Poemas de Mulheres Traídas
vá...
me estendi no filho
as mulheres quase compreendi
fui muito escaravelho
então me sucedi
teve época que era só brincar
de leve passei a estudar
quando vi fui trabalhar
então só restava casar
talvez uma vez
nunca três
só duas talvez
mas quando a barca for
que longe passe a dor
fique somente o divino torpor
Mulheres Inteligentes 🖤🍷🥀
Mulher nenhuma nasceu para reabilitação de homens, esses sem atitude e comportamento de homem, mulher nasceu para andar ao lado de um homem que acompanhe em seus projetos e realizações, se o homem não tem essa postura deixe - o para trás.
Seja uma mulher inteligente, interessante e empoderada com muita honra, não espere por migalhas, conquiste, vocês são capazes...💯✨🌟
Meus amigos que tinham carro ou moto tinha namoradas e mulheres que corriam atrás
Já eu sem carro ou moto,nem olhavam pra mim
Agora que tenho sucesso e olham pra mim,vou escolher sempre as melhores e as que eu quiser.
"Em cada olhar, um brilho intenso,
De saberes guardados, infinitos mares,
Mulheres que seguem seu próprio senso,
Protagonistas de seus próprios lares.
Com coragem, desbravam horizontes,
Inteligência é sua estrela-guia,
Erguem-se firmes, em altos montes,
Transformam o mundo, dia após dia.
Elas são força, são luz, são razão,
Teia de sonhos, tecido de ação,
Empoderadas, criam nova visão.
Com vozes firmes e coração valente,
Mulheres, líderes, a frente,
Conquistam tudo, eternamente."
Mulheres: quando forem a Portugal não paguem mico; no Brasil usamos a palavra "CUECA" para falarmos das peças íntimas de homens, enquanto dizemos CALCINHAS para às roupas íntimas femininas.
EM PORTUGAL, POIS..POIS, a palavra CALCINHA NÃO EXISTE, e o termo é sinônimo de CUECA que pode ser usado para ambas as peças íntimas.
Portanto mulheres, se forem a Portugal, e precisarem comprar uma roupa íntima, não peçam calcinha e sim CUECA. AI .AI!
Fonte: Google.
A pressão social imposta às mulheres no cuidado dos filhos e nas tarefas domésticas frequentemente as impede de se permitirem momentos de descanso, ao contrário dos maridos, que lidam com essas responsabilidades de maneira mais despreocupada, em grande parte devido à menor cobrança da sociedade sobre eles.
De modo geral, mesmo quando os maridos compartilham as tarefas, as mulheres tendem a estar mais sobrecarregadas.
Muitas mulheres atribuem à apreciação masculina uma importância fundamental em termos de sua força, valor, realização e identidade, o que as leva a competir umas com as outras em busca desse reconhecimento.
Essa dinâmica frequentemente envolve uma mistura de promoção pessoal, visando aprimorar sua atratividade aos olhos masculinos, e difamação das "rivais", com o intuito de se destacar como a escolha preferida.
Geralmente, na tradicional família nuclear, na terceira idade, enquanto as mulheres associam essa fase à liberdade e à realização pessoal, libertando-se dos cuidados com filhos, maridos e das obrigações domésticas que marcaram seus anos de casamento, os homens, na contramão, buscam uma maior proximidade com a família, como se quisessem resgatar o tempo ausente durante os anos de trabalho intenso.
Para os homens, essa fase representa uma oportunidade de se reconectar com os entes queridos, dedicando-se mais ao convívio familiar e participando ativamente na vida dos filhos e netos.
Essa busca pelo resgate das relações familiares muitas vezes contrasta com a nova independência que as mulheres experimentam, criando dinâmicas distintas e complementares na vivência do casamento na terceira idade.
Mulheres frequentemente permanecem insatisfeitas em seus casamentos, mesmo que não separem, devido a diversas razões.
Entre elas: a preocupação com o bem-estar dos filhos, temendo que uma separação possa causar-lhes sofrimento; a crença de que, com o tempo, todos os casamentos inevitavelmente se tornam insatisfatórios; o estigma social associado à mulher que opta por viver sozinha, sendo frequentemente rotulada como fracassada; o receio de estar em uma fase avançada da vida, o que pode gerar a percepção de ser tarde demais para recomeçar; a convicção de que é improvável encontrar um parceiro que a ame novamente; a falta de coragem para dar o passo da separação; o temor de ficar sem um companheiro, em conformidade com a cultura que valoriza a ideia de que é preferível ser infeliz acompanhada do que solitária.
A problemática da violência dirigida às mulheres transcende as manifestações do machismo e do patriarcado, apresentando raízes profundas na história da civilização ocidental, datando de pelo menos três milênios atrás.
A misoginia, como vetor dessa violência, foi refinada ao longo dos séculos, tornando-se um elemento central na configuração das relações de gênero.
Nesse sentido, a não reversão desse paradigma cultural pode resultar na persistência e até mesmo no agravamento do fenômeno do feminicídio em nossas comunidades contemporâneas.
A construção social dos papéis de gênero molda profundamente as experiências das mulheres na sociedade patriarcal, relegando-as frequentemente ao trabalho doméstico não remunerado e à abnegação.
Essa construção se reflete desde cedo nas simbologias dos brinquedos infantis, onde as meninas são direcionadas para atividades domésticas e os meninos para aventuras externas.
Além disso, a representação das mulheres na arte e na história frequentemente as retrata de maneira objetificada e subordinada, enquanto os homens são mais frequentemente representados com vestimentas e em papéis de destaque.
Promover a igualdade de direitos e oportunidades para todos os gêneros não significa antagonizar os homens, mas sim reconhecer que as normas de gênero prejudicam tanto mulheres quanto homens, e que a colaboração mútua é essencial para superar essas barreiras.
É fundamental reconhecer que a luta pela igualdade visa beneficiar toda a sociedade, permitindo que cada pessoa viva de acordo com suas escolhas, talentos e aspirações, independentemente de sua identidade de gênero. Ao invés de criar divisões, o objetivo é construir pontes que promovam a compreensão mútua e a colaboração na construção de um futuro mais justo e inclusivo para todos.
Nas décadas de 1960 e 1970, as mulheres de classe média começaram a assumir funções fora do ambiente doméstico, adotando posturas mais proativas e executivas, em detrimento do tradicional papel de "pastora do lar".
Esse fenômeno resultou na terceirização dos cuidados infantis para babás, avós, televisão e, posteriormente, a Internet, comportamento singular ao ser humano. Simultaneamente, emergiu a figura dos "pais camaradas".
Algumas mulheres buscam parceiros sensíveis, porém sem exageros, enquanto perseguem seu próprio sucesso profissional.
Existe uma resistência em sustentar parceiros sem ambições profissionais, o que indica que a divisão de despesas seria uma manifestação dessa mentalidade.
Elas apreciam a liberdade; contudo, não têm interesse em parceiros passivos, mostrando pouca tolerância para com homens que se deixam dominar pela tristeza.
Algumas mulheres afirmam não dividir o custo do motel, mantendo a visão histórica de que cabe ao homem arcar com essa despesa.
Argumentam que, por já assumirem os gastos com estética, não veem necessidade de compartilhar essa conta, o que sugere uma busca pelos benefícios da emancipação sem assumir as responsabilidades correspondentes, caracterizando, por vezes, um feminismo de conveniência.
Há quem diga que existem dois tipos de mulheres,a boa e a má.
Mas eu digo que mulher é aquela que constrói um reino ao lado do seu rei,e que não abandona mesmo que o trono fique sem mordomia.
E mais esse espírito de mulher,esteve ao lado dos grandes homens (reis) que revolucionaram e desenvolveram o mundo.
O mundo não é mundo sem a mulher,um reino não é reino sem um rei e uma rainha.
Cansei de ir atrás de mulheres por caprichos,
Agora vou atrás do que faz ela vir atrás de mim pelo luxo,
Envitando acabar como um lixo.
Você é linda sim.
Você é mais linda das mulheres que conheci.
A estrela mais linda que já habitou no meu céu.
A flor mais linda do meu jardim.
Mas quando admiramos as flores precisamos deixa-las em seus jardins para que não sequem em nossas mãos.
Começamos o mês de março, o mês das mulheres.
E com ele, venho abraçar cada uma das mulheres, que respeito, torço e admiro.
Ser mulher não é uma tarefa fácil, mas é uma missão permanente e cheia de desafios.
A mulher é repleta de sabedoria, até mesmo quando está em silêncio, porque ela sabe a hora certa de elevar sua voz.
As guerreiras e heroínas contemporâneas, são essas, que apesar de mães, donas de casa, profissionais e também empreendedoras, ainda conseguem ser defensoras das suas amigas.
Não são apenas uma voz na imensidão, mas são também fortalezas, que juntas são capazes de mudar o mundo, com atitudes, e gestos, que valorizam e encorajam a ver e a viver a vida de maneiras diversas.
São as que fazem da sua dor e sofrimento, estimulantes que as tornam cada vez mais fortes.
São para essas heroínas, que buscam incansavelmente o seu lugar ao sol, todos os dias, que trago o meu afetuoso abraço.
Tem mulheres que você vai gostar,porém tu serás uma mera opção dela(s)
Ela namora,você gosta dela,ela fica solteira e escolhe outro no seu lugar sempre.
Se você gostar dela e ela te querer depois de ser dispensado várias vezes...
É por que você é trouxa.
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