Poemas de Morte Poetas Conhecidos

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Obediência: Religião dos escravos. Religião de morte intelectual. Gosto dela. Não faça perguntas, não pense, obedeça a Palavra do Senhor – que foi convenientemente trazida à você por um cara num Rolls Royce com um Rolex pesado no seu pulso. Eu gosto desse trabalho! Onde me inscrevo?

⁠Ignorado em vida. Depois da morte Baudelaire transformou-se em ídolo de todos os leitores.
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Habitua-te a pensar que a morte nada é para nós, visto que todo o mal e todo o bem se encontram na sensibilidade e a morte é a privação da sensibilidade.

A vida não cessa e a morte é um jogo escuro de ilusões. Fechar os olhos do corpo não decide os nossos destinos. É preciso navegar no próprio drama ou na própria comédia... Uma existência é um ato, um corpo, uma veste, um século, um dia. E a morte... A morte é um sopro renovador. Mas não vou sofrer com a ideia da eternidade, é sempre tempo de recomeçar!

Isso é parte do que eu gosto no livro, em alguns aspectos. Ele retrata a morte com sinceridade. Você morre no meio de sua vida, no meio de uma frase.

As rosas brancas, agora manchadas de sangue, completando a bela imagem da morte em sua melhor face. O amor. Uma forma de morte. Uma forma de morrer. Uma forma de matar. Mata-se por tão pouco. Morre-se por tão pouco. Por que não por amor? As rosas apodreceram, o sangue secou. Talvez nada tenha restado ali, talvez não para olhos superficiais. Talvez aquele amor nem tivesse existido, talvez não tivesse tido tempo para isso. Mas eles tentaram. Tarde demais, mas tentaram. Como dizem? Nunca é tarde demais.

a morte vagueia no vago da vida,portanto passe todo o seu tempo ocupado assim não darás lugar para antecipações mortais..

"Até aqui metade que eu vivi. Metade da minha sorte. Metade da minha morte. Metade dos meus sorrisos. Metade do que não presta. Metade do que me resta. Pra conseguir mais um tanto. Metade de todo pranto. Já escorreu por aí. Já inundou muito sertão. E metade da minha seca. Já rachou. E já partiu meu coração. Metade ainda não. Falta metade de esperança. Metade de alegria. Metade inda é criança. Metade eu nem diria. Não interessa onde é o fim. Mas que a metade que falta seja inteira pra mim."

Brindemos a morte com Moët&Chandon! Porque na vida tudo é Cidra... Ou chuvas de prata!

São três opções de ser um niilista:a morte, viver por viver ou viver pelo o que você escolheu ser importante.

Não faz sentido nos preocuparmos com a morte. Enquanto existimos, a morte não está presente. E quando a morte chega, é porque não existimos mais.

Os sonhos são uma tênue linha entre o mundo real e o submundo. A morte é o desaparecimento dessa linha!

​"A morte do ego não é um funeral, é uma faxina; você tira os móveis velhos para finalmente conseguir dançar na sala."

Não é por acaso que a morte se atravessa no meio do caminho da vida de alguns seres.

Se a morte é a ausência da vida a vida deveria ser a ausência da morte. Logo, por que pensamos na morte ?

A Escritura fala da morte em três sentidos: a morte física, a alma separada do corpo; a morte espiritual, a alma separada de Deus; e a morte eterna, a alma e o corpo separados de Deus para sempre. Todas as três mortes são devidas ao pecado; são a sua terrível, porém justa, recompensa. Mas Jesus "destruiu" a morte. O sentido não pode ser o de que ele já a tenha eliminado, conforme sabemos por nossa própria experiência diária. Os pecadores ainda estão "mortos em delitos e pecados", nos quais andam (Ef 2:1-2), até que Deus lhes dê a vida em Cristo. Todos os seres humanos morrem fisicamente e continuarão a morrer, com exceção da geração que estiver viva quando Cristo retornar em glória. E muitos experimentarão a "segunda morte", que é uma das apavorantes expressões usadas no livro do Apocalipse para designar o inferno (p. ex.: Ap. 20: 14; 21:8). Com efeito, anteriormente Paulo escrevera que a destruição final da morte ainda se encontra no futuro, quando ela, o último inimigo de Deus, será destruída (1 Co 15: 26). Só depois da volta de Cristo e da ressurreição dos mortos é que haveremos de proclamar com júbilo: "tragada foi a morte pela vitória" (1 Co 15:54;cf.Ap 21:4)

O nosso ontem já passou,o amanhã ainda virá.A morte é a única certeza, mas não sabemos a hora certa; então nós
temos de certo o agora.Viva este momento com a máxima qualidade que puder viver.

Vida e morte, construção e destruição fazem parte de nossa natureza e são necessárias à nossa existência.

Se não precisamos temer nosso último e maior inimigo, a morte, não precisamos temer nada. Somos livres: para a alegria e para os outros.

O tamanho da tristeza pela morte de um ente querido está extremamente ligada à forma com que vivia o mesmo.