Poemas sobre saudade para transformar ausência em palavra
A dor da tua ausência caiu sobre mim como uma tempestade o meu mundo ficou frio e cinzento...
Me deixando devastadoramente só...
Apesar da dor e da saudade que teimam em nublar os meus dias, você é aquele dia de sol que chegou para aquecer a minha alma...
A saudade machuca sim, mas é a forma que ela encontra de dizer que tem gente que ainda está viva dentro de você e por mais que você tente não conseguirá esquecer.
Ás vezes sinto , saudades daquele tempo que não soube aproveitar ao seu lado. Hoje eu entendi oque e sentir saudade.
Eu tenho muitas saudades dele meu Deus não sei mais o que fazer, eu tento seguir, mas vem as lembranças e o vento que sopra o cheiro dele o abraço e tudo, Deus eu não sei se já feri o coração de alguém, peço perdão não aguento mais, eu quero seguir, mas ao mesmo tempo só preciso dele. Meus sorrisos já não são mais sinceros eu tento desfaçar que estou bem, mas não consigo não eu o amo muito como nunca amei e acho que como nunca vou amar ninguém :'(
A vida tem disso. Ela te mata de tristeza hoje, de saudade amanhã, de dor depois, para só no final te dar aquele gostinho doce na boca. Só depois de provar todos os salgados e amargos, até mesmo os que machucam o paladar, vai sentir uma pontinha, como meia colher de chá de um doce que a gente goste. É o suficiente? Não, não é. Claro que não. Quem quer sofrer uma semana inteira só para comer meia colher de doce? Ninguém, normal pelo menos, ninguém. Mas é o que te faz querer continuar. É o que te mantém à noite acreditando que amanhã vai ser melhor, que semana que vem tudo vai passar, que daqui um ano você vai estar tão feliz, que todos vão parar para te olhar e contar histórias sobre como sua vida foi bonita. É esse o momento doce que todos querem, o momento que todo o esforço parece enfim valer a pena. E demora, como demora. Ainda mais pra quem quer mesmo, quem corre atrás, porque meia colher não é o bastante pra quem quer o pote inteiro. Meia colher acaba rápido, mas é mais fácil conseguir… então, se demora tanto, é porque não vai vir só meia colher pra você, vai vir mais. Muito mais. A vida sorri de volta quando você não deixa de sorrir para ela."
Pra não dizerem que não falo de flores....
A carência nada mais é do que a saudade de um afeto, ou a necessidade de vários outros afetos.
O verdadeiro amor se mantém presente, mesmo na ausência e no silêncio... Ele é notado e sentido pelo coração.
Você sabe que leu um "bom livro", quando dá vida aos personagens à ponto de sentir saudades quando a história acaba. Saudades de todos os lugares que "conheceu", das cores que visualizou, dos sons descritos...quando os sentimentos retratados alteram seu batimento cardíaco, fazem rir, fazem chorar... E a cada novo livro a pergunta: Quais são as aventuras que me esperam? Será que este livro "é bom"?!
"Ouve um tempo que eu sentia muita falta e muita saudade, hoje já não sinto muito ou nem sinto, porque fez com que eu convivesse com isso, então pra mim, hoje isso já deixou de ser um sentimento que sentia, é algo normal, natural. É como se nunca tivesse conhecido.."
Um dia, talvez, sentiremos saudades das pequenas e simples coisas que hoje não valorizamos. Porque esquecemos que a felicidade está na simplicidade dessas pequenas coisas.
Parada no tempo revivo momentos que não foram possíveis viver, lembro saudades fiel companheira de madrugadas frias, solitárias...parada no tempo relembro lembranças que sonhei e que guardei nas memórias dos meus sonhos.
"De repente bateu uma saudade de você..Também eu procurei fui lá olhar as mensagens antigas...Lembranças.. Que sempre voltam para te fazer chorar.. ::/
Não quero ser. Contudo, sei que sou este que mescla a dor da saudade com dor da desilusão. Sou este que amargura palavras sutis num amor ingrato. Este sou eu, apenas este...que te amou sempre sozinho.
De costas pra saudade com a arma na mão. E ela também. Primeiro passo à frente, segundo passo… Eu sei que eu tenho que apertar o gatilho primeiro, mas ela parece tão mais forte e ágil. Ela vem tentando me aniquilar faz tempo, mesmo quando se faz de boa moça e se intitula “saudade reciproca”. E eu vou me esquivando, o máximo que posso. Tentando destruir um pouco do seu corpo, mas o que eu posso fazer? Ela se regenera. E, de novo, me espia com seus olhos amedrontadores por cima do ombro. Eu fico procurando meios de ser mais forte que ela, arrisco um riso atemorizador, mas no fundo sei o quanto estou abatida e frágil e acho que ela também sabe. Terceiro passo e atirar. Ferida outra vez. Vendo a carência, o vazio, a tristeza se aprontar do lado da saudade. Todos com olhar de quem venceu. E eu sozinha. Quando isso vai acabar? Agora é tudo escuridão. Depois eu acordo.
