Poemas sobre Medo
O Medo da Vida.
A cada dia, as pessoas acordam inseguras e com medo de morrer. Elas mergulham em suas atividades diárias tão absorvidas e ocupadas demais para escapar desse temor, e acabam se esquecendo de viver. Nem percebem que o que mais temiam já aconteceu. Quando o ano chega ao fim, tentam sair da rotina indo para a praia. E esse ciclo se repete, com sorte, até chegar a uns 100 anos, quando finalmente morrem pela última vez. Só então conseguem descansar em paz.
Crescer dói e dá medo, mas é necessário enfrentar os desafios, essa é a melhor escolha. Terá medo, vontade de desistir de tudo, é necessário enfrentar o medo, pois pelo medo de perder nunca ganhamos.
Nada é mais inútil que o medo da morte. Debaixo da terra, voando nos céus, pregando nos templos, fazendo o mal ou bem, quando ela vem, ela te encontra.
Independentemente de o seu carro estar sob controle ou desgovernado, a responsabilidade sempre recai sobre você. Assim, cada decisão que toma é um reflexo direto do seu medo ou da sua coragem, do seu cuidado ou da sua negligência, e molda o curso dos eventos que se desdobram diante de você.
Às vezes, temos que fingir que sabemos o que estamos fazendo, mesmo quando não temos a mínima ideia do que estamos fazendo.
Coragem vai além da ausência de medo; é agir apesar dele. Covardia é negar oportunidades por receio.
O medo nos impede de viver uma vida autêntica, transformando-nos em marionetes desta sociedade julgadora.
Não se preocupe tanto em despertar sua clarividência; desperte sua clarivivência naturalmente. Abandone as amarras do medo, e permita que sua essência brilhe livremente.
Qualquer previsão, semelhante às previsões do tempo, ainda não é a realidade, mas sim expectativas futuras. Não deixe o medo das nuvens escuras obscurecer a beleza do sol que brilha no presente.
Enquanto a mente é a oficina de invenção do medo para o diabo, o coração é a catedral onde Deus cria Sua obra-prima: o amor.
Não se deixe prender, a olhar sempre para perdas do passado, porque, senão, perdes também o futuro.
Rodrigo Gael - Portugal
Mas se nós, que somos os reis da natureza, não havemos de ter medo, quem há de ter?
O maior problema reside no próprio problema, da mesma forma que o medo mais paralisante é o medo de sentir medo. Problema e medo são apenas nossos reflexos. Enfrente-os e diga a si mesmo que se ama.
O amor é algo muito complicado, sono com ele todas as noites e quanto mais eu sonho menos eu quero acordar.
Quem se importará com os teus gritos estridentes e aflitos se você se desesperar? Quando você está sozinha quem sem interesse egoísta vem te procurar? Quando você está com medo ou agonia com quem você pode conversar? Se você chorar quem vai tentar fazer você sorrir? Quando você partir quem cuidará das flores deste pequeno jardim onde em momentos sonhadores você tanto zelou? Quantos sonhos você realizou?! Quando?... Quando foi que você acordou?!... Quem cuidará da tua casa se acaso você precisar estar ausente?... E se de repente você ficar doente quem vai esperar você voltar... olhando lá para fora... contando as horas achando que você demora a retornar!... Quando você precisou quem lhe disse sim e quem lhe disse não?... Quem segura as tuas mãos quando termina o dia e cai sobre os teus ombros todo o peso do mundo levando embora toda a tua ilusão?... Quem?!
Eis que hoje me deparei com uma citação interessante de Charlie Brown Jr., que, como um raio, iluminou a escuridão dos meus pensamentos: "Não tenha medo de tentar, tenha medo de não tentar e ver que a vida passou e você não se arriscou como deveria." Essa frase, foi como um eco no meu universo, nos sussurra que, por vezes, a lamentação maior reside na covardia de não atravessar as encruzilhadas da vida. Portanto, devemos ousar enfrentar os monstros da incerteza e perseguir nossos desígnios com uma coragem que desafia os nosso próprios gigantes.
Quando, de fato, nos aventuramos pelos corredores misteriosos do desconhecido e desafiamos o nosso eu, é aí que encontramos o solo fértil para crescer, florescer e criar nossa própria sinfonia de existência, tão vibrante e poderosa quanto o rugir de um trovão em uma noite de tempestade.
O mundo do lado de fora é assustador e escuro, não tenho medo do escuro tenho medo do que tenha nele
Procurou o seu habitual medo da morte e não o encontrou. Onde ela está? Que morte? Não havia nenhum medo, porque também a morte não existia.
Em lugar da morte, havia luz.
