Poemas de quem Deu um Fora
Ela era poesia eu nao sabia ver,
Com uma caneta na mão e um
Caderno nos braços escrevo quando,e onde
Eu vou morrer.
Quem sou eu?
Será que sou um ser-humano
Da terra?
Ou eu sou um alienígena obscuro
De um planeta das trevas!!
Quem sou eu?
Será que eu sou um protóxico
Criado pra sofrer?
Ou eu sou uma arma criada
Para fazer as pessoas se sentirem
Incapazes de saber,poder,querer
Morrer com o pensamento de
SALVAÇÃO tentando escapar do desprezo,da dor de ter Depressão
Queremos ser conhecedores de um tudo.
Conhecer a Deus!
Conhecer as verdades.
Conhecer as pessoas.
E não conhecemos nem a nós mesmos.
Somos quase indecifráveis, somos tal vezo maior mistério que existe.
Quem sou EU caro amigo Eu?
Que me procuro em alguns momentos e deparo-me com um ser muitas vezes cheio de ascos, putrificado em dogmas, cheio de imaginares onde a dúvida me assola, sobrando outra vez a mesma indação.
Quem sou EU?
Sou ou não Ser?!.
QUEM SÃO?
Há muitos e muitos anos, um poeta revoltado
Escreveu Navio Negreiro, pois estava indignado
Com o povo que emprestava a bandeira para cobrir
A infâmia e a covardia que se viam por aqui!
E no palco da cidade, ao som do toque do tambor
Ouvia-se o poeta clamando ao Nosso Senhor:
“Senhor Deus dos desgraçados!
dizei-me vós, Senhor Deus!
Se é loucura...ou se é verdade,
tanto horror perante os céus?!”
Quem são estes miseráveis sem acesso a habitação?
Nas praças, sob as marquises
Buscam no lixo seu pão
Quem são? E de onde vieram?
Quem são? E por que miseram?
Quem são? E o que fizeram
Para tal condenação?
Quem são estes que, transportados, piores do que gados, vão?
Subempregados, suburbanos, exaustos na condução
Sem ter moradia digna, nem acesso à educação
Sem saneamento básico, com parca alimentação
Quem são estes cidadãos?
Quem são? Quem são? Quem são?
Tantos anos se passaram, mas tão pouca evolução
Ainda se usa a bandeira para encobrir a inação!
E no centro da cidade, ao som do toque do tambor
Ressoa a voz do poeta, clamando ao Nosso Senhor:
“Senhor Deus dos desgraçados!
Dizei-me vós, Senhor Deus!
Se eu deliro...ou se é verdade,
tanto horror perante os céus?!”
Presente de Deus.
Fizera assim.
Tão bela quanto Monalisa.
Uma moça, feita a de Ipanema.
Uma flor de Lis para Djavan e também pra mim.
Má, Mai.
Má, má, Mai.
Gaguejo ao te ver sorrir.
Te peço que seja quem queres, mas seja só você.
Má, Mai.
Má, má, Mai.
Maiana.
Seja você quem ama, quem queres ser.
Mas seja só você.
Não diga Eu tenho um Problema.
Diga o problema me tem.
E sou Eu que escolho ser ou não dominado por ele.
Quem és...
Quem és, esta menina?
Quem és, esta mulher?
Ela, que com um sorriso fascina,
Ela, que sabe bem o que quer.
Nos floridos campos, passo a procurar,
Nas flores de todas as estações,
Em uma foto cativou com seu olhar.
Me fez sentir a melhor das emoções.
Quem és ela, que envergonhada fica sem jeito,
Tão eloquente e vibrante canceriana,
Ela és a dona do sorriso perfeito.
Ah... Menina, mulher chamada Ana.
Tudo passa muito depressa.
Um dia desses éramos apenas uma ideia, um plano ou meta!
Noutro dado momento, um óvulo, fertilizado um misto de girino animalesco, entre quadrupedes e bípede.
Em outro momento desenvolvido bebê e nascido criança, adolescente, adulto, e no instante final idoso, e FIM...
Passamos muito rápido por esse trem vida.
... e fui visitar um homem o qual chamavam de sábio.
E indaguei-lhe, és um sábio?
...e ele me devolveu como retórica! ...quem disse ou oque dizeis que sou?
Mas continuei.
...imaginei que o mesmo estava a zombar da minha tolice.
Escreves ou tem feito provisões da vida? Falei-lhe outra vez.
E porque, ou oque é ser oque dizem que sou?
E ele como que insatisfeito e largando-me à margem da dúvida, fingiu ignorar este reles que vos fala, baixando suas pálpebras deixando meio que entre abertos calou-se de vez.
Já eu! recolhi-me a minha pessoal insignifiquetude.
Mete-me medo ser reconhecido ou ovacionado por um grupo de gente ou uma multidão como "Líder" , "Libertador" e na pior das Hiposes "Salvador" libertador de algo ou dos mesmos.
TODOS sem exceção, os que foram à frente para tornar plausível um modo apaziguador de convivência... Exterminaram-no!
Buda, Jesus, Luther king, Madiva, Tiradentes, Irmã Dulce, todos os Lamas, Os ditos como Santos, desbravadores, e tantos outros Paradigmas, Libertadores, os verdadeiros ídolos!
"Eu não sou besta, pra dar uma de Herói...".
"Eu sou um avião de chassi africano, cabine cristã, asas da determinação brasileira e turbinas da educação voando pelo mundo. "
Sergio Junior
Quem és tu?
Sou uma equação de sentimentos onde a maioria dos elementos são incógnitas.
Sou um acumulador de alegrias, mas um desprendido de tristezas.
Coleciono momentos e, em muitos momentos, me faço peça na coleção dos outros.
Sou abençoado com o milagre chamado entusiasmo.
Sou meu presente, fui meu passado e serei meu futuro, isso é minha propriedade!
(Parte I)
"Está lá um corpo estendido no chão!".
Quem sou? Quem somos nós?
Oque sou? E pra que sou?
Vi certa vez um homem caído na vala, chovia muito, ele sangrava.
Ao passar de carro olhei e vi pessoas olhando, sem saber oque fazer. Era tão somente um corpo ferido, onde depois de lhe sugar o espírito, chamam apenas de cadáver. E de novo, oque e quem somos nós?
Acredito que apenas e tão somente um bichinho da seda tecendo nossos fios, que ao se romper, seremos apenas algo que frutificou mas que morreu, onde muitos nem sabem porque, ou pra que viveu!
Tem muito mais alegria
e no Alqueva um bom iate
quem assiste à cantoria
com mil sopas de tomate.
I
Vê-se o tempo a manobrar
nesta louca embriaguez,
vai-se o dia, chega um mês
e o tempo custa a passar...
Com a cabeça a divagar
nesta dura antinomia,
vai-se o mês, vem mais um dia
da nossa sobrevivência,
e quem come a paciência
tem muito mais alegria.
II
A medida do telhado
faz a porta da entrada,
e em cada assoalhada
o tamanho é limitado...
O sofá é mesmo ao lado
de onde havia chocolate,
num pequeno escaparate
resta o jogo dos milhões
onde compra as ilusões
e no Alqueva um bom iate.
III
Santas casas portuguesas
solidárias nas esmolas,
dão aos pobres das gaiolas
o que sobra das riquezas...
São luxúrias, são pobrezas
desta vã egolatria,
onde tudo se esvazia
numa ordem movediça,
e tolera a injustiça
quem assiste à cantoria.
IV
Todos cantam em voz alta
o que diz A Portuguesa,
vê-los juntos é uma beleza
nessas luzes da ribalta...
Que se anime toda a malta
sem princípios de debate,
e o convívio é um biscate
desigual e pouco humano,
que se farta todo o ano
com mil sopas de tomate.
“A vida é uma jornada, não um destino. Cada passo que damos nos aproxima de quem realmente somos.”
Roberto Ikeda
Cais
Era uma tristeza genuína
de quem é triste.
A solidão
sua fuga
um cais vazio
sombra cobria-lhe
o corpo e o casario
nas trevas
fechado em mágoas
dizem que delirava
era triste
imotivado
não queria ser alegre.
Quem sou eu?
Sou um adulto emocionado
Em busca da solução
De preencher esse vazio
Dentro do meu coração
Sou um homem tranquilo
Com muitos anseios no coração
Quero paz, tranquilidade
E viver bem com a razão
Sou um cara legal, apenas legal
Ser legal carrega um peso de uma crise existencial
Sou um homem muito parado
Com uma guerra dentro de mim
Que as vezes venço e as vezes perco
Mas não para de existir
"Tem pessoas que dizem amar, entretanto, amam como se estivessem em um leilão, com uma indagação persistente na mente:
"Quem dar mais?
Algo, financeiramente, eu tenho que, muito, lucrar!!!"
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