Poemas de Sinceridade
Dentre milhões de segundos vividos, diante de tanta loucura, chega um momento que desenlaçamos a sanidade mental. Apegada a insultar-me à frente de minha reputação, invitando a carregar todas as culpas, me assombro por aquilo que não fui. Para quê? Por que insistimos em nos deteriorar-se o tempo todo para tentar amenizar nossas dores (?), ou responsabilizar o outro por toda infelicidade (?). “Somos donos do nosso destino”, e por tal forma jamais podemos errar (?). Equivocar com nos mesmo está tudo bem, com o outro... jamais (?). Aceitar que o outro errou, tudo bem, que eu (você/nós) erramos... jamais (!). Quem são os sensatos que vivem na teoria do 8 ou 80? Ou então os alucinados que descobriram que pode existir o 8,1 ou o 79,9? Qual o discernimento correto? Somente o que foi protocolado cientificamente (?)... frente disso, assumir-se responsável torna-se extrema sensatez. Pois independente do que cativas, o que te salva hoje, pode te adoecer amanhã. E nada mais moral que aceitar que não somos perfeitos e que por mais esforços que tenhamos, sempre alguém não vai gostar de você, mas a vida não se resume a estas pessoas... pois enquanto existe um toxico, existem inúmeros atóxicos, assim depende de como e quando as conhecerás. Não nascemos para agradar ninguém, logo por múltiplas decepções nos fechamos, intuitivamente confiando, a quem vem se importar. Sendo assim, não valerá carregar o fardo deste infortunio, como caso, amanhã ou depois tudo que viveres, te fortalecerá.
Chega um momento em que você percebe que possui um segundo coração, batendo fora do seu corpo, alguem mais importante que a si mesmo, a verdadeira razão de viver. Há uma em um milhão como você. Um sonho em um milhão tornado realidade. Confesso que realmente não sei por que, mas eu sei que brilha como eu.
Se fosse para mim escolher de todos os sorrisos do mundo, eu escolheria o meu, pois sei que é um sorriso sincero.
Nada devo ao amor, pois sou inteira, entrega. Nada devo ao amor, pois sempre presente, fui leal, sincera. Nada devo nada a ti amor, pois saio ilesa dos teus testes e provas. Realmente sei o seu valor, amor, sou tua mensageira, embaixadora e devota. Apenas queixo-me da falta de ti, que causas em mim.
Muita gente se pergunta se é bom ou ruim adotar aquela postura comportamental específica em relação à outra pessoa. Para fazer juízo de valor correto, basta se colocar no lugar do outro: como você se sentiria se fosse você a ser alvo da questão? Não tem nada a ver com o ‘mas eu jamais faria isso’. Não interessa muito se você faria ou não faria. O que interessa é: e se fizesse? Como gostaria de ser tratado? Aí você encontrará a resposta.
Não consigo ver justiça nem lógica em um Deus que supostamente predeterminou tudo e que predestinou cada um a um destino escolhido por Ele mesmo! Onde ficaria as responsabilidades individuais? Escolhas conscientes e não manipuladas? Ir ao inferno não por minhas escolhas e sim por que fui programado; isso é pagar uma conta que não seria minha, mas de quem me fez ir para lá, isso sim seria injusto e ilógico.
A sabedoria flui, mas eu preciso ser o primeiro exemplo a colocá-la em prática. Caso contrário, serei apenas uma hipócrita de palavras bonitas e vazia de atitudes.
O meu ódio emite um peso no meu tronco, que chega a estalar um pouco a minha coluna.
A pior parte disso é que sinto-me sujo e coberto de maldade.
Já não sinto mais o mesmo prazer que sentia antes. Creio que houve uma alteração significativa de dopamina no meu cérebro com o decorrer do tempo.
Se esta vasta turbulência em minha mente provêm da vida durante agora, temo muito do que será de mim no futuro, em uma vida mais difícil.
É precisamente o amor, esse sublime sentimento, que, com enorme alegria espiritual, hoje celebramos. É a autenticidade de uma relação fundamentada no amor recíproco, sincero e leal que nos faz acreditar que tudo é possível quando amamos. Parabéns! Vocês são, antes de tudo, vencedores!
