brincadeiras na beira da praia, castelos de areia que nunca resistiam à maré, e tardes infinitas sob um céu azul — o tipo de lembrança que não apenas fica, mas se transforma em parte de quem somos.
O verão é minha estação de renascimento. É quando me sinto mais viva, mais alinhada com aquilo que realmente importa. A luz do sol não ilumina só o dia, ela ilumina a alma. E o mar… ah, o mar me lembra que a vida tem ondas, altos e baixos, mas que, no fim, tudo encontra um ritmo.
Preciso de sol porque ele me lembra que a vida é para ser vivida, celebrada e sentida, como uma onda quebrando suavemente na areia.
✍🏼Sibéle Cristina Garcia
Sol do Verão
Não o amei durante minha juventude, pois não permitia que me aquecesse como o amor fez.
Optei pelo isomento, no alto de frias colinas.
Onde permaneceria então intocável pelo seu calor, e longe de qualquer desconforto aos meus olhos.
Erro meu não deixar aberta as portas e janelas, para que seu feixe de luz iluminase meu lar.
Agora..
Tarde a amei, e cego fiquei ao amá-la..
Meus olhos já não enxergam nada além de luz, porém não sinto o desconforto.
E Além de ti, não vejo nada..,
De forma leve e intocável.
Um dia a flor desabrochou.
O sol novamente raiou.
Então a sua janela se abriu, e pude admirar por mais um dia o sorriso em seu rosto.
E Tocá-lo outra vez, para que de forma delicada sentisse a minha presença.
Sopro os seus cabelos com um vento frio, enquanto repouso meu rosto sobre seu ombro.
E admiro junto a ti, aquele novo dia.
Ano novo é todo dia
entre o sol e a lua,
nos sorrisos e nos abraços
no dia a dia das ruas.
No canto que vem do mar,
no cheiro que vem das flores,
na alegria das cores.
Ano Novo é todo dia,
no céu escuro ou azul,
nossa gente, nossa pátria
No Brasil de norte a sul.
Na fé de cada irmão,
no compartilhar o amor
nos segredos do viver
que nos trás gosto e sabor.
Rubens Marques, compartilhando sentimentos.
CAMPO DE MIOSÓTIS
Lembro um campo de miosótis
Dormir nele até o sol se deitar
Pensar naqueles dias azuis
Que foi o começo do nosso amar
Recordo esses dias passados
Já postos na bruma dos dias
Que tempos, sermos amados,
Sem fugas, sem relações ínvias
Olhar para o céu até a vista cansar
Ver um bando de pássaros
Em grupo, alinhados, sem chocar
Discutindo os nossos toques raros
Sabendo que aquele campo azul
De miosótis nascidos e plantado
Já não existe, emigrou para sul
E com ele, o lascivo, fugiu apavorado
O amor que nasceu ali, com ele,
Que tanto prazer deu ao físico
Ébrios de tanto querer na pele
Felizes do sentir paradisíaco
Mas nem tudo é eterno
Fundamental não o ignorar
O que se passou naquele Inverno
É sem dúvida para guardar
Amar num campo de miosótis
É um luxo nunca visto, é achar
Um conjunto de gostos subtis
Um acto para mais tarde recordar
Autor:
©Jorge Vasconcelos
SOU
Sou uma estrela brilhante dançando
Uma valsa nos belos raios do sol
Como cigarras vou cantando
Entre os canteiros de girassol
Sou borboleta a voar no universo
Sou mel, sou rima, poesia sou verso*
Neste meu paraíso escondido
Baila no ar minha imaginação
Dentro de mim um amor contido
Guardado em meu coração *
Sou lágrimas e sou sorriso
No meu paraíso escondido
Sou abelha, sou beija-flor
Sou paixão, sou rima de amor *
Maria Francisca Leite
Direitos Autorais Reservados sob a Lei -9.610/98
CALE-SE OU CÁLICE BUARQUE E GIL?
Naquele espaço que nem o sol se ver quadrado, porque o manto do sofrimento cobre a luz, a mente não raciona mais, não idealiza mais, não discute mais porque ali se acredita que é o fim da linha.
Muitas pessoas chegaram ao limiar da mansão dos mortos e retornaram, mas, outros como Manoel Lisboa, Jayme Miranda, Rubens Paiva e todos os mártires daquela época não tiveram mais a oportunidade de sentir a carícia da brisa.
Naquela solidão não há o farfalhar das árvores, nem o murmúrio do vento, há corpos que resistiram as tormentas e a inspiração foi além das paredes que sobressai e tenta afastar o cálice porque ali não há os braços de um anjo para acolher aqueles corpos sem lenço, nem documento, Caetano.
Quando se atinge o limiar da angústia, dor, tortura, onde é possível sentir a desintegração da matéria e na pele em lugar do suor espalha o sangue e sente o roçar da foice, ainda sente nas entranhas que o lirismo surge e se materializa como protagonista da saga que presencia o mártir tomando o cálice de fel e sente o cuspe preso na garganta, o desespero, a face explode em prantos e o seu cérebro transborda em formato de poesia.
Acreditamos que os corpos encontrados ou desaparecidos estão à direita do Altíssimo e que aquele sistema sombrio não retorne, porque democracia é liberdade.
A junção da dor e da esperança desperta a essência que explode em Cálice que retrata o peso do manda quem pode, obedece quem tem juízo, mas as vítimas avisam a nova geração para refletirmos a nós, a eles e não mais aceite o cálice de fel e nem se cale diante de injustiça.
Democracia é tudo.
Queria ser tudo.
Queria ser o vento.
Para te tocar.
Queria ser o sol.
Para te iluminar.
Queria ser um pássaro.
Para cantar.
Queria ser uma lágrima.
Para em tua face rola.
Queria ser o amor.
Para eternamente te amar.
Queria ser o tudo e o nada.
Para em tua vida ficar.
Existem pessoas que são feito uma nota musical.
E marcam-se apenas no só, dó, ré, mi, fá, sol lá si...
E tocam sua vida sem a sequência melódica e, pior, Vitimizados pela repetição!
o Sol da minha tarde
A Luz em meio a tempestade
O sentimento que despreza qualquer formalidade
É o brilho que ultrapassa as nuvens que a querem esconder
O coração de gelo que nunca deixou de arder
Uma incógnita, mas só pra quem não teve a sorte de a conhecer
É quem te entende mesmo sem concordar
Quem aceita teus defeitos sem precisar te mudar
Que te aconselha sem nunca te julgar
É o calor que aquece a minha vida
Richard R. Rodrigues da Silva
Nos olhos dele, brilha a luz do sol,
Um brilho sereno que acalma e consola.
Seu sorriso é um canto, doce e gentil,
Como a brisa suave que toca o perfil.
Seus cabelos dançam com o vento a passar,
Cada fio, uma história, um sonho a contar.
A pele, tão clara, reflete a manhã,
Um quadro perfeito que a vida desenha.
Seu jeito de andar, leve como um poema,
Cada passo, uma dança, um suave dilema.
Ele é a beleza que a vida me deu,
Um tesouro escondido, um sonho que é meu.
E quando fala, a voz é melodia,
Um eco de estrelas, pura harmonia.
Em cada palavra, um mundo a criar,
Na simplicidade, ele sabe encantar.
Ah, garoto amado, tua luz é meu lar,
Na beleza que em ti, eu aprendi a amar.
Teu ser é um verso, uma canção sem fim,
E na dança da vida, eu quero estar assim.
Você é tão bonito
Cara você é tão bonito,
Como o sol ao amanhecer,
Seu sorriso ilumina,
A vida, um doce viver.
A vista que me encanta,
É seu olhar profundo,
Um mar de sentimentos,
Navegando no mundo.
A brisa suave traz,
O perfume de flor,
E em cada instante juntos,
Sinto o calor do amor.
“Tal como o sol se põe no horizonte por entre as montanhas de rochas, se ergue a Majestade de Deus, tão Grande, tão Forte que não podemos sequer perceber o infinito…
Nem sequer nossa imaginação pode contemplar o horizonte… ele é como uma cortina que vai se abrindo e deixando que a luz do dia vá se escondendo e a noite chegue silenciosa e calma!
Tal como uma águia que voa solitária na imensidão são nossos pensamentos e nossos sonhos, permitindo que a noite e toda sua beleza nos acaricie!
E entre luzes e cores, alegrias e tristezas, sonhos e esperanças, mais um dia se finda e como as águias voamos seguros para nosso esconderijo secreto no alto do penhasco: Vamos nos esconder no coração de Deus!”
Na direção do pôr do sol
Somos dois barco a velas fluindo
Na mesma direção
A favor do vento
Projetamos nossa imagem, nas telas
Num mesmo coração
Com o passar do tempo.
Alguns infinitos
São maiores que outros,
No vazio cabe muita coisa,
Mas nada se encaixa.
E sei que já não dá mais
Para viver de ilusão
Se pra você tanto faz
Eu vou agir com a razão
E só caminho agora,
Na direção do pôr do sol
E se você se demora
Eu não vou mais me sentir só.
Alvorecer
Conceição...
que esta se transforme em bem maior!
Exclamou o homem
A senhora do sol talhou uma fenda
Nas sombras habitam almas em expiação
na luz os homens de fé e razão
Conceição…
pela sacratíssima paixão!
Exclamou o homem
A senhora do sol entalhou um anjo
Nas trevas habitam demônios
na luz os arcanjos e serafins
Ouve-se revoadas de pássaros
os pardais entoam cânticos
para o primeiro alvor do dia
Conceição sorri, o homem sorri junto
Exuberante Entardecer
No céu azul de imensa claridade,
Brilha o sol com ardente exuberância,
A brisa leve traz sua suavidade,
Pintando o verão com doce esperança.
Entre coqueiros que dançam ao vento,
A calmaria repousa na folhagem,
E os pássaros em alegre movimento
Tecem chilreios, pura paisagem.
A piscina reflete o céu reluzente,
Com estilhaços de luz policromas,
A alegria flui no coração ardente,
Em versos de lirismo e aromas.
Nas árvores há uma revoada em festa,
Inocência paira, tenra fantasia,
A paz caminha com beleza modesta,
Enquanto a música abraça o dia.
Corações palpitam com paixão sincera,
A plangência do amor toca o verão,
E a lhaneza de um instante prospera,
Com clareza e luz na alma e chão.
Oh, entardecer de cores e magia,
Onde o esporte vibra e o sonho é paz,
Tua pureza inspira e contagia,
Em teu abraço, a vida se refaz.
