Poemas de Saudade de Poetas Portugueses

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⁠Rio Grande do Sul

O céu chora sobre
a Pátria Pampa
os efeitos dos limites
ultrapassados,
Encontrar as causas
e as faltas
é importante porque
sempre existirão
aqueles que fingem
que é melhor não ver,
O importante é salvar
os vivos para daqui
para frente e prevenir
para que dilúvios,
e os infortúnios
não sejam repetidos.

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⁠Bolinho de Chuva

Bolinho de chuva
feito na hora
sempre acaba
fazendo história,
E faz com que
se esqueça até
que chove lá fora.

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⁠Canhoto

O Mate Canhoto na cuia,
a bomba na direção da Lua
o gaúcho com a cabeça
noutro lugar e a poesia
a se espalhar pelo Pampa
igual o amor quando está no ar.

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⁠Chimarrão de China pobre

O gaúcho sempre teve um
coração enlaçado pelo mundo,
olhando e meditando
para o Chimarrão de China pobre
na Cuia pode ser que
o nome dele remeta a memória
do doloroso período
Imperial que foi uma época
que o povo chinês vivia
condenado a pobreza brutal,
assim esculpido na Cuia o Mate
me fez lembrar da luta sem igual.

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⁠Samba Rock

O teu beijo com o meu beijo
alimentam o desejo,
O seu toque com o meu toque
nos colocam para dançar
um bom Samba Rock.

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⁠Meia Lua

Para encantar te preparo
um Chimarrão Meia Lua
com um Mate perfumado,
Você sabe que não resisto
mais o seu charme que tem
deixado o coração apaixonado.

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⁠Os teus lábios têm um
quê convidativo de doçura
de Rapadura de Jaracatiá,
É neles que desejo
da amargura deste
mundo os meus adoçar,
E esquecer de tudo
em nome do melhor
que virá onde o imperativo
há de ser amar ou amar,
porque não há outro destino
para a gente se encontrar.

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⁠Eu sou brasileira
o chá que bebo é
o chá dos povos,
o chá do pajé,
o chá do quilombola,
o chá da imigração,
o chá da rezadeira
benzido de coração.

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⁠Meu Mate potente
para esculpir
o Chimarrão Engrenagem
e fazer deste Pampa
a eterna doce paragem.

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⁠Nem sempre do Jiló e da vida
só se tem amargor e desilusão,
Quando se menos imagina
é possível do Jiló e da vida
fazer um bom doce e poesia.

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⁠Minh'alma atlântica
e inteiramente nua
rimando com Lua
capta de longe a sua
que se encontra longe
do Médio Vale do Itajaí,
sem estar comigo
remando no Itajaí-açu,
sem estar colado
dançando com a orquestra
do silêncio em Rodeio
e mesmo assim ainda
encontrando espaços
quando fecha os olhos
para te encontrar nos sonhos.

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⁠O Médio Vale do Itajaí
sob o Hemisfério Celestial Sul
é onde a Lua vem perto
da janela fazer gracinha
para o Pico do Montanhão
até de manhã brindando
o meu coração com inspiração
e poesia neste levantar do dia
neste tempo que se esfria
na nossa amada cidade tranquila.

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⁠Dos teus lábios saem
aquilo que aprecio ouvir,
O Mate está pronto para
servir um Chimarrão Achego
e o restante fica por conta
do que se pode ser feito
com cada novo o desejo.

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⁠Traçar com a colher
o Xadrez no Mate
para o Chimarrão,
Nos assuntos do coração
não podem a ver jogos,
e sim é preciso a ver rituais
que nos unam a cada dia mais.

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⁠Floresce ainda mais lindo
o Azevinho Pernambucano
apagado da memória,
Se acha isso pouco,
não compreendeste a História
que nos faz Nação
e a razão poética de chegar
até a última linha
deste poema e de tudo
aquilo que é essencial a vida
e me faz a cada dia Poetisa.

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⁠Direitos nunca tiveram a ter direitos
O ciclo da morte não parou,
Riem e zombam deles o tempo todo.
Infernizam sem sentido e sem parar,
Outros zombam só por zombar,
A tragédia não tem mais como calar:
Os bombardeios estão a estourar.
Minhas orações só vão aumentar,
As nossas queixas ninguém vai calar,
Respostas do destino hão de crescer,
Amanhã a História pode se repetir.
Podem até tentar nos arrefecer,
A reação do destino será maior,
Liberdade e a lei existem para todos:
Errado é quem se acha o melhor.
Sem paz acham que vão dominar
Todo o mundo que já sabe de tudo,
Inventam e reinventam mentiras,
Não há ninguém que mais aguente
Aturar esta tragédia imparável.
Ver tudo isso e sem poder nada fazer,
Aumenta diariamente a minha
Indignação existencial com o poder.
Sem alma e sem coração,
Esse domínio há de acabar,
Resistir é obrigação a invocar,
Liberdade é direito a se cultivar
E ninguém jamais pode nos furtar!

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⁠Caatinga


⁠A Caatinga tem
a sua poesia
assêmica que
pode ser lida
na flora espaçada.

Caatinga quer
dizer em tupi-guarani
'mata branca',
é ali que o sertanejo
tem a sua casa.

Na Caatinga temos
tudo que podemos
dizer que ali tudo é nosso:
o chão, as árvores,
os bichos, as flores
e muitos outros valores.

No Cordel, no canto
e na lição de vida
do caatingueiro temos
inspiração o exemplo
maior de superação.

O quê existe na Caatinga
em nenhum outro lugar
do mundo pode ser
encontrado simplesmente
pelo fato de ter nascido
totalmente em território brasileiro.

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⁠Luar Quarto Crescente
no céu da tarde da cidade,
Entre a gente há liberdade
e um sentimento surgindo,
Ouço a música da passarada
daqui de Rodeio e daqui
a pouco você vem quando
as luzes do Médio Vale do Itajaí
estiverem acendendo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Pirão não pode
faltar para acompanhar
um bom peixe,
E com umas gotinhas
de pimenta aí apura
ainda mais o paladar,
Pirão feito com o coração
é poesia perfeita prá alegrar.

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⁠Cuscuz Nordestino
com ovo estalado
te celebro e não
te troco por pão,
Uma vez que provei
você passou a ser
dono do meu coração.

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