Poemas de palavras
"UMA QUESTÃO DE HONRA"
"Quando as palavras certas não vierem;
Quando os pensamentos que lhe atormentam
Simplesmente forem indignos de você,
Destrua-os, elimine-os.
Ainda que a atitude certa seja difícil de tomar,
Nunca opte pelo caminho mais 'fácil'.
Não se deve iniciar uma história como um homem
E dela sair como um menino.
Honre as suas promessas.
Honre a confiança que lhe foi creditada.
Honre a si mesmo e àqueles que lhe honraram".
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"Quando as palavras lhe soarem mudas, abra os ouvidos do seu coração".
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Amor
- Não cita palavras,
Traz consigo todas elas em um olhar.
Olhares que vemos.
Ver e olhar são diferentes.
Mais amar e ser amado é ser igual.
Apesar de tudo.
Estou aqui colecionando palavras minhas e tuas,bonitas ou não...
Faço textos inacabados,repletos de sentimentos e palavras que deveriam ser ditas,porém por covardia não foram.
Eu sou assim,sou muito indecifrável,tenho expressões que não deixam transparecer o que eu sinto e sim o que eu quero que as pessoas pensem que eu sinto. Você sabe de mim apenas aquilo que eu te deixo saber.
Palavras Limitadas
"Mais uma vez sem nada mais pra fazer
Resolvi pensar um pouco mais
Ao invés de falar
Agora vou escrever
O que não consigo dizer, entender ou te mostrar
É complicado demais para uma mente qualquer
É forte demais pra tentar se conter
Eu preciso falar, eu preciso dizer
Com toda a minha alma, eu amo você
Sentimento puro de origem duvidosa
Mas de qualquer jeito entrou e não sai
Minha vida hoje é maravilhosa
Não te deixo nunca mais
É incrível como cada simples olhar
Me faz perder o chão
Consigo até flutuar
Quase perco a noção
Eu nunca vou te abandonar
Pois nunca achei alguém como você
E posso até te prometer
Só viverei pra te amar."
ESCREVER É UM DOM
Escrevo por prazer, de sentir as letras formarem palavras
que dizem coisas, que minha boca não consegui pronunciar.
Escrevo, no intuito de expor meus pensamentos mais
profundos, ponto pra fora a melancolia que insisti em
se alojar dentro de mim.
Escrevo sem medo, com dor, mas sempre por amor.
Até quando descrevo estórias que nunca vivenciei.
Disponho-me a aprender com a trajetória do outro,
pois preciso disso para fazer o exercício que
mais gosto.
Escrever
Escrever
Escrever
Dom, o qual desejo que um dia seja meu.
Lavei o rosto para não permanecer
Com a sujeira daquelas palavras
Sujei as mãos ao remover o fel
Das tramas sinistras e veladas
Levantei os pés para sair do brejo
Articulei as juntas quando me encolhi
Pra sair das “glórias” que não invejo
Eram só inglórias quando as vi
Foi sair e saber de longe do meu nome
Foi sair e perceber que nada perdi
Deixar que se consumissem os que não me consomem
Os que não mais me consomem
São ferozes entre si e a si comem
Foi sair e ter tempo pra cantar, voar, luzir...
O vazio é o oco
O vazio do oco da tua boca
Da tua cabeça, o choco
Do que julgas serem palavras loucas
Desse, dessa, daquele e daquela
Palavras e derrames d’alma
Mas se tu julgas sem querelas
Para o verdadeiro final tenha calma
Haverás de perceber: nada é vero
Pois se nada existe sob o julgo todo
Talvez seja um olhar sincero
Mas não te percas no engodo
Da verdade inteira onde o silêncio se esgueira
Da verdade escamosa aonde a luz não chega
Da verdade da aconchegante esteira
Da verdade do presente “à grega”.
Palavras são palavras, que com simplicidade soam como acordes de violão enquanto se revelam sublimes como as notas de um violino em seu ponto mais agudo, até a pausa de uma vírgula sob as linhas que as ostentam.
Palavras sozinhas e delicadas escritas com a caligrafia suave de uma harpa, que quando tocadas tornam-se mais leves que a refrescante brisa de um dia de primavera.
Palavras são apenas palavras, independente do formado, cor ou tamanho, são apenas ingênuas e comoventes que nos trazem o alívio e a serenidade sob a nossa contínua melodia.
Todas essas são palavras sem ritmo, que dançam sob a sinfonia melancólica ou agitada, porém harmoniosa tocada por nós, maestros de nosso próprio saber e de nossa própria orquestra.
São estas as palavras que nos dão sentido, razão e existência. Acolhem-nos com ternura e nos ensinam pelo mais livre prazer do saber. Palavras que podem ser doces, porém amargas.
Palavras esquecidas e palavras inesquecíveis dão às mãos, desgrudam do papel e da lembrança, criam vida, viram música.
Essas são palavras como uma melodia sem música, sem som, que é tocada no doce silêncio das mortas teclas de um piano e que soam suplicantes e caem sobre as contínuas linhas e derrama lágrimas cristalinas que, hoje, são seguradas pelo simples e humilde ponto final, sua mais pura barragem de sentimentos.
Me apaixonei pelas sua palavras,
Me apaixonei pelos seus olhos,
Me apaixonei pelo seu toque,
Me apaixonei pelo seu jeito,
Me apaixonei pelas suas qualidades.
Mas como sei que me apaixonei?
NÃO SEI APENAS SINTO.
Satisfação ?
Desejo mental
Palavras - (tomam posse de mim)
Na esperança de escapar (da cegueira)
Para acordar
No meu olhar
Sente o desejo
Nas minhas palavras
Sente o anseio
No meu toque
Sente o prazer
Entre o céu
E
E a terra
Julieta e Romeu ?
No paraíso
Serás meu
A FALTA
Um vazio de palavras que não suporto! Os sentimentos por vezes são tantos que os pensamentos não acompanham de modo algum. Correm, mas não chegam! Indecifráveis verdades rondam meus dias... e as noites são absolutamente mudas. Dê-me ao menos notas ou sorrisos e lágrimas! Grite, mas esteja! Desvende meus olhos, oras! Mas, faça-me o favor: explique-me... se as palavras sumiram no exato momento da sua ausência, não acha que em algum bolso seu elas devem estar? Como então devo falar-te da falta que me faz se tudo o que me resta são letras esparsas? Complicado te encontrar... mais complicado ainda te deixar.
[...] Pesado sol em minhas costas
quente bate forte o caminho
palavras aventam de vento frio
alusiva solidão eloquente ilusão [...]
A tua essência!
O teu olhar reflete a grandeza do teu ser...
E as tuas palavras exalam a essência divina.
Autoria: Leila dos Reis
Poema da parede branca dos futuros filhos
Risco e rabisco,
desenhar palavras
comendo misto,
não se preocupar
em rimar com fisco.
As palavras, tem vida própria,
Se superam, se ultrajam...
Deconfiam, usam-se e clareiam-se.
São enfáticas, lúcidas quando necessárias,
São duras e penosas á corações moles.
São displicentes, alegres, prazerosas e desejaveis, quando são preteridas...
Podem ser caluniadoras, quando interpretadas mal, por seus dissimuladores.
São amaveis, afetivas, doces e aliviadoras,
Transportadoras de licitudes, de magia, de lisonjas e bem querer.
De bençãos e maldições,
São saudações e de despedidas,
De boas vindas ou de partidas tardias,
Repentinas e,
quistas por quem a elas, assim sugere.
No meio de palavras és poesia.
No meio de garotas já és uma mulher feita.
No meio do ar és maresia.
No meio de bonitas és perfeita.
Entre as outras és especial.
Entre as demais és sempre algo a mais.
Entre tudo és essencial.
Entre todos és tu quem me traz paz.
És minha Deusa Afrodite.
És a pessoa mais bela.
És a única entre tantas.
És, no tempo, primavera.
Tormento:Minha consciência grita,meus olhos já não enxergam,
minhas palavras são mal ditas e a falta de voce me sufoca!
só por hj me calarei,Só por hj !
... meras palavras sem nexo nem importancia,
inúteis?
Frases confusas, rimas dissonantes.
"História sem pé nem cabeça", sem título, sem roteiro.
Um curta infinito, figuras de linguagem primárias.
Poemas rotos e anônimos, e alheios...
( meras palavras de coração e alma).
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