Poemas de Luto
Poética
Que é poesia ?
Poesia é
caçar palavras
verificadas ou
não
assim como
quem macera
pão
Que é ser poeta ?
Ser poeta é
sentir o
universo
dentro
dum só
verso
Parafraseando o poeta
Cassiano Ricardo
05/06/2020
A virtude da poesia…
Nada mais é: que um acariciar;
A todo o leitor, que nela algo vir:
Por só nesse ver, estar o sentir;
Que ela em si tem, pra o tão; deliciar!
É também, e por tal, um bem-querer;
Tal como: um bom desejo, desejado;
Cheiinho em tal, com do poeta, agrado;
Para a quem a ler, rechear seu ser!
Por tal, nada mais ser, que um desejar;
De alguém, que tão dentro, da tal se encontra;
Com a intenção, de a humanidade unir!...
Tem nela, aquele dela, só ver dar;
Tem nela, aquele ver, que em sua montra;
Se encontra, pra unir o humano, sentir.
Com carinho;
Poema Presença da Mulher
É o que você faz...
Doce falar que se manifesta como um suave cantar...
Sorriso de mulher que encanta e aflora a menina sonhadora de outrora...
É o que você faz...
Com seu olhar de brilho intenso e inebriante acende as estrelas tornando
as noites encantadoras e iluminadas...
Entoando palavras "de" e "com" amor que ecoam no coração como raios
de sol que iluminam o dia...
É o que você faz...
Inspira...expira...musa e fonte inspiradora de Vida e Amor...
Preenche com graça e delicadeza todos os espaços com alegria, elegância
e suavidade nossos corações...
É o que você faz...com nobreza de espírito e coração...és "Vida e Luz em
nossas Vidas..."#16;
Poema Fenomenológico
Acordo, levanto, me arrumo e saio para comprar pão.
No caminho...
Comprimento pessoas, afago o cachorro, contemplo as árvores floridas, ouço o cantar dos pássaros, brinco com as crianças, admiro a arquitetura dos prédios antigos, ouço músicas, vejo sorrisos, vejo apressados, atravesso a rua e chego às padaria...
Os pães acabaram
“Um poema por acaso”
Sem inspiração
estou agora.
Tento alcançá-la
mas não entendo a demora.
Mal consigo pensar em algo
que me faça criar rimas.
É como querer sobrevoar
toda a américa latina.
Como é chato ser incapaz de imaginar
Isso é a faltaque a inspiração me faz passar.
Não acho um bom assunto
que combine com meus versos.
Mesmo que no mundo
exista diversos.
No final eu acabo relendo
todos aqueles meus pensamentos.
E se no início eu não tinha um tema
parece que eu criei um poema!
Poema para Nana
Amor, foi essa a palavra que você me ensinou.
Foi essa palavra que me encantou e a felicidade reinou.
Foi quando meus olhos bateram em você e o coração disparou.
Felicidade, é o que me transborda ao falar seu nome.
Felicidade, é o que sinto quando meu telefone toca e a notificação é o seu nome.
Felicidade, é o que sinto quando vejo esse sorriso e sinto q minha felicidade tem nome.
Gratidão, é ouvir todos os dias que você me ama, e que nosso amor é bem mais que uma paixão.
Paixão, pensei que era algo de filme, mas é algo que a gente sente na alma que da até fôlego para o pulmão.
Gratidão é esta ao seu lado e todo dia poder te falar “te amo mozao”
Poema da madrugada
Saudades
Aproveite cada segundo de sua vida
Um dia vamos parar, sentar, pensar
E chorar quando a saudade apertar
Saudade é reviver um passado que temos dentro da gente
Saudade é deixar-nos cegos para um futuro que nos convida lá na frente
A saudade transforma momentos bons em dores amargas
Hoje escrevo essas palavras chorando como um alívio para minha alma
Ame tudo o que puder
Ame intensamente
Seja o que vinher
Nós não temos outro jeito
O jeito é seguir
Lembrar que o que te machuca hoje
Também é o que te fez sorrir.
cafe não é nada sem açúcar
E pessoas não são nada sem poesias
Mas açúcar no café, e pessoas lendo poesias
As as melhores de todas as fantasias
A poesia…
É navegar em mar não navegado;
Tão sempre, com cheirinho a maresia;
Havido nela inscrito, em mais-valia;
Havida nesse dela, a nós legado!
É um sentir transcrito em palavrinhas;
De um sentir, sentido no interior;
De um mar, que a todos dá, tão bom sabor;
Como o a, nós dá o Céu, nas estrelinhas!
É dar, sem medo havido, de em tal dar;
É dar, sem medo havido, de em tal ter;
É dar, sem medo havido, de em tal ir!...
Nesse dar, amostrar, todo um sentir;
Nesse dar, ser julgado, por tal ser;
Nesse dar, todo o havido, em tal lugar.
Com Carinho;
Não tenho mais palavra para te falar mais quero
Te recitar poesias atravéz das atitudes
Falar de amor fazendo amor
Toca cada pedacinho do seu corpo com desejo e carinho
Olhando em seu olhos falar o quanto você e linda
Quero sentir seus seios em minha boca
E sentir seu corpo corresponder involuntariamente cada toque
Entre ruídos e gemidos
O nosso corpo suado
Esse poema quero finalizar dizendo te amo
A poesia é a cor que pinta meus sonhos, que aquarela meu olhar e dá cor ao meu sorriso.
É ela que embaralha as letrinhas em meu olhar, rima uma palavra com outra, versa a vida em toda a sua extensão e a distribui em versos.
É a poesia que cadencia o som do mar com as batidas do meu coração e serena se espraia em tudo que o meu olhar toca, tudo que minha alma alcança.
É ainda a poesia que me envolve, ora com serenidade de brisa, ora com a força de uma tempestade até desaguar nos olhos e em cascata escorrer pelas lembranças.
É a poesia que nas noites de solidão acalenta minha alma inquieta, afaga minha saudade e aquece meu coração.
É a poesia que chega com a escuridão da noite e me faz companhia de dia.
É ela que se faz saudade quando a nostalgia puxa a cadeira e sem pressa senta-se ao meu lado.
É a poesia que pinta o quadro do dia com as cores da minha emoção, com as nuances de vida que brilham em cada estação.
A poesia está nas minhas horas de espera, na chegada e na partida, no que sou, no que fui e em tudo que ainda serei.
Parafraseando a poetisa.
Há dentro de mim mais poesia.
Do que lágrimas a derramar.
Então sigo com meu versejar
Zenilda Ribeiro
Recorro à arte como cura.
Arte da palavra, literatura.
E assim, nessa mistura.
Poesia e música, que doçura!
Elevar a mente às alturas.
Ela
(Poema de Ju Assunção)
Ela
Fala mansinho
Devagarinho
Com aquele jeitinho
Beija-flor
Usa todas as formas de amor
Seja qual for a cor
Nunca perde
Seu pudor
Tem aquela voz
Serena
Me parece sempre
Plena
Mas jamais perde
A cena
Voz da sabedoria
Sempre com alegria
Só nos traz a
Calmaria
Verde, azul, rosa, vermelho
Parece um arco-íris
Em frente ao
Espelho
Mas só quem a
Conhece direito
Sabe que merece
Respeito
O amor a empodera
Pode transforma-la
Em fera
E aí meu amigo
Ninguém a supera
Ela
É uma amiga super legal
Só quem a conhece
Sabe o quanto é
Especial
Toda colorida
De um jeito
Fenomenal
Jamais abandona
Seu ideal.
Reflexos da Vida
( Poema de Ju Assunção)
Ontem tive medo
Hoje já não tenho mais
Amanhã não sei,
Não sei se sou capaz
Pra quê esperar
Se o incerto é que
Nos faz aventurar
Deus é bão demais!
Me deu coragem
Onde não tinha
Jamais...
Aqui pra gente
O calor esquenta
A saudade nos atenta
Sorriso largo
É o que eu trago
Neste coração
Não tão vago
Imensidão crescente
Mal sabia a gente
Quanto era carente
Hoje quão atraente
Só me surpreende
Amar, beijar, falar, rezar, praticar
Vamos lá
Pois tem algo que te
Espera lá
A saudade que rasga a alma
É a mesma que traz
a calma
E para aqueles que batam palmas
Estará sempre em
minhas falas
O meu alento é o
Tempo e o vento
Que me deixam
Nesse momento
Um só sentimento
Contentamento.
Trator do Amor
(Poema de Ju Assunção)
Myriam Salum
Tem um jeito incomum
Não importa-se de
Incomodar
Pois sua luta tem que
Continuar
Veste a camisa
Arregaça suas mangas
Mas jamais perde
As esperanças
Na luta por mudanças
Se denomina um
Trator
Mas é com este fator
Que nos mostra
Todo seu Amor
Com seu timbre diferente
Mas que luta pela a gente
Brava feita um general
Com instinto maternal
Manda logo a real
Não mede esforços
Nunca cruza seus braços
Diante desses palhaços
Mesmo com todos os
Estilhaços
Sempre junta seus pedaços
Neste mundo tão Diverso
Ela encara o universo
Como um soldado leal
Tem uma força surreal
Mas brilha como a
Aurora boreal.
Uma covardia com a poesia
Eu acho.
Sou eu.
Faço uso desse enredo.
Me arranjo nesse relampejo.
Usar a poesia.
Para fantasia.
Despejar as aflições.
Desabafo.
Despir as frustrações.
Como sou covarde.
Poderia falar de amores.
Paixões.
Romances.
Flores.
Sensibilidade.
Porém.
Coloco as palavras no trem.
Descarrilando sob trilhos.
De vagão a vagão.
Faço um arranjo de turbilhão.
Descarrego a dor.
Menosprezo a cruz.
Entendimento débil.
Essa angústia que me conduz.
Oh ser covarde.
Desfaz a harmonia.
Da vida a tristeza.
Maltrata a poesia.
Tá bom.
Parei.
Que venha o sono da dor.
Giovane Silva Santos
Menino
(Poema de Ju Assunção)
Menino surpreendente
Ninguém sabe o quanto é carente
Não para de abraçar
Mas sua intenção é
Sempre agradar
Já foi julgado e ameaçado
Pelo seu jeito natural
Só não imagina o quanto é especial
Vive entre adultos
As vezes causa tumultos
Quando tenta se expressar
Sempre mandam ele calar
Seu olhar revela a inocência
Quase um pedido de clemência
Para aqueles que com ele não tem paciência
Sonha com família reunida
Só não sabe como da briga
Não vê a maldade
Só pede igualdade
De tanta cumplicidade
Menino
De muita fé
Nos faz lembrar de Maomé
Tem falas de um profeta
Quem sabe essa será sua meta?
Muitas vezes me deixa boquiaberta
Mas uma coisa é certa
Ele é muito mão aberta
Seu sorriso é maravilhoso
Sempre ansioso
Mas o iluminado
Já é charmoso
Esse é o meu garoto.
Sei que beijas letras, transas com palavras, ejaculas poemas.
No entanto tu não és nada,
Somente uma fera.
Menina Mulher
( Poema de Ju Assunção)
Quem é ela?
Tímida, calada
Quase sempre reservada
Não sabe o quanto é
Amada!
Mesmo sendo um pouco desajeitada...
Menina mulher
Sabe bem o que quer
Da a cara para bater
Não importando se irá doer
Dona de uma força
Absurda
As vezes se faz de surda
Explode com facilidade
Não perde a dignidade
Age com muita naturalidade
Com um gênio natural
Sua dúvida é normal
O orgulho é meu
Mas nunca doeu
Desde que você nasceu
Tem dificuldade em
Entender
Que sua mãe só quer
Te ver crescer
Sem esmorecer
Então dê o braço a torcer
Se sente só e abandonada
Várias vezes rejeitada
Sua inteligência
Me fascina
Te amo minha Menina
Não desista
Persista nos seus sonhos
Mexa seus pauzinhos
Pois seu sucesso esta
No seu caminho
Quando você crescer
Estarei com você
Para te apoiar
No que precisar
Não importa o tempo
Que levar.
