Poemas de saudade que traduzem memórias em versos

É quando meus olhos não te veem que eu quero que me ame! É quando não posso estar com você que eu quero que o nosso amor coexista, e quando seu pensamento vagar, que o limbo seja eu.
Enquanto vivo estiver em pensamento não lhe faltará presença!

"Tu sentes o que eu sinto? Por que se sentir, vejo-te em uma grande agonia."

Se tudo que eu desejo neste exato momento se realizasse, você estaria aqui ao meu lado.

E, entre os olhares, estamos separados pela distância. Mas nunca separados pelo o que sentimos.

E na volta para casa, peguei uma caneta e um papel, escrevi sobre nós. Escrevi para mim, mas saiu tudo sobre nós. Escrevi sobre eu sem você. Escrevi sobre você sem mim. Mas quando pensei em nós, fui além. Escrevi, sobre eu chegando até a cidade aonde mora quando me bater aquela saudade. Saudade essa que nunca passa. Me deparei com você frente-a-frente, num local que criamos como nosso. Escrevi também, sobre o que eu sonho há anos ao teu lado, de mãos dadas pelas ruas passeando como um casal enamorado pela primeira vez. Escrevi sobre os nossos filhos com a gente nesse mesmo passeio um dia. Escrevi sobre você voltando para os meus braços desde quando partiu sem deixar recado. Foi mágico nos imaginar através das linhas tortas que escrevo. E, independente se não acontecer como imaginei, como escrevi, como sonho e sonhei, que seja real como quase foi na nossa volta pra casa depois do nosso encontro real.

"Confesso que tenho valorizado mais abraços prolongados e beijos na testa do que um SMS de estou com saudades. Sei lá, tenho visto mais nobreza em atitudes do que em palavras. E, para falar a verdade, eu amo afeto. E como diz musicalmente Caetano Veloso; é que um carinho às vezes cai bem."

"O medo afugenta os sonhos, enfraquece a esperança e obscurece o viver. Brinde os teus defeitos porque para o destemido viver é a maior correção”.

Nascemos com uma certeza na vida de que um dia nos iremos. Mas quando este dia chega para os que amamos, não aceitamos, questionamos esta certeza. Aprendemos com muita dor que a morte nos tira o que mais amamos quando menos esperamos. E passamos a acreditar que depois da partida a saudade é nossa segunda certeza.

Entre linhas e traços. Na palma da mão eu desfaço, o laço de aço que me prendia ao teu abraço.

"Sinto o sol à escurecer, a lua à desaparecer. Os sonhos viram pesadelos, e as felicidades se tornam gotas de saudades vindas do mar da tristeza..."

"As vezes eu penso, e reflito, por mais que eu queira, a dor é a única coisa que eu sinto"

``Mesmo com meus sapatos velhos e meus pés cansados,continuarei andando entre as flores´´

O meu livre-arbítrio, e as minhas escolhas, boas ou ruins, andam de mãos dadas com a minha consciência, que me levará, voluntariamente, ao meu Céu, ou Inferno interior. Não é da minha natureza, imaginar Deus, como um velho sábio, de barba longa, atrás da porta, com um chicote na mão.

``Almas Afins. É quando uma, depois de bater em varias portas, reconhece o destinatário certo, pra entregar seu coração. ´´
Colares Filho.

Fecho meus olhos ao vento e sinto o frescor da noite bela, sinto tristezas profundas de um tempo sonhado na esperança, de um futuro vivido na saudade e no presente perdido.

"Não é o tempo ao lado de uma pessoa que a torna importante em sua vida. Mas sim o que essa pessoa fez de importante no tempo em que passou contigo!"

Lembro daquela vez que você piscou para mim. Eu, sem jeito, não soube piscar de volta. Então coloquei a mãe no olho abaixando a pálpebra com meus dedos miúdos, fazendo um piscado forçado. Algumas vezes depois eu aprendi. Não lembro se você chegou a ver o meu piscar, não lembro. Hoje, me olhando no espelho e vendo a pessoa que me tornei, sinto uma saudade enorme. Queria chegar correndo na sua casa e te gritar, compartilhar minhas conquistas e dores, te abraçar e sentir o teu cheiro de cigarro. Eu te amo. Eu não sei se eu disse isso alguma vez, mas de alguma forma, torço para você saber disso agora. Eu te amo.

Incontáveis vezes fugi de Deus. De diversas formas fugi do amor e, inesperadamente, foi sempre assim, na julgada ausência, que Ele, como todo amor, se fez maior.

As vezes me pergunto: "qual o propósito da vida, dá minha vida? Será se é nascer, crescer, colecionar perdas, decepções, reproduzir e morrer?

Poema de desamor.
Na janela da tua existência, não pretendo ser só mais uma. Sou antes inteira, viva, voraz, a posição que me colocas, é senão ínfima, outrora dúbia, ante o querer e o desquerer. Tua presença me desqualifica, prefiro ser todo à quase nada. Sou todo só, única, certa do meu auto querer. Sou chegada, tu partida. Somente somos 1 num breve encontro, passagem. Não há o que perdurar...