Poemas de Rosa
Se despido o teu corpo como uma rosa, se faz rosa nosso amor e os espinhos dessa rosa nem é rosa em flor, sem espinhos esta rosa é amor.
QUANDO EU LHE DER UMA ROSA, NÃO PENSE NA AMAVEL FLOR QUE ESTOU LHE DANDO, MAS SIM RECEBA E ABRACE ESSA VIDA QUE ESTOU DANDO EM SUAS MÃOS...
A rosa que escondeu-se entre os espinhos se difere com pétalas deslumbrantes, lembrada por muitos que deleitam aos seus versos, porém reprimida por aqueles que por ela foram semeados.
Saiba que a rosa sempre virá com espinhos. Mas se com jeito sabemos manusea-la, apreciaremos seu perfume e beleza encantadores, pois ao contrario apenas sentiremos dor, angustia e decepção.
Assim também mostra-se a vida, cheia de obstáculos e imperfeições. Obstaculos e imperfeiçoes essas colocadas as vezes pra nos ensinar, nos fazer levantar o véu da iluzao, nos mostrar a verdadeira felicidade.
Joguei os vestidos rendados de cor rosa no lixo. Pintei as unhas de vermelho, agora vou fazer tipo. Tipo, tipo, tipo... todos sabem quem sou eu, e mesmo com a maquiagem forte, os cigarros na mão, e o coração no lixo, não sei ferir nem a uma pomba.
A pessoa que você ama pode ser bela e perfumada tal qual é uma rosa, mas ao tratá-la não se esqueça dos espinhos.
Eu amo saltos e amo tênis. Eu gosto de rosa e também gosto de azul. Gosto de futebol e gosto de romance. Não sou só felicidade e também não sou apenas tristeza. Eu não sou apenas uma coisa. Eu sou superfeminina e moleca ao mesmo tempo. Então não tente me definir, afinal, eu sempre mudo.
Esperta é a dona Rosa, que no lugar de cada dor criou uma cicatriz e deu a elas o nome de "espinhos".
Eu sou muito perfeccionista, amo seguir o estilo da Sharpay, amo rosa e sou meio "fabulosa" sabe? Amo ser assim, me sinto especial.
A maioria das pessoas colhem a rosa por ela ser bonita, mas se esquecem dos espinhos, por isso tem que tomar cuidado quando colhe-lá.
"E de repente, a sua vidinha rosa pink é metamorfoseada em cinza. Mas não aquele cinza suave, comum. Um cinza-botijão-de-gás mesmo. Sujo. Feio. Descascando… Tão agradável quanto fila de banco."
Eu queria levantar da cama e encontrar uma rosa. Não vermelha. Branca. Pura. Toda para ser escrita como se fosse uma página em branco. Uma rosa deixada por alguém que pensa em mim e que eu não conheço ainda.
Quando tirei os óculos com as lentes cor-de-rosa não gostei do que vi. O roteiro em preto em branco repleto de detalhes com princípio, meio e fim. Não fugi. Peguei uma palheta contendo as cores do arco-íris, pacientemente dei os tons alegres próprios de quem a vida ensina a renascer.
A boca entope-se de palavras não ditas. Entre ele e elas, em abismos de sim e não, entre rosa carmim de meus brincos que alguém enxergou...
A mulher de dezesseis anos é na vida um botão de rosa; e o homem de dezoito, no máximo, o tato agreste do cajazeiro impetuoso.
O crime, por mais sangue que gere, leva uma rosa nas mãos. E só a estas é dada a especialidade de hibridar duas plantas incomunicavelmente unidas.
Um homem quando ama, se torna frágil como as petalas de uma rosa, mas não deixa transparecer para que sua maculinidade não seja colocada em dúvida.
As vezes me sinto como uma rosa, e logo em seguida essa rosa murcha assim do nada, e todos que tentam ajudar são espetados por um espinho, são machucados, feridos. E eu descubro que essa rosa é uma idiota. E que ela valorize mais quem realmente a ama.
