Poemas de Morte Poetas Conhecidos

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“Que cada coisa que você faça, fale, seja ou pretenda ser, seja como se você estivesse a beira da morte.”

O garotinho Hannibal morreu em 1945 lá na neve, tentando salvar a sua irmã. Seu coração morreu com Mischa. O que ele é agora? Ainda não existe uma palavra para isto. Por falta de uma palavra melhor, o chamaremos de monstro.

⁠Ninguém se preocupa em saber quanta energia foi gasta em cada sorriso forçado.
Por isso, apenas,não queira saber caso a luz vier a se apagar.

⁠O luto é uma das experiências mais dolorosas e intensas que qualquer ser humano pode vivenciar e testemunhar. No entanto, quando não couber mais no coração e a lembrança escorrer pelos seus olhos, o tempo se encarregará de transformar essa dor em saudade e assim, perpetuará a memória de quem se foi. O amor nunca morrerá.

⁠Nada dura para sempre. Nem sorvete, nem filmes, nem as coisas bonitas, nem as feias, nem as folhas nas árvores, nem a mamãe. Mas eu estarei aqui, no seu coração, até você não estar mais aqui, mas também continuar vivendo em outros corações. E, assim, nada morre. Algo sempre continua vivo.

⁠a vida é cruel e ensina, mas qual a necessidade de tanto sofrimento em troca de conhecimento se o final é a morte?

Se o esforço humano tivesse conseguido uma só vez produzir santidade, então Jesus Cristo teria morrido em vão.

O amanhã existe, somos nós que talvez, nele, não existamos. Somos o eterno ontem e a improvável manhã.

Quão querida, mas é vencida.
Um sopro que passa rápido pelo tempo determinado a vida!

Se nenhum de nós estiver disposto a morrer pela liberdade, todos morreremos sob a tirania.

A vida é como o vento na vela. Ele sopra até que esta se apague!. Quando não se apaga, a vela derrrete ate esmorecer. Assim é a vida: nascemos para viver e vivemos para morrer... mas se não morremos envelhecemos até que morramos!.

Nós fazemos o trabalho sujo que outras pessoas não podem fazer. Eis a parte divertida: a partir de agora você está morto.

Juntem-se a nós ou morram sozinhos. Lembrem-se: ninguém aqui pediu isso, mas, lutando juntos, vamos sobreviver.

⁠Estamos caminhando para a nossa autodestruição. Trocando o conhecimento pela ignorância, o amor pelo ódio, a paz pela guerra e a vida pela morte.

⁠A insanidade do mundo chega a todos, o desejo é momentâneo, o mundo é real, a vida é fugaz.

⁠Não haverá glória em seu sacrifício! Eu vou apagar a mera lembrança de Esparta da história. Todo pedaço de pergaminho grego vai ser queimado. Qualquer historiador, escriba grego, terá os olhos arrancados e suas línguas cortadas de suas bocas. Quem proferir o nome de Esparta ou Leônidas vai ser punido com a morte. O mundo jamais saberá que você existiu!

Ninguém nunca morreu por excesso de informação. O problema está nos mal-entendidos.

O sentido da vida é uma construção histórica, social e cultural. O sentido da vida não é o mesmo para todos, não é o mesmo o tempo todo, nem em todos os lugares, nem do mesmo modo. O que eu não quero (...) é morrer à toa. Mas, para não morrer à toa, é preciso não viver à toa.

Hoje, sorrateiramente, venho escrever sobre algo que nos inquieta, da dor iminente que nos assola e nos isola em uma bolha. Falar do luto, automaticamente, nos remete a perdas e as suas formas de morrer. Não estamos preparados para quando isso chegar a acontecer, talvez nunca estejamos. Do luto que falo agora, prevejo, renego, não aceito, mas acolho inevitavelmente como aquele que acolhe um sorriso. Neste momento, brindo com a morte que chega de mansinho e, amigavelmente, ecoa da sua boca que ainda não é o tempo. Enquanto o tempo não chega... bailamos! brindamos! proseamos! flertamos! Flertar com a morte é saber o quão insignificante é essa passagem por aqui, principalmente se você não tiver vivido tudo àquilo que você sempre quis ou pensou. A cada brinde, a cada drink: um salve! salve salve! A morte, este momento obscuro que sempre atormentou e assolou a humanidade, também nos traz boas novas. Tim, tim! Dessa vez o brinde foi à morte concreta, de fato. O que dizer dela... aqui se findou uma etapa, a outra que se inicia não ouso falar, pois seria enorme audácia da minha parte, até. Tim, tim! Dessa vez o brinde foi à morte simbólica, perfeito! Todos os dias morremos em algo para que possamos renascer e viver àquilo que desejamos. Talvez a morte simbólica nos permeie durante toda a existência e, brindamos dia após dia sem percebermos. Tim, tim! Este brinde é para a morte que está acontecendo neste exato momento em você. O que tens matado e, por conseguinte, deixou viver logo após? O que está nascendo em você, viverá ou morrerá? Ou será apenas mais uma morte inevitável nesta vasta imensidão do que é viver? Viver é um constante morrer infinito. Cá entre nós... que texto fúnebre que me deu vida! Uma lágrima de esperança escapou dos meus olhos e começo a pensar: e se não morrermos diariamente, que sentido terá a vida? Um brinde àquilo que renasceu!

"Há uma comparação interessante e oposta entre a música e a meditação. A música, com toda a sua melodia te prepara para a vida. A meditação, com todo o seu silêncio te prepara para a morte."