Poemas de Mario Quintana Felicidade Realista
Não tenha medo de ser feliz, toda felicidade e momentâneo, ainda bem, porque, isto faz a tristeza ser momentâneo também.
Aceitar que a felicidade não é um estado permanente pode nos ajudar a lidar melhor com as adversidades e a apreciar mais os momentos felizes. A aceitação dos sentimentos desagradáveis pode ser uma oportunidade para aprendermos e crescermos emocionalmente.
A verdadeira felicidade reside em estar contente com sua própria essência, não com a imagem que outros têm de você.
Para quem alcançou a compreensão da existência, a felicidade brota de fontes simples, não de bens materiais.
É incrível como uma simples conversa te renova, como o ar de felicidade dos outros te contagia e a visão de tudo muda em alguns minutos.
Quando eu peso na balança todo meu sofrimento hoje e toda minha felicidade passada eu me jogo no justo buraco da dúvida, que me faz te amar por ser quem você é e me faz odiar o que você não é, mas eu queria que fosse.
Eu sou como uma tonelada de dinamites, minha felicidade destrói qualquer inveja. Explosões que iluminam os céus, alegrias que transbordam diante aos olhos de quem ver. Os que não vêem, apenas sentem. Sinta a felicidade explodir em você, somos indestrutíveis, as vezes até radioativeis. Nossa alegria de um modo bom infecta as pessoas. Até mesmo os mais brutos choram diante tremenda felicidade. Comumente a fome de uns são os vícios de outros, minha fome é de ser cada dia mais feliz... e a sua?
O amor verdadeiro é como a luz do sol.
Brilha intensamente irradiando de felicidade o coração do ser amado.
A verdadeira saúde é encontrar a felicidade entre amar seu corpo e amar sua vida. Não se limitando a padrões, vivendo o momento sendo real e nao perfeito. Curvando se aos seus desejos, não as expectativas do mundo. Erguendo a cabeça sabendo que está em paz consigo mesmo.
De braços dados com a arrogância, a prepotência e o egoísmo jamais conheceremos a felicidade, mas apenas o medo que cerca todos que nesses pilares se apoiam.
A felicidade não reside nos inteligentes.
Independe de dinheiro, local, cultura, raça, cor ou credo, mas está ligada intimamente com o desapego, com a resiliência e com a falta de expectativas, características dos sábios.
O que fazemos com tudo que nos chega é o que nos define e também à paz e a consequente felicidade que teremos ou não.
O problema nunca é a pedra, mas a nossa falta de atenção em desviar, bloqueá-la ou se atingidos querer revidar, se assumir como vítima ao invés de se curar.
