Poemas de Paixão

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Amor da minha vida


Amor da minha vida,
por que me deixou partir?
Agora aqui sozinha
não consigo mais sorrir.
a insônia insiste em surgir.
No silêncio da noite fria,
minha alma quer se esconder,
mas o vazio que você deixou
não me deixa mais esquecer.
Amor da minha vida,
minha mais triste despedida,
chega a noite
toda noite
insônia me convence que a força do amor nem sempre vence.

Busquei mil maneiras de mostrar meu amor...
Parei quando ele usou mil e uma mentiras e causou meu dissabor.

Busquei 1000 maneiras de viver com você o nosso amor...
Parei quando você nos negligenciou.

Desisti quando as suas 1001 mentiras causaram meu dissabor...

Eu tenho alguns heróis...
A profissão deles?
Vou dizer com muito amor:
Professor!

"'Amor, estou morrendo de saudades.'
Ah, meu bem, saudade foi feita pra ser sentida.
O engano foi feito para aperfeiçoar a vida.
Ledo engano deste que há muito lhe ama, achei que você fosse feita pra ser minha.
Infelizmente, meu amor, o seu beijo, seu abraço, a nudez do seu corpo serão incapazes de curar as minhas feridas.
Mas sou grato pela tentativa.
Mas é o seu 'morrer' que me drena a vida.
Sei que não tem inocência, és um todo de malícia.
Lascívia.
Pronta para novamente destruir a minha vida.
Agora vens e me dizes algo que há muito eu queria.
'Amor, estou morrendo de saudades.'
Quisera eu ser capaz de novamente afogar-me em seu poço de leviandades e resolver a minha vida.
Eu sei, você sabe, perdão não cura ferida.
E a saudade, amor, foi feita para ser sentida..."

"É o que faço, amor, eu escrevo.
Para cada sentimento, um verso, e para cada verso, um enlevo.
Sorte sua foi ter me conquistado, não existe trevo.
É o que faço, amor, eu bebo.
Para cada verso, um gole, e a cada gole eu te vejo.
Eu sou ninguém, e quando sou alguém, sou de um todo seu amor, aos céus, agradeço.
Por ser capaz de amar, mesmo ferido, amargurado, ébrio, em devaneio.
Agradeço.
Obrigado, Pai, pela tal dádiva do amor, obrigado pela não correspondência, o rancor, a indiferença, o anseio.
É o que faço, amor, eu escrevo.
Pois quando tu fores de mim, serão minha companhia a solidão, a pena e o tinteiro.
Penso em você o dia inteiro.
Eu queria tanto um abraço, o doce do beijo.
Caso não, que seja somente do abraço o aconchego.
Sem ar eu voo, e mesmo sem mar, em ti, meu amor, eu velejo.
E quando as lágrimas, que afogam minha existência, me permitem enxergar, nem que seja um pouco, amor, acerca de ti, eu escrevo..."

O amor não aprisiona

Como pode alguém achar natural usar a força e a manipulação para destituir o corpo e a psique de quem um dia disse amar?

Como pode tratar um ser humano como se fosse uma posse?

O amor não é domínio. Não é controle. Não é violência disfarçada de cuidado.

Quem ama não destrói a liberdade do outro, não apaga sua identidade, não invade seu corpo, nem aprisiona sua mente.

O amor não causa dor como método, não alimenta a dependência, não humilha, não ameaça e não conduz à morte.

Quando há manipulação, medo, controle e violência, já não estamos falando de amor, mas da tentativa de transformar uma pessoa em propriedade.

Amar é reconhecer a humanidade do outro. É respeitar seus limites, sua autonomia e sua dignidade, mesmo quando isso exige abrir mão do próprio desejo.

Porque ninguém pertence a ninguém.

Escrito por Caio Vinicius dos Santos Costa.

O amor é fluido; o caráter, não.

O amor muda de forma. Às vezes cresce, às vezes diminui, às vezes até chega ao fim. Ele acompanha os movimentos da vida, das escolhas e do tempo.

O caráter, porém, permanece. É ele que revela quem somos quando o amor já não basta, quando surgem os conflitos, as frustrações e as despedidas.

Porque deixar de amar pode acontecer. Mas humilhar, manipular, ferir ou desrespeitar alguém nunca é consequência do fim do amor é reflexo da ausência de caráter.

O amor é fluido. O caráter não.

O amor no silêncio é nacauteado pela rejeição e realidade... Quantas vezes já amei em silêncio, reparando nas pequenas atitudes e nos pequenos gestos⁠, Na maneira de sorrir... Ao longe eu admiro com o amor preso no peito...
Mas o medo fala mais alto...
Então amar em silêncio é mais doloroso...
Você observa com o carinho, enquanto quem você tanto quer não te enxerga da mesma forma...
Então seguimos em frente aceitando que existem pessoas que amam muito e que acabam sozinhas.

Me reeduquei da maneira errada.
Confiar no amor das pessoas é um erro. As pessoas são decisões ambulantes e transitórias; carregam em si o princípio da incerteza.
Quem ontem estava perto, hoje pode estar longe.
Quem está longe, às vezes deseja estar por perto.


Tudo é ilusão. A qualquer momento, você estará sozinho.
Ninguém realmente ama — apenas decide se fica ou se vai.


Aprendi a viver. Isso já não me afeta.
Posso amar, mas também sei desistir.
Não sei insistir, porque ninguém é ouro.


Carne podre sempre será carne podre.

Quem uma vez conheceu o amor não tolera o peso da solidão;
e quem longamente habitou a solidão já não alcança o sentido do amor.


O amor afasta o homem da solidão,
mas a solidão, quando profunda, obscurece o entendimento do amor.

O que eu sofri por esse amor, talvez
Não compreendeste e se eu disser não crês
Depois de derramado, ainda soluçando
Tornei-me alegre, estou cantando

⁠Como ousa me prender em memórias tão antigas?
Um amor não superado, um adeus que nunca foi dado
A sua ausência é uma dor que não consigo curar
O seu amor permanece para sempre

De certa forma, é um peso a carregar
Pois queria ter me livrado de tudo isso
de todas essas memórias que não posso superar
de uma história gravada no meu coração

Eu procurei encontrar você em outras pessoas
Mas só piorou a situação
porque você foi o único que marcou a minha vida
e mostrou que do passado sempre irei lembrar

Eu não quero mais chorar ou lamentar-me por ti
Tenho outro "amor" que me espera
Um amor simples e fácil,
doce e ao mesmo tempo amargo,
pois não tem o teu gosto.


Se o destino não houvesse de ser tão cruel
E o tempo perdoasse quem ama
O verdadeiro e mais puro amor serias tu

"Eu nunca te dei flor, dei amor.
Será que aquela rosa, uma pétala, foi o que faltou?
Eu nunca te dei flor, mas dei amor.
Não lhe recitei, por não ser escritor.
Não lhe cantei, pois não sou cantor.
Fiz-lhe serenata em meus braços, o brilho em meus olhos ao lhe vislumbrar era o trovador.
Cada lágrima, que escorrera quando você se foi, caíram como as pétalas daquela rosa, que jamais lhe encontrou.
O beijo que lhe desnudou a tez foi uma arte abstrata que lhe pintou.
Todo aquele que lhe recita bodas e na noite lhe da flor.
Sinto em dizer-lhe, amor, mas é um enganador.
Sei que Deus me castiga por ser pecador.
Mas o castigo da sua ausência é demais pra alguém que demais amou.
Mas sei o que ao inferno da solidão me condenou.
Por ser extremamente apaixonado por ti, eu falhei, pois lhe dei amor.
Mas nunca te dei flor..."

Maldito o seu dom, de me fazer sonhar
Abrigar tudo o que você nunca quis realizar
O amor por sua pobre e ingênua poesia,
Soava falsa, todavia, eu já sentia...

Mais um ensaio, um cuidado, um abraço
Nada daquilo era raso, mas a profundidade também da casa ao estrago.

Por fim, o mais mentiroso foi eu
Me vesti de você e me fiz refém de suas dores
Essa dança começou e a rendição nos submeteu.

Estavamos perdido, afinal
isso nunca foi mentira, foi real.

Sonhos falidos não servem abrigo
Outrora era tudo, agora, um bom amigo.

Dia das MÃES
Mãe é o amor sem igual,
Sim amor verdadeiro,
Puro e incondicional
Que ama o tempo inteiro.
Mas por mais que eu tente
Nunca vou explicar
O amor que uma mãe sente
E tão pouco expressar.
Seja numa poesia,
Até mesmo num lindo gesto,
Homenageie todo dia,
É pouco para um amor tão complexo.
Por ser o dom mais bonito,
Não tenho dúvida alguma,
Repare que até Cristo
Veio precisar de uma.
Mãe que se retratam naquelas
Que sofre quando o filho cai,
Também em algumas delas
Que faz até papel de pai.
Naquela que dá lição
Sem nunca ter estudado
Muitas sem formação
Dá aula qualquer formado.
Daquela que tá sempre pronta
Pra ajudar e apoiar,
É aquela que dá bronca
Se acaso precisar.
A conselheira a amiga
Aquela que dá carinho
A que acalma,a que briga!
Não deixa você sozinho.
Aquela que não mede esforço
Pro filho crescer na vida
Passa por tanto sufoco
E as vezes despercebida.
Ser mãe não é fácil não
É uma tarefa bem comprida,
É ter uma preocupação
Pro resto da sua vida.
E pelo o que eu percebo
É a mais solicitada
Uma mãe não tem sossego
Em casa é a mais chamada.
Ela é aquela que liga ,
Em qualquer situação
É quem faz a melhor comida
É a que te dar mais atenção.
Quem tem sua mãe que dê valor
Dê carinho e dê afeto,
Pois quem perdeu é grande a dor
De nunca mais vê-la por perto.
O dia das mães sem ela;
É vago é muito triste
O carinho e o colo dela
É o melhor que existe.
Carregam um amor sem fim
Doces, dedicadas aos filhos seus,
Um amor tão grande assim
Quase igual o amor de Deus.
Nesses versos de carinho
Não falei tudo que queria,
E um dia só é tão pouquinho
Mas Dia das mães é todo dia.
Sérgio.

"Meu amor, eu não te quero de volta.
Roguei tanto para que não fosse; hoje, aos céus clamo para que nunca mais bata em minha porta.
Perdão, amor, mas eu não te quero de volta.
Meu peito, no seu aconchego, era um todo de alegria; hoje, ao pensar em ti, minh’alma chora.
Ouvi, entendi, mas, amor, por favor, eu não te quero de volta.
Lembra das juras, dos pedidos, a mudança que nunca veio, as brigas fora de hora?
Então, amor, sei que lembras, e é por isso que não te quero de volta.
A vida é sofrida, a solidão aguerrida; por um dia ter lhe amado, eu queria ter arrancado o meu coração fora.
Amor, por favor, sem beijos; o seu corpo me atiça, é tão difícil resistir. Nem mais um passo: eu não te quero de volta.
A pele arde, os olhares se cruzam, sou incapaz de resistir, mas hoje, sim, as recaídas se tornaram histórias.
Memórias, só memórias, amor, pois hoje não te quero de volta.
Por favor, amor, não chora.
Você sabia o que viria, sabia o que haveria quando decidiu sair por aquela porta.
Obrigado por vir, tentar um beijo, um ardir; obrigado pelo cheiro doce e o vislumbre ao se despir, mas agora vá embora.
Amor, eu não te esqueci, mas resolvi lembrar de mim e, com lágrimas nos olhos, te digo: — Eu não te quero de volta..."

"Eu não tenho talento, só amor.
Não sou poeta, escritor.
Nem músico, trovador.
Só tenho saudades e dor.
Tenho sonhos de contigo e, no pesadelo da sua ausência, horror.
Eu não tenho talento, amor.
Tenho só um coração que bate por ti e, se tivesse um outro e mais um, bateriam por você até quando o universo se for.
Eu não tenho talento, só amor.
Tento ser o que sou por ti, meu amor: a lágrima que lhe banha o rosto; sou de sua face, quando tímida, o rubor.
Sou marinheiro sem porto, sem mar, Arpoador.
Para cada noite fria, para cada tormenta em sua cercania, lhe serei abrigo, lhe serei calor.
Para a sua infelicidade, quando o âmago do seu ser for gris, eu serei cor.
De tudo o que há no mundo, só posso te oferecer amor.
Perdão, minha religião: hei de abster-me, cessarei meu clamor.
Tentando afastar minhas agruras, louca paixão, minha eterna labuta, percebi algo que me causara torpor.
Escrevendo e relendo, jogado ao relento, sofrendo com o vento, percebi que: eu não tenho sequer um único talento, só amor..."

"Se muito antes de Abraão Ele é, então, muito antes d’Ele eu te amo.
O amor d’Ele por ti é infinito, mas é gota onde o meu é oceano.
Se é pecado amá-la mais que Ele, então, morrerei pecando.
Sou eu, blasfemo, apaixonado e insano.
Se 70 vezes 7 eu devo perdoar o irmão que contra mim peca, então, por 70 vezes 7 e mais uma, seguirei te amando.
Não sei o que escrevo, tampouco o que ando falando.
Não sei o que penso, não sei os pecados que venho cometendo, o quanto ando blasfemando.
Eu me olho no espelho e não me reconheço, mas sei que Ele, o Deus, o criador de minh’alma mater, conhece o meu âmago.
Ao me criar, ele se enganou, achou que eu poderia existir sem minha metade, um meio homem, mas sou um todo de sofrimento; a quem estou enganando?
Ele sabe, sabe, sei que sabe: parei de sorrir, parei de chorar, é só indiferença, Ele sabe que nem mesmo por ela venho orando.
Punição, Pai, sem ser amado, seguir amando.
É como sem ar, continuar respirando.
É como se em meu corpo não houvesse sangue e, ainda assim, meu coração continuasse palpitando.
É como se em meus olhos não houvessem mais lágrimas e, ainda assim, eu continuasse chorando.
Que existência miserável, Pai! Por sobre os céus, eu lhe amaldiçoo, pois tens tudo o que queres e me fizeste um ser de paixão e servidão ao seu mais belo anjo.
Que existência pífia, o homem que olha no espelho e sabe que viver sem aquela mulher é somente existir, definhando.
Se és onipotente, me tire esse amor que, no deserto da solidão, por tanto tempo vem me tentando.
Caso não, tudo bem, continuarei olhando para o chão e o olhar dela imaginando.
Não olharei mais aos céus; de minh’alma não merece nem mais um lampejo, um vislumbre, a ti, Deus Pai, não abrirei meu flanco.
Digo e repito, seja blasfêmia ou não, venho falando.
Se muito antes de Abraão Ele é, então, muito antes d’Ele, meu amor, eu te amo..."