Poemas de Saudade de Poetas Portugueses
Muitos ganham a vida escrevendo coisas banais. Sigo não ganhando nada, mas procurando escrever coisas legais.
Vivemos em constante aprendizado, aprendendo quando erramos, ou com os erros dos outros enfim bem observado.
Errar é humano, permanecer no erro, humanidade. Quem diz não errar várias vezes, age com desonestidade.
Escrever para externar a latente atividade do pensar. Necessidade do ser em ressoar as ondas cerebrais em códigos grafais.
Muitos escolhem o comodismo do isentão, ficar neutro e não emitir opinião contrária ao senso comum dos financiadores das ideologias pautadas pelos manipuladores de opinião.
Tens a boa semente, lance ao solo e terás a mais bela flor.
Tens o bom sentimento, a todo momento espalhe amor.
A minha opinião não é da sua conta, assim como a sua não é da minha. Portanto, cada qual com o seu opinar, respeitando o senso comum do criticar. Desde que não constitua sorrateira maneira de crime praticar.
Psicologando a mente com o fruir da boa emoção, logando o psiquê com coisas que fazem bem a alma e o coração.
Existem pessoas que só querem bênçãos, não se podem fartar. E são verdadeiras maldições da vida dos outros, incapazes de retribuir, aos outros abençoar.
Ninguém é igual a alguém, porque realmente um igual ao outro não tem. Indivíduos somos em meio aos bilhares que a este mundo vem.
A existência é uma constante, nada permanece, tudo muda a cada instante. A matéria, a vida, tudo quanto existe manifesta em si sombras de variação. Porque tudo muda conforme a situação.
Quimera insistente, fuga de um axioma, ansia uma certeza neste mundo aquém. É dura a verdade, lutamos para mudar, buscar um novo sentido, a nossa realidade.
Quem me dera fosse um artífice das poesias, flertar entre o lúdico e a lucidez, navegar na licitude das vernáculas sem pestanejar. Talvez seja eu apenas o arremedo de um poeta.
A ansiedade
Ansiosa é a criança por maior idade e a contrassenso, ansioso é o adulto pelo avançar da idade. E ambos ansiosos sem nada poder fazer para mudar tal realidade. Cumpre a cada qual viver de verdade. Sim, viver intensamente um dia de cada vez, sem perder as fases de sua essência. Aproveitar o milagre de cada instante sem acumular pesos na consciência.
Se calarem a tua voz, seu testemunho vai continuar falando por você, o que foi ou tens sido e o que ainda poderá ser como humano.
Quão profundas essas palavras, estremecem e nos enche de emoções, lembrar do verdadeiro amor de nossos pais, para sempre em nossos corações. Aos que não possuem essas dádivas hoje aqui, quero externar minhas considerações, por reconhecer no aconchego, lar de vossos pais, o porto seguro das diversas emoções. Cuidem bem os que ainda desfrutam, retribuam todo esse amor que eles vos deram, Pai e Mãe são riquezas que um dia acaba, triste quem nada por eles fizeram.
Todos os que estão vivos vão morrer, mesmo não querendo, e não sabendo o dia e a hora, vamos partir dessa dimensão. O que precisamos fazer? Viver intensamente com as pessoas que amamos, porque na maioria das vezes não temos tempo para a despedida, e a todo instante, pelas mais variadas causas, se extingue a vida.
Caminho estreito, seguir diligentemente para não se ferir às margens da vida. Há uma saída, viver intensamente cada lapso temporal em lucidez, compreendendo o significado que cada fração de tempo na vida só se vive uma única vez.
Viva a vida, não tem como voltar, é via de mão única.
