Poemas de Morte
Eu vivi a minha vida inteira apenas esperando pela morte.
Só não fui ao seu encontro porque não tive coragem.
Possuo a não violência do corajoso? Só a morte dirá.
Se me matarem e eu com uma oração nos lábios pelo meu assassino e com o pensamento em Deus, ciente da sua presença viva no santuário do meu coração, então, e só então, poder-se-á dizer que possuo a não violência do corajoso.
Você só é realmente, aquilo que a morte ou a circunstância não podem tirar de você.
3 de dezembro de 2015 facebook
"Eu te amava além da vida,além da morte,eras pra mim, como o inesperado, sublime e perfeito amor,que se desfez tão rápido e injustamente,agora nada restou de tudo que vivemos..."
Uma árvore sempre vai dar novos frutos, exceto após a sua morte.
A batalha mais árdua e difícil, é aquela que travamos contra nós mesmos, porém, é a vitória mais adocicada que pode existir.
O problema é que dói. Sufoca. Machuca. Incomoda. Mata. Sim, mata aos poucos. Tortura. Uma morte lenta e dolorosa. E uma morte silenciosa, para o mundo, claro. Porque pra você ela grita. Grita, machuca, te corrói, como ácido sulfúrico correndo em suas veias. E você sorri. Você finge ignorar, enquanto está sendo destruída. "Olá, tudo bem?" "Vamos tomar um café? Saudade de você." "E aí, resolveu aquela situação?" "Então, é que as coisas andam difíceis..." O mesmo diálogo. De novo? DE NOVO? Não, calma aí. Mais uma vez? Parece um déjà vu, daqueles chatos de filme cliche que passa na sessão da tarde. Respira fundo. Engole o choro. A cena continua a mesma. Tem roteiro e script, inalterados. Quatro meses de repetição. Quantos mais? Cinco? Dez? Um ano? Dois? Respira. "Tudo bem então, vamos esperar." Fim de diálogo. Vai pra casa. Chora no travesseiro. Uma, duas, três vezes. Liga pra amiga. Chora de novo. Mais uma vez. Reclama. Telefone apita. Mensagem. "Me preocupo com você, me desculpa." "Tudo bem, sem problemas. Te amo." Silêncio. Desliga. E dorme. Dorme fingindo estar tudo bem. Dorme com o peito em chamas, queimando de dor. O coração despedaçado, a cabeça a mil. Dorme com o peso do mundo nas costas. O medo do futuro incerto sufocando a garganta. E assim segue. Quatro meses de repetição. Quantos mais? Cinco? Dez? Um ano? Dois? Respira. Você não aprende mesmo, menina.
A arte é desprendimento. É a transformação da pulsão de morte em pulsão de vida, do destrutivo ao amoroso.
Agradeço a irmã morte por todos os sermões e puxões de orelha que me deste, por me fazer enxergar que nada sou, além de um ser vivente.
Sou tudo que posso e quero ser, mas quando, o assunto é vida ou morte eu eu apenas sou sopro..... Natalirdes Botelho.
SEJAMOS SENSATOS
Deus nunca mata ninguém ele é todo amor só quer nosso bem e nunca a nossa morte,sempre nos deu o dom de viver em paz,oque nos mata somos nós prepotentes e arrogantes que nos matamos com indiferenças em todos os aspectos gerais..pois por ele a vida continuaria sendo vida em outra vida.....
