Poemas sobre Medo
Fantasmas só existem enquanto você alimenta o medo. Quando você escolhe a sua paz, eles perdem o oxigênio.
Não tenha medo da pressão ou do escuro; meu amor é a água calma que te envolve onde ninguém mais consegue chegar. No fundo de tudo, somos só nós e a imensidão.
Não tenho medo de ser traído(a)... mais tenho coragem e segurança total de não trair... decidi neste mundo ser uma águia...
A vida é uma caixinha de surpresas a cada amanhecer e dependendo do dia voce tem até medo de abrir...
Eu tinha medo de perdê-lo. Agora o medo é maior. Os remédios fazem efeito… e eu não consigo sentir o que deveria estar sentindo.
"O silêncio pode dar medo para alguns, pois eles o sentem como imobilidade, como estagnação, como deserto, como vazio. Na verdade, existe silêncio e silêncio. Em linhas gerais, pode-se dizer que existem dois tipos de silêncio: o da morte e o da vida superior. É preciso amar e cultivar em si mesmo o silêncio da vida superior. Este silêncio não é inércia, mas um trabalho intenso que se realiza numa harmonia perfeita. Não é também um vazio, uma ausência, mas uma plenitude comparável a que sentem os seres unidos por um grande amor: eles vivem algo tão profundo, que não podem exprimi-lo através de gestos ou de palavras. Sim, o verdadeiro silêncio é a expressão de uma presença: a presença divina."
"Entre o coração, o medo e a coragem, prefira o medo. O coração te engana, a coragem pode te machucar, mas o medo, ainda que covarde, vai te proteger."
Se a sua moralidade depende do medo de um inferno ou da promessa de um céu, você não é ético; você é apenas um mercenário emocional.
O individualismo moderno é o medo de se perder no outro, disfarçado de autonomia, quando na verdade é apenas solidão com nome de grife.
Desejamos o que o outro deseja porque temos medo de descobrir que, no fundo, o nosso desejo original é um abismo sem fundo.
Se a moral fosse filha do medo, ela desapareceria na ausência de vigilância; mas o amor a mantém mesmo no silêncio.
Conservadorismo é o fetiche de quem sente saudade de uma coleira que nunca tirou; é o medo de que, se o mundo mudar, eles finalmente descubram que nunca tiveram personalidade, apenas um manual de instruções mofado.
A verdadeira moralidade começa exatamente no ponto onde a esperança do céu e o medo do inferno terminam.
