Poemas de Olhar
"Na noite do dia 31.12.2018, vou olhar aos céus, vou me lembrar de cada risada , cada choro , cada momento bom e ruim. Lembrar de amigos que conheci, pessoas que se afastaram de mim e não me arrepender de nada, pois foram esses momentos que fez com o que meu ano valesse a Pena.
Um Brinde a última Segunda-feira do Ano.
Obrigada Por Fazerem Parte Do Meu 2018, e Que estejam Comigo Em 2019 cheinho de BENÇÃOS e na presença do nosso Abba. Aleluyass"
—By Coelhinha
VERDADEIRA LIBERDADE
Saibamos olhar o caminho correto
Saibamos entender o significado da vida
O que procuramos, geralmente o não encontramos
O que é sagrado vive nas profundezas do além
Encontrá-lo-emos durante o nosso caminhar.
Deixemos de lado os prazeres carnais
Deixemos de lado as palavras vãs
Deixemos de lado as loucuras momentâneas
Busquemos as palavras certas para o conforto
Da alma para que a paz seja a nossa aliada.
As vezes o tempo se agita. Noutras são as horas.
O que é o tempo perto do que não entendemos?
As horas nada nos diz de concreto.
Fazemos o nosso tempo quando buscamos
A verdadeira origem da liberdade interna.
... as
grandes ideias
são as capazes de instigar
um olhar mais à frente -
originandonovas e igualmente abrangentesideias - casocontrário, resultarãoemdogmas insossos
sujeitos a prazos de
validade!
Num olhar te reencontrei
Por teu sorriso me apaixonei
Com lágrimas te deixei
Mas nunca te esquecerei...
Quando você me olha com ternura
Me faz me sentir menina,
Com esse olhar meigo,
Me faz feliz.
Seu jeito inocente
Me faz sentir segurança.
E mesmo estando distante,
Ainda tenho esperança.
Você apareceu como um anjo,
Com olhar iluminada, meigo, doce...
Me levou ao céu,
E quando estávamos bem alto,
Meu anjo desapareceu...
E me deixou num abismo de saudade,
solidão e desilusões....
Os anjos que habitam os meus sonhos
Guardo em mim
Um olhar mergulhado na emoção,
Ao tocar o outro igual.
Os anjos que habitam meus sonhos,
São humanos
Que ainda choram.
(Suzete Brainer do Livro: Trago folhas por dentro do silêncio que me acende)
O Olhar do Olhar do Poeta
O poeta é um ilusionista
Desta realidade concreta que assombra.
O que seria da beleza da vida,
Sem o olhar do poeta?
O poeta silencia o impossível
Com a infinitude nas mãos...
Que tal gentileza?
Viver a leveza
dos movimentos a um toque,
o encontro do olhar sem esperas,
a escuta com alma,
e a paciência de saber ser paciente
num mundo com pressa
compressão
explosão
ainda assim,
resta a suavidade
de uma nova resposta:
a Gentileza...
Deixo o Meu Olhar no Mar
O mar assim,
imagem de contemplação,
uma distância diminuta
com a entrega
do olhar em unidade
de beleza e perfeição.
Deixo o meu olhar no mar...
O Começo nos Pertence
Ficaremos
Sempre no começo;
O meu olhar captura
O teu sorriso;
O teu sorriso é tão meu...
Talvez seja (eu) o motivo
Desta luz (tua) que brilha
A contornar os dias
Sem despendida.
O começo nos pertence...
Esperei por ti como se espera a aurora,
cinco anos de promessas no olhar.
E em meio a sete meses de sonho e demora,
num instante, vi tudo ruir, desmoronar.
O que faço com o que ainda pulsa?
Com o amor que resiste, mesmo ferido?
Se a conexão grita dentro do peito,
mas a confiança jaz esquecida no abismo?
Tentei costurar os pedaços partidos,
mas o fio da verdade já não segurava.
O tempo, que antes nos trouxe tão perto,
agora só arrasta o que restava.
E mesmo sabendo que o "nós" se perdeu,
me pego chamando teu nome na brisa,
como se o vento pudesse trazer de volta
o que nunca mais cicatriza.
"Pujança, honradez, afeto, e coabitou em cumplicidade, obteve veneração e afeição.
Com olhar de medusa. Ou tão somente a perfídia do escarro desprezível.
Ou o sobejo das memorias verdadeiras
e outras falsas."
"Todo amanhecer é um novo olhar para vida,
é uma escolha e uma decisão importante a ser tomada
para a perfeição diária,
o equilíbrio e a felicidade!"
Poema do olhar vazio
Autor: Tadeu G. Memória
Ainda terei longas noites
Para lembrar-te o olhar
E nos momentos de saudades
Escreverei poemas...
Provavelmente mencionando
Ansiedade de horas intermináveis e vazias
Por desalentos e descontentamento...
Escreverei poemas...
Impróprios, secretos e insanos
Relatando com minúcias
Essa intimidade lasciva e indecente
Escreverei poemas...
Insípidos, amargos, amargurados
Pela solidão e o abandono
Escreverei poemas...
Como um álibi a essa cumplicidade
Insensata e viciosa
Que me aprisiona como refém
De prazeres mórbidos...
Escreverei poemas...
Como uma compulsão
Como se isso detivesse a hemorragia
De desanimo e desencanto
De longas noites de insônia
Que me trazem o teu olhar vazio...
PASSAGEM
O que olha, o olhar do morto fixo no teto,
Pensa no aborto no feto,
No filho que seria o prodígio,
Porque os que vingaram,
Envolveram-se com drogas,
O que pensa o defunto?
Pensa no gerúndio do verbo morrer
Pensa nas coisas que deixou de dizer,
Pensa nos abraços que deixou de dar,
Pensa na esposa que deixou de amar,
Pensa no particípio do verbo finar
O que pensa o finado
No féretro fechado
No pranto caindo de alguém preterido
No pretérito imperfeito
E no mais que perfeito
Do verbo acabar
Acabara bem antes do lapso, do colapso
O que olha o olhar do morto,
Num ponto indeterminado,
Pensa no pigarro, na cirrose,
Pensa no enfisema,
Na cachaça que não mais beberia,
No cigarro, que não fumaria ...
O que olha o olhar do defunto,
Germes, vermes em festa,
Por um novo presunto,
A passagem? Alguma paisagem?
Trevas ou luz?
Ou A singular possibilidade de renascer?
OLHAR ESTRELAS
Quando chegar a noite,
Deixa-me sozinho por instantes
A olhar estrelas, incrédulo e abobalhado
Como se eu fosse um espantalho
E o universo fosse plantações...
Deixa me olhar estrelas,
Como se eu fosse um pirilampo
Diante de tanta luz,
Deixa me olhar estrelas,
Como se eu fosse poeta
Buscando a rima certa,
Quando chegar a noite,
Deixa-me sozinho,
A olhar estrelas
Como se eu fosse o jumento,
Que conduzia Jesus,
Deixa me tentar entender tanta luz,
Quando chegar a noite,
Deixa eu entender ursas,
Capricórnio, cruzeiro do sul...
Deixa me pensar que protejo
Aquele que semeou com seu arado...
Todos os astros que pontilham as tuas pupilas...
Um dia
Um dia um olhar me atravessou
E o que era lúcido
O que era translúcido
Vadiou na luz da noite,
Partículas de água marinha
Brincaram nos pingos de opalas,
Chovia rubis e cristais,
No orvalhar da matina
E a transparência do amor
Mostrou tons de turmalinas,
Um dia um olhar me atravessou na manhã,
E a luz desse olhar inundou o meu ser
E me fez transparente de felicidade...
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