Poemas de saudade que traduzem memórias em versos

A gente tenta, tenta amar se apaixonar e se entregar a alguém, alguém com quem queremos dividir nossos dias, semana, meses e anos, ter uma família ou só alguém pra envelhecer junto com você, e no final da vida olhar o mar pela janela e saber que tudo aquilo valeu a pena.

Eu nunca quis ir embora, mais você aos poucos me forçou a querer seguir sozinho.

Cada pessoa que eu conheci eu dei um pedaço do meu coração, por que eu as amava, mas quando elas foram embora essas partes me fizeram falta.

A gente cria laços com várias pessoas de perto e de longe e cada uma tem um significado especial em nossas vidas e muito amor nessa linha vermelha das nossas vidas.

Trilhando os passos que construímos em um só ideal, no mesmo caminhar.
Porem hoje só os meus pés marcam essa estrada, e seguindo na espera da chegada, da volta, das revoltas.

– Por que sinto falta dele?
– São seus hormônios. Ou foi uma disfunção metabólica emocional do seu cérebro. Também se chama amor. Acontece, e depois acaba.

Você deixou a longa estrada, vazia, a família incompleta, em nossa memória você está decorando tudo o que é belo, você é uma linda luz, que nasceu e repousou em todos nós, seu choro ao nascer foi o som mais lindo emitido pela vida. E o seu silêncio nos deixou essa eterna saudade.

"Eu sei que juntos não estamos. Eu só quero que saiba o quanto Eu te Amei e Ainda TE AMO e vou continuar te AMANDO."

Aproveite esse tempo que você está com sua família, ou com seus amigos, viva cada minuto, torne-o marcante, quem sabe nunca mais terá esta oportunidade novamente em sua vida.

Quero que daqui a muitos anos, quando eu não estiver mais por aqui, alguém se lembre de mim com um sorriso no rosto e pense: eis aí uma pessoa que soube viver.

Se você tem tempo, então faça tudo com amor, porque talvez não o terá novamente.

⁠Como a vida passa, muitas vezes nossos entes queridos e amigos do nada parte para casa do PAI, a certeza que temos que vivem felizes e para nós a saudade somente nos resta. Como a vida e uma caixinha de surpresas, um dia estão conosco e como um flash a presença física não e mais possível. Sei que devíamos nos preparar, pois a única certeza que um dia partiremos. E o enigma que fica, quando? Difícil decifrar, mas jamais esqueça de agradecer pelo amor, amizade, ensinamos entre outras. Sempre agradeça, pois, estas pessoas de bom coração se tornam nossos intercessores.
Até um dia!

⁠Tudo na natureza leva certo tempo. Por que você insiste em apressar as coisas?

⁠Se você ainda faz algo na vida que acaba com você por dentro, trabalhe para libertar-se desse algo.

⁠Desligue a ansiedade e olhe em volta. Quanta vida você perde enquanto ela tá ligada?

⁠Reconhecer a ansiedade é um ato de coragem. Vencê-la um ato de inteligência.

⁠A casa da minha avó.
Casa simples num bairro operário, muro baixo, porta de duas folhas e nela meu avô olhando para as nuvens e prevendo chuva, homem alto e forte, óculos grosso ,emoldurando os olhos azuis. sala com cortinas de chita coloridas, rádio em alto volume tocando uma moda de viola ou futebol. Minha avó na cozinha, sempre agitada e ranzinza, coitada ,nunca foi de carinhos ,talvez porque não sabia. O carinho dela era fazer o que comer ,uma polenta fresquinha, ou um doce de laranja. Meu lugar preferido era o quarto da tia, uma colcha de retalhos sobre a cama ,e uma pilha de fotonovelas e gibis. Foi ali que aprendi a ler e a viajar ,foram muitas e muitas horas por dia naquele quarto .Lá fora ,no quintal, um quarador de grama ,roupas colocadas ali para branquear ao sol, laranjeiras lima ,baia e cavalo ,um pé de uvaia carregadinho. Lugar de brincar com a irmã e primos. Mas minha lembrança mais querida era o jardim da tia. Esporinhas rosas, brancas e azuis, margaridas , flores amarelas .Um pinheiro (faia)que dava umas bolinhas espinhudinhas. Mas o cheiro e a beleza do manacá ,são das minhas lembranças aquilo que mais me emocionam.Saudades.

⁠Acho que as lembranças são cócegas invisíveis que ficam dentro das pessoas.

⁠Há presenças ausentes e ausências presentes. Difícil é ter presenças presentes e fazer ausentes se tornarem ausências.

“A felicidade inexorável tem endereço definido: seu colo. O desalento de não poder frequentá-lo corriqueiramente tem nome determinado: Saudade.” ⁠