Poemas de primeira vez que te Vir
GUERRA!
A primeira guerra do nosso
MUNDO! Quandoa traiçoeira, feiticeirafoi morta
Três vezes queimo astrês vezes renasceu
Por chamas arrasadoras Gullveigfoi envolta
Não lembro quando foi a primeira vez que desejei a minha morte, mas sei que penso desde criança.
Desde criança anseio por esse dia, um dia qualquer.
Todos aqueles que amei morreram ou foram embora. O motivo de ainda estar vivo é que prometi a mim mesmo que não morreria até encontrar algo que fizesse sentido nesse mundo. Estudei, amei, larguei tudo o que me prendia, tudo agora não tinha valor. Esperança? Deixara de existir quando meu pai me expulsou por ajudar minha mãe que também me deixou em troca de um homem qualquer. Morri anos atrás chorando em um banheiro, acho que tinha 17 anos nessa época, tinha percebido que minha mãe me largara novamente por outro homem o que se repetiu nos meus 21 anos.
Minha adolescência foi sufocante, vivi sozinho e aprendi o que sei hoje sozinho. Queria eu ter o amor de alguém novamente.
Não entendo, sempre estudei e mesmo que não estudasse tirava notas boas, ajudei todos no interclasse e minha sala ganhou (guardo a medalha até hoje). Leio livros, poemas, escuto Djavan e Chico Buarque.
Mas então o que falta? Me sinto vazio, quando vejo alguém na rua abaixo a cabeça por respeito a tudo que ela deve ter passado. Devo ser o primo que não faz nada, o que chamam de "vagabundo", sou o filho que não serve, o irmão renegado por ter sido de outra mãe. Choro enquanto escrevo e me pergunto, Quem sou eu?
Erasmo e a Porta
É necessário que pela primeira vez na vida, diz Hamlet em todos longos os monólogos, que você consiga dizer apenas o que as coisas são, e para isso, Hamlet teve que se fingir de louco. Porque como escreveu Erasmo de Roterdão e, publicado em 1511, Elogio da Loucura, às vezes é necessário ser louco para dizer o óbvio. Às vezes é preciso ser louco para dizer que todos os problemas que nos são mostrados, são problemas falsos, para que nós não vejamos os reais. Que todas as festas, são um barulho alto para impedir que eu expresse a melancolia densa e profunda da minha existência, e quanto eu mais escrever, potássio, potássio, potássio! É sinal que eu estou triste, triste, triste!
Primeira vez...
Foi o seu toque
que fez acordar
No fundo do seu olhar
pude enxergar.
O prazer submergindo
meu pensar
Me fazendo saborear
a sensação ao te beijar.
Trazendo em mim
desejos de se arrepiar
Inundada agora estou precisando te encontrar.
@baixinhapensador
Um lindo sonho.
Quando há vi pela primeira vez esqueci todas as palavras,
As pernas ficaram fracas e trêmulas,
A cada passo tudo parecia mais devagar,
Seu olhar era penetrante e profundo,
O coração batia cada vez mais forte.
Diante de deslumbrante beleza nada mais importava,
Seu cabelo loiro refletia o brilho do sol,
Pele branca como leite,
A brisa do vento trás seu um perfume adocicado.
As folhas caem e recobrem o entorno de onde está sentada,
Como uma cena extraída de um belo quadro,
A respiração fica ofegante e pesada,
O batimento está cada vez mais lento,
Os músculos se contraem fortemente,
A dor percorre todo meu corpo,
Lágrimas percorrem todo o rosto,
Um frio que queima e rasga a pela,
Dilacerando tudo! Isso é um sonho?
Pela primeira vez, depois de um do ocorrido, eu consigo enxergar a parcela de culpa dela.
A consideração não existiu, todo o afeto, o carinho, foram por água abaixo... Pedidos de desculpa estão ao meu redor constantemente, eu os aceito.
Me sinto bem aos aceitar, me sinto mal ao me ver lidar, sozinho, com a dor da mentira.
O mais errado, no momento, me parece tão certo. Os conselhos que eu escuto, me parecem tão errados, eu não sei o que fazer.
Preciso dela, porém minha cabeça só me remete ao que aconteceu, uma visão mais realista ocupa minha cabeça nesse momento e a tristeza está permeada no meu quarto.
O clima gelado do ar condicionado já nem é tão gelado quanto era antes, o meu sono já não está sendo necessário e a minha fome se tornou inexistente.
Tudo nasceu com uma saudade dela, tudo termina com a perda de uma pessoa que me fez muito bem.
Talvez, de maneira mais otimista, eu deva considerar como livramento, perder uma pessoa que nunca me foi fiel é, no mínimo, um motivo de felicidade, mas, enquanto isso, eu defendo a outra com todo meu peito, acreditando ser a coisa certa ao seguir meu coração.
Eu estou com ciúmes.
-plr
Eu realmente gostaria de amar pela primeira vez na vida, e eu pensei que com você eu encontraria esse amor. Se eu pudesse te amar, te amaria aqui e agora.
Você foi a pessoa mais sincera que eu já tive, e eu sinto que estraguei tudo.
Me sinto ridículo por estar me explicando agora, sinto-me ridículo por tentar explicar algo?
que eu nem eu mesmo sei. Por que eu me sinto assim?
Eu tento ser o medo, as vezes até maior do que ele, mas o medo me consola, sua voz me consola. Eu não tenho os calores que você precisava. Eu nunca fui a pessoa certa e você sabia disso.
mas pela a ordem do destino nós não podemos
continuar juntos.
Ao te ver pela primeira vez
Eu fiz de tudo para não parecer nervoso
E senti algo no meu coração
Você fez nascer no meu peito, esta paixão
E agora no cair da noite, ao me deitar
Me pego pensando em você
Na sua boca a beijar
No seu corpo tocar
Princesa!
Você é bela como uma poesia
Motivo para mim de alegria
Ao menos nos sonhos posso nos meus braços te ter
Enfrentamos a chuva e o mau tempo
Pra em poucos minutos viver.
Pré-datado
“Anos atrás, quando eu mapeei mentalmente pela primeira vez o que significaria andar à frente, havia meia dúzia de arremessos em que eu pensava: Oh, isso é um movimento assustador e essa é uma sequência realmente assustadora, e aquela pequena laje e aquela travessia. Havia tantas pequenas seções onde eu pensava, mas nos anos seguintes, eu empurrei minha zona de conforto e a tornei cada vez maior até que esses objetivos que pareciam totalmente loucos acabariam caindo no reino do possível.”
.... A primeira vez que ele achou que Lua queria comê-lo foi em seu próprio enterro. Não no seu enterro definitivo. É que, no meio do choro da viúva, em pleno velório, ele – o defunto – acordou de mais um dos seus ataques catalépticos. Adiou a morte, portanto. Não é preciso dizer que foi um Deus nos acuda! O morto voltava ao mundo dos vivos! Depois um doutor de gaveta declarou, para a rádio local, que um ataque cataléptico não era coisa assim tão rara. Podia ser novidade lá – pr’aquela “gentinha de interior”... – De qualquer maneira, o “Seu Dino” ficou conhecido no lugarejo. Não é sempre que se tem notícia de um ataque daqueles, cata-o-quê, mesmo? Enfim! Não é todo dia que um vizinho nosso, da mesma cidadezinha no interior, morre e depois volta à vida
[trecho inicial do conto 'Chiclete de Lua', publicado pela revista Desenredos, Ano III, nº10, 2011]
http://desenredos.com.br/10prs_dassuncao_295.html
A primeira vez que olhei nos teus olhos...
Foram dias assim depois que morri...
Esperei rever os dias que passei...
Mesmo assim me sinto muito bem...
Nas cortinas fechadas lágrimas que nunca esqueci...
A primeira vez que olhei para profundo da sua alma...
Tão simples ao longe dos meus sonhos....
Abri meus braços para destino sem fim...
Sendo translúcida as luzes que iluminam sua vida...
Os espaços entre as paredes são sentimentos que nunca conheceu...
Assim de bom agrado me despedi no último sussuros de ventos que amei...
Nós espaços profundos desta vida mais uma semana que deixei as flores morrem...
E o por do sol me dá angústia por ainda amar,
Sendo os orvalhos vindos das brumas ainda amarga dor vou sentir...
Num instante tão distante... Ainda a senti...
Num vulto aparece ser os olhos que tanto amei... Nas sombras do sentimentos abraços e beijos sob o luar.
Das memórias que trago
Uma guardo no meu coração
Quando te vi da primeira vez
Quase explodiu meu coração
Hoje me afasto de ti
Faz um tempo, quando você brigou comigo a primeira vez, você me disse algo, algo importante. Que eu corria atrás de quem me humilhava. E sabe, eu não sou assim, nunca fui. Sempre fui a orgulhosa e tinha até orgulho disso, pq eu dizia que meu orgulho me protegia. Mas você tem razão, eu fiz isso, fiz com alguém que nunca se importou comigo, que nunca conheceu meu coração. E me arrependo tanto. E me dói lembrar quão tola eu fui. As suas últimas atitudes me fazem pensar que você me levará a isso de novo. Por isso me afasto. A partir de hoje me prometo nunca mais repetir isso. Me amar é o que me fazer feliz, me respeitar antes de tudo e de todos. Não quero jogos, imaturidade, desconfiança, nada disso na minha vida. E no que depender de mim, só vou ter paz, fé, trabalho, dignidade e muito amor, amor próprio, amor por mim, amor pelos que me amam e me tratam com respeito e carinho. Hoje me afasto de ti
pela primeira vez passei horas conversando com você
falando sobre coisas banais ,mas que no momento nos traz tanta dor que nem o álcool poderia preencher.
Na real estou preocupadx se so eu senti a sensação de pertencimento durante essas horas.
A primeira vez que me apaixonei , eu estava bêbada.
A segunda também...
Será o álcool a droga do amor ?!
Paixão
Lembro-me daquela noite, a primeira vez que te vi, sua cor dourada e avermelhada do sol me chamaram atenção.
Eu nunca vi olhar tão cheios de pavor e medo como os seus, de mistério, que me enterneciam e intimidavam.
Sentia o gosto do seu cheiro, que me arrebatava, que me despia, me desconcentrava e me aguava.
Podia olhar horas para você, e quando não te via, sonhava.
Minha boca secava só de pensar em beijar a sua.
Te via em rostos que não eram o seu.
Toda música de amor parecia nossa.
Porem nem éramos um casal, suas mãos nunca encostaram na minha, seus olhos nem iam de encontro com os meus.
O sentimento mais inexplicável, e constrangedor se chama paixão, que abre mão da própria vida para viver em função de uma imaginação
O amor é cego
Quando te vi pela primeira vez
O mundo parou
Quando te vi pela primeira vez
Meu coração acelerou
Quando te vi pela primeira vez
Você se destacou
Quando te vi pela primeira vez
Você brilhou
Com o coração acelerado
A respiração ofegante
Queria conversar, mas meu corpo parou
Foi amor à primeira vista
Mas pra mim o amor que sentir
Era sincero, iria durar para sempre
Mas não durou um minuto.
Desconfinamento controlado. Assim, Simmmm!!!
Pela primeira vez, em mais de um ano;
vemos em nós certo desconfinar;
tido no confinamento agravar;
a quem não o respeitar, por tanto engano!
Não respeitar por falta de civismo;
havida em tantos de nós, gente boa;
que tão falha a em tais, quando anda à toa;
levada por tal instinto, ou egoísmo.
Vamos, pois, respeitar a toda a gente;
evitando esse tal visto em bairro alto;
com centenas de jovens tão juntinhos!
Talvez por terem “fome” os coitadinhos!!!
mas pularem cerca, a em por fraco salto;
tão põe desconfinar intermitente.
Oxalá que o ministro que em transporte;
não vê caso, um, de infectar confirmado;
tenha agora o seu ver, mais apurado;
pra ver que por tais em nós, tão vem morte.
Por ficar mais barato o controlar;
que o em nós haver novo confinamento;
oxalá que esse em tal: ver de jumento;
não se encontre mais em tal pobre olhar.
Por TRANSPORTE a nós chegou;
tal da china, à carona!
e a tais na Terra infectou;
este mau vírus corona.
Por isso BEM controlemos;
todo a agora a nós chegar;
por terra, mar, ou por ar!
pra que jamais confinemos.
Nossos dias iluminou
Nossos corações incendiou
Não lembro da primeira vez que miou
Mas lembro bem quando se apagou
Fechou os olhos e pro céu voou
E somente saudade nos restou
- Mitchu
– (...) Lembra-se da primeira pergunta que lhe fiz?
– O que é um louco?
– Exatamente. Desta vez vou lhe responder sem fábulas: a loucura é a incapacidade de comunicar suas ideias. Como se você estivesse num país estrangeiro, vendo tudo, entendendo o que se passa à sua volta, mas incapaz de se explicar e de ser ajudada, porque não entende a língua que falam ali.
– Todos nós já sentimos isso.
– Todos nós, de um jeito ou de outro, somos loucos.
