Poemas de Paciência

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Substitua a maledicência, a falsa acusação e o julgamento pelo silêncio, pela paciência e pelo trabalho e o mau será vencido.

A paciência consiste em não perder a calma, mas em suportar a ignorância e a debilidade das pessoas.

Há limite para tudo, paciência, bom humor, compaixão, principalmente nível de tolerância para determinadas coisas. Afinal, apesar de sermos todos fortes, acima de tudo somos seres humanos e uma hora tudo acaba!

A sabedoria do homem lhe dá paciência; sua glória é ignorar as ofensas.
(Provérbios 19:11)

O judoca é o que possui inteligência para compreender aquilo que lhe ensinam, paciência para ensinar o que aprendeu aos seus semelhantes e fé para acreditar naquilo que não compreende.

Deus está olhando por você, não se precipite. Tudo vai dar certo, tenha um pouco de paciência.
Às vezes temos que cair para poder superar com firmeza, para quando nos levantarmos surpreender a todos, mostrando que somos capazes de vencer, mesmo sendo humilhados.

Quanto mais você conhece a si mesmo mais paciência tem para o que vê nos outros.

A maturidade não se adquire com a idade, mas a experiência só é alcançada com paciência.

Não tenho paciência pra enrolação, pra gente que não sabe o que quer. Tá com medo do quê? Não sabe o quer então não se aproxima de mim, porque eu sou decidida e sei muito bem o que quero, quando quero e com quem quero. Eu quero você. Hoje. Agora. Pra ontem. Então se decida logo, ou sai do meu caminho. Eu não tenho medo de ser feliz, muito menos de sofrer. Se no futuro não der certo, eu aguento o tranco sozinha, sem dramas, sem problemas. Mas e o presente? Até quando você acha que eu vou te esperar? É um aviso, desce logo de cima desse muro antes que você caia daí.

Eu me comprometo a ajudá-la a amar a vida, a sempre a abraçar com ternura, e ter a paciência que o amor exige. Para falar quando palavras forem necessárias, e compartilhar o silêncio quando não forem. E viver no calor do seu coração, e sempre chamar de lar.

Não sou de correr atrás de ninguém, tenho o orgulho entalado na garganta. Minha paciência se esgota com facilidade. Pra mim é “oito ou oitenta”, não existe meio termo. Cheguei no limite em que não necessito de tantas coisas. Joguei fora todo acumulo, seja lá de sentimentos ou de cartas velhas espalhadas pela casa. Cansei de ver gente colecionando corações e levando junto o meu. Não, isso não é uma indireta, até por que não tenho medo de falar nada. Sabe o que me aconteceu? Peguei uma caneta e giz de cera, comprei uma cartolina, coloquei na parede de frente pra minha cama e escrevi: Toma vergonha na cara menina, levanta essa cabeça e vai viver!

Quando perdia a paciência, chegava às raias da loucura; tinha um gênio que alguns qualificavam de insanidade mental.

Com você aprendi a ter paciência. Mas perto de você sou o homem mais ansioso do mundo.

Tenha paciência, o tempo de Deus é diferente do nosso. E na hora Dele tudo é mais perfeito.

Sobre sonhar ... algo que nos faz ter esperança de momentos melhores, necessário ter paciência, mas o mais importante é não deixar de lutar!

A paciência protege a nossa paz de espírito diante da adversidade. É uma resposta deliberada às fortes emoções e aos pensamentos negativos que tendem a surgir quando encontramos algo que nos faz mal.

É preciso ter paciência para esperar o que vai acontecer. Pois algo vai acontecer, necessariamente. Na maioria dos casos, não há como acelerar os fatos. É preciso descobrir o prazer da paciência.

A vida é um jogo de xadrez, onde você tem que saber jogar e ter a paciência necessária para jogada perfeita.

A paciência é o escudo mais eficaz que se pode usar quando não se tem uma estratégia de defesa definida.

Determinadas pessoas gostam de levar a paciência dos outros ao limite, reproduzindo-se no tempo, e por isso deixam de ser desejadas. Uma coisa é não ligar uma ou outra vez, mas quando a insensibilidade começa a roçar a falta de consideração e a avolumar-se como uma teimosia monótona e exaustiva, torna-se veemente a nossa responsabilidade na colocação de um ponto final às situações em que nos expuseram sem o pedirmos.
A paciência deve voltar-se para aquilo que não depende de nós e para aquilo que merecemos, e não para o silêncio eternamente complacente objectivando a ausência de conflitos. Não devemos ser cúmplices das atitudes que nos causam desconforto. Há um “chega”. E existe um “basta”. Guardemo-la como um bom comportamento decisório para mudarmos o que nos afeta e como uma sabedoria interior para a leitura das pessoas que a colocam à prova de forma apenas ingénua ou informal.