Poemas de palavras
Engolindo as palavras e digerindo os pensamentos para evitar um caos que será desnecessário sem as providências corretas.
Em suma, é a prática de pensar antes de agir para garantir que, se houver uma intervenção, ela seja eficaz e não destrutiva.
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As palavras não só acolhem, mas também mudam o ciclo das pessoas.
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Palavras
Palavras... simples palavras,
simplesmente palavras.
Palavras pronunciadas,
pelo vento levadas.
Palavras evitadas, atalhadas, atenuadas...
almas não magoadas.
Palavras silenciadas,
perdidas na chuva,
gastadas, desgastadas,
engasgadas, apertadas...
no fundo do peito guardadas.
Palavras gritadas,
palavras caladas, ponderadas, acertadas,
palavras pelos olhos faladas...
Palavras esquecidas
nas esquinas da vida...
no ir e vir de nós dois...
Palavras...
tudo o que queremos ouvir...
No silêncio das linhas, moram palavras não ditas,
guardadas nas sombras do que ficou por dizer.
São sonhos que escapam entre devaneios, melodias esquecidas,
versos que aparecem na brisa do amanhecer.
Palavras não usadas, pétalas ao vento,
poemas secretos em guardados lamentos.
Em cada pausa, um mundo invisível a se revelar,
no eco do silêncio, elas vêm sussurrar.
Palavras, eternamente feitas pra se usar...
A liberdade
As palavras são inertes. Nós damos-lhes vida e significado. A verdade não está nas palavras, mas, sim, na relação que os entes estabelecem agora. Para entender isto, sem palavras, só é possível sentindo isto que eu senti.
“O Mundo e as Palavras”
Como fazer uma poesia se o mundo não vive uma poesia? Olho pela janela e vejo pressa, vejo indiferença, vejo gente passando por gente como se fossem sombras. Onde está o verso nesse corre-corre sem sentido? Onde está a rima nesse barulho que não cessa?
Como falar de amor se o mundo não ama mais? As pessoas tocam telas, não mãos. Enviam corações digitais, mas esqueceram como se abraça de verdade. O amor virou pressa, virou conveniência, virou algo que se descarta quando incomoda. E eu aqui, com palavras antigas tentando descrever um sentimento que parece fora de moda.
Como escrever histórias se o mundo não faz mais histórias bonitas que tocam o coração? Tudo é rápido, superficial, descartável. As narrativas viraram manchetes, os encontros viraram notificações, os sonhos viraram metas de produtividade. Ninguém mais se senta para ouvir uma história completa. Querem o resumo, a versão curta, o final sem o caminho.
Como prometer um mundo diferente se o mundo não quer mudar? Ele insiste nos mesmos erros, repete as mesmas dores, ignora as mesmas lições. Falo de esperança e me olham como se eu falasse língua estrangeira. Falo de transformação e dizem que sou ingênuo.
Mas talvez seja exatamente por isso que preciso continuar. Porque se o mundo não vive poesia, alguém precisa escrevê-la. Se não há amor suficiente, que eu possa oferecer o meu. Se as histórias não tocam mais, que eu insista em contar aquelas que fazem o coração lembrar que ainda bate.
Talvez mudar o mundo comece justamente quando nos recusamos a aceitar que ele não pode ser diferente.
Aprendi a conhecer o ser humano pelas palavras ásperas e macias.
Umas ferem, outras curam.
E no meio das duas, escolhi ficar com quem me aponta pra Deus, ainda que a verdade doa.
_Van Escher_
Tem gente que exala companheirismo, amor, sinceridade, brilho no olhar e firmeza nas palavras.
E tem gente que nem usando os melhores perfumes importados consegue disfarçar o cheiro de mentira e podridão.
— Van Escher
O Cadáver da Rosa e o Silêncio das Palavras
A rosa é a simplicidade da beleza de um cadáver já em decomposição orgânica. Ela se desfaz enquanto serve de adorno, fazendo do seu perfume o último suspiro de vida. Esse aroma dispersa o pólen em um mundo transbordante de palavras isoladas, mas escasso de verdadeiras narrativas.
No silêncio, a rosa murcha e seca, feito uma alma que se esvaziou de sentimentos, embora ainda a achem linda ali, estática no centro de uma mesa vazia. Enquanto isso, vozes fanáticas viajam pelo tempo e pelo espaço, ecoando distantes em sua linguagem única.
Por Celso Roberto Nadilo
Desinformação dentro da gaiola brasileira faz ganhar eleição...
Palavras bonitas não o feijão na mesa...
Quem disse que vivemos na democracia da gaiola.
Pois não gaiola se tem vista para janela,
Logo são expostos os quatro anos passados a gaiola boa tem estar limpa...
O ser humano corrompido nas fases do sistema.
Somos vítimas da verdade... As palavras escorrem pela mente...
O ar fica tenso e a moralidade foge do ambiente.
Dados sao interposto para que haja novas conexões.
Novos programas são escritos.
E algoritmos são estrelas num cosmo vazio...
Brincam com vida digital ela da a resposta na onde novas convicções são criadas dentro da Internet.
Sendo facções digitais o sentido do absurdo.
Não é preciso de palavras apenas olhares.
As palavras perdem o sentido entre sentimentos.
Breves sussurros é o vento lançando palavras ao infinito.
Ao titubear seus lábios os sentimentos são expostos no verbo vulgar.
Morre a poesia em teus lábios...
A morte das palavras,
... perdem o sentido,
As lágrimas escorrem veladas.
Num arco fulgaz de notório espírito...
Para o flagelo do caos interno seja parte do espírito...
Só mais um entre tantos.
Palavras que se perdem.
Antro de perdição
Mente vazia no estado impecável...
Nutrientes do caos aparente,
Sonso ato que é derradeira fonte da ausência.
O abismo ouve...
O abismo responde...
O vazio está no máximo silêncio...
A palavras são sussurros aos ventos
Lágrimas veladas sao catigas de amor
As mesmas lágrimas escorrem num rio de solidão. ..
Entre linhas dos céus lágrimas são gotas dos ceus...
Luz calida sob ador da alma fria sem vida, mais vida é resiliência. . .
Canta todavia a música da paixão...
Que embriagado sonho seja maravilhoso...
Os primeiros raiar do sol sua alma canta no linear do despertar sonhos parecem ser o desejo de viver cada instante eterno....
Nos laços profundos de lucidez sou apenas palavras jogadas no vento.
Lanço meus pensamentos voam igual a fragmentos.
Num suposto estado inerte todavia olho os ceus e raios do luar, dando caleidoscópio mental e transcendendo meus pensamentos fragmentos num sonho.
Floresce a floresta em melodia.
A melodia encanta por suas palavras jogadas no édem.
Palavras são sementes que floresce num estado de lucidez.
O abraços e beijos são expostos estado da galáxia num formato de amor e ternura.
Na sua boca cheia de palavras são reunidas frases desconectadas,
Sentimentos relapsos.
Uma agonia de existencial.
Dentro de paradigmas sois uma obras do cubismo com ar artístico vejo as falhas de um novo formato multiastral...
Lágrimas secas num estado inerte todavia,
Sois antro perdido nas virtudes impressas alienação afetou.
Minhas ilusões ganha sentido.
Entre dilúvio de tuas palavras.
Sois sorriso e silêncio,
ironia é clareza que morreu em teus lábios.
Quantas árvores foram cortadas para eternizar suas palavras.
Quantas vidas ceifadas para as ideias virassem papel.
Se perguntou ja quais biomas foram destruídos para ser reconhecido.
Quantas pessoas trabalharam e morreram para tenhas a história descrita.
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